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alma-lusa

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07
Dez16

LETRAS LUSAS: "Sou eu mais livre, então", de Luaty Beirão

luaty.jpg

 

Editora: Tinta-da-China

 

Sinopse: Em Junho de 2015, Luaty Beirão e outros 16 activistas foram detidos em Luanda por estarem a ler uma adaptação do livro «Da Ditadura à Democracia», de Gene Sharp, e por questionarem publicamente a liderança de José Eduardo dos Santos. A história correu mundo e provocou revolta contra a atitude despótica do regime angolano. Na prisão de Calomboloca, Luaty Beirão iniciou uma greve de fome que durou 36 dias e o deixou em perigo de vida. Antes, manteve um diário, escrevendo para preservar a sanidade mental. Estes escritos, que chegam a público pela primeira vez, são um testemunho único da resistência em pleno século XXI.

«Sou eu mais livre, então
na solidão do meu degredo,
do que tu que vives preso
à escravidão do medo.»

 

Seguido de «Luaty Beirão, Inimigo do Medo», entrevista de Carlos Vaz Marques.

 

 

Luaty Beirão nasceu em Luanda, Angola, em 1981, e tem nacionalidade angolana e portuguesa. Licenciado em Engenharia Electrotécnica pela Universidade de Plymouth, Reino Unido, e em Economia e Gestão pela Universidade de Montpellier, França, destacou‑se pelo seu trabalho enquanto músico. No universo do rap, onde é conhecido por nomes artísticos como Brigadeiro Mata Frakuxz ou Ikonoklasta, já colaborou com os artistas Batida ou Ngonguenha, tendo participado ainda no documentário «É Dreda Ser Angolano». O facto de ser filho de João Beirão, primeiro director da Fundação Eduardo dos Santos, não o impediu de se tornar um dos nomes mais conhecidos do actual activismo político angolano e de ter estado no início do que é conhecido como «movimento Revu» – movimento cívico de luta pela democracia e liberdade que tem promovido manifestações, encontros e debates, os quais deram origem à sua detenção, a 20 de Junho de 2015. Vive em Luanda com a mulher e a filha. 
 
 

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