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alma-lusa

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19
Fev14

TEATRO: Tropa-Fandanga - Uma Revista à Portuguesa (Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa - 20 Fevereiro a 16 Março)

 

 

Textos: Pedro Zegre Penim, José Maria Vieira Mendes, André e. Teodósio, Cláudia Jardim, Diogo Bento, Diogo Lopes, Joana Barrios, Joana Manuel e João Duarte Costa

Elenco: José Raposo, André e. Teodósio, Cláudia Jardim, Diogo Bento, Diogo Lopes, Filipa Cardoso, Joana Barrios, Joana Manuel e João Duarte Costa

Atracção do Fado: Filipa Cardoso

Corpo de Baile: André Garcia, Jenny Larrue, Travis Walker e Vicente Trindade

Músicos: João Paulo Soares (piano), Vasco Sousa (baixo acústico, viola), Francisco Cardoso (bateria), Ruben da Luz (trombone), Maria João Cunha (acordeão), Luís Petisca e André Dias (guitarra portuguesa)

Canções Originais: Sérgio Godinho

 

Sinopse: A Revista à Portuguesa volta a entrar na casa de Almeida Garrett e promete mostrar que, tal como tudo o que é português, tem alma e não morre. Bonita, alegre, estouvada, ela vem sacudir os espíritos mais calados e agitar o espectador com uma revisão que nos faz aplaudir a vida de pé. A sua estrutura cerrada e intocável é utilizada pelo Teatro Praga para comemorar duas efemérides coincidentes e separadas por várias décadas: os 40 anos do fim da Guerra Colonial e os 100 anos do início da Primeira Guerra Mundial. Em tempos de paz, o Teatro Praga faz-se à história para desenterrar memórias que não domina, num espectáculo de guerra, a preto e branco, que, sem ironia, procura o modo mais justo para tempos conturbados em que os passados e as geografias se misturam unidos por uma batalha com uma só bala presa por uma guita. Um espectáculo histórico, com história a pontapé, que passa a revista às tropas ao som de música para levantar o moral da pátria presa na mata e trincheiras. Um texto escrito a várias mãos, que nos faz desejar o impossível, que fala da História, do que está perto e do que está longe. O Rossio estende novamente a passadeira vermelha que nos leva ao Teatro. Por isso, agarrem-se às cadeiras. Esta é uma viagem onde tudo pode acontecer.

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