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28
Out23

LETRAS LUSAS: "O que é ser uma escritora negra hoje, de acordo comigo", de Djaimilia Pereira de Almeida

Pode ser uma imagem de 1 pessoa e texto que diz "DJAIMILIA PEREIRA DE ALMEIDA DAMENIG AETER Kaлp AAMETEN o que é ser uma escritora negra hoje, de acordo comigo Da autoria de uma das maiores vozes literárias de hoje, um ensaio pessoal que problematiza lugar da mulher negra escritora no mundo presente. M COMPA COMPANHIA ALETRAS"

 

Editora: Companhia das Letras

 

Sinopse: «Fosse eu minha trisavó, preta de carapinha dura, e o meu destino seria o chicote. Ser uma escritora negra hoje, de acordo comigo, uma mulher deste tempo, é escrever contra esse facto, carregando-o às costas, sem deixar que ele me tolha.» Escrever é-lhe essencial, é na escrita que se encontra, se define, se questiona, se apazigua, foi na página que descobriu poder ser o que antes lhe havia sido impossível ser plenamente. E, no entanto, a escrita, e ainda mais viver da escrita, ter-lhe-ia sido vedado, tivesse a escritora nascido décadas antes.

Numa reflexão pessoalíssima sobre o que é ser mulher, escritora e negra hoje, Djaimilia Pereira de Almeida, uma das mais destacadas vozes da literatura em Língua Portuguesa, encara a contradição que é, para uma escritora negra, viver no melhor dos tempos sem se deixar apanhar pela armadilha que esse privilégio pode encerrar.

É com liberdade que Djaimilia vai exercendo o chamamento que esteve vedado às mulheres da sua vida, como a incontáveis outras mulheres negras antes de si. É com consciência do passado e do presente que vai tacteando o espaço que existe no mundo de hoje para uma mulher negra que escreve.

 

Djaimilia Pereira de Almeida - Sítio do Livro

 

Djaimilia Pereira de Almeida, filha de pai português e mãe angolana, nasceu em Luanda, capital de Angola, em 1982, e veio para Portugal com 3 anos de idade, tendo crescido nos subúrbios de Lisboa.  Vencedora do Prémio Novos 2016 - categoria Literatura, estreou-se no romance em 2015 com Esse Cabelo (Teorema). Ajudar a Cair, um retrato ensaístico do Centro Nuno Belmar da Costa, foi publicado, em 2017, pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Em 2018, publicou Luanda, Lisboa, Paraíso. Licenciada em Estudos Portugueses na Universidade Nova de Lisboa, doutorou-se em Teoria da Literatura, na Universidade de Lisboa, em 2012. A sua obra (que inclui ficção, ensaio e poesia) encontra-se traduzida em dez línguas e recebeu inúmeros prémios, em Portugal e no Brasil, incluindo o Prémio Oceanos. Escreveu no New York Times, Granta, Words Without Borders, La Repubblica, Folha de S. Paulo, Neue Zürcher Zeitung, Serrote e ZUM, entre muitas outras publicações. Na Primavera de 2022, foi a escritora residente da Literaturhaus Zürich. Em 2023, foi distinguida com o Prémio FLUL Alumni, atribuído pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se doutorou. Djaimilia vem colaborando com artistas visuais, compositores, actores e encenadores. Escreve na revista Quatro Cinco Um. É professora da New York University.

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