TEATRO: Catarina e a beleza de matar fascistas (Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa - 19 a 26 Abril)

Texto e Encenação: Tiago Rodrigues
Cenografia: F. Ribeiro
Figurinos: José António Tenente
Música original: Pedro Costa
Coralidade e Arranjos Vocais: João Henriques
Voz Off: Cláudio Castro, Nadezhda Bocharova, Paula Mora, Pedro Moldão
Elenco: António Fonseca, Beatriz Maia, Isabel Abreu, Marco Mendonça, Pedro Gil, Romeu Costa, Rui M. Silva, Sara Barros Leitão
Sinopse: Esta família mata fascistas. É uma tradição antiga que cada membro da família sempre seguiu. Hoje, reúnem-se numa casa no campo, no Sul de Portugal, perto da aldeia de Baleizão. Uma das jovens da família, Catarina, vai matar o seu primeiro fascista, raptado de propósito para o efeito. É um dia de festa, de beleza e de morte. No entanto, Catarina é incapaz de matar ou recusa-se a fazê-lo. Estala o conflito familiar, acompanhado de várias questões. O que é um fascista? Há lugar para a violência na luta por um mundo melhor? Podemos violar as regras da democracia para melhor a defender? Entretanto, surge por vezes o fantasma de uma outra Catarina, a ceifeira Catarina Eufémia que foi assassinada em 1954, em Baleizão, durante a ditadura fascista. Catarina Eufémia aparece durante a noite, enquanto a família dorme, para conversar com o fascista de 2028 que aguarda o seu destino.
