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11
Mai18

LETRAS LUSAS: "EUROVISÃO - Dos Abba a Salvador Sobral", de Nuno Galopim

 

Edição: Esfera dos Livros

 

Sinopse: No dia 13 de Maio de 2017, Portugal parava para assistir à votação da final do Festival Eurovisão da Canção. A frase «Portugal… 12 pontos», repetida 18 vezes ao longo da noite, fazia com que a esperança crescesse e a atenção se focasse apenas em Salvador Sobral e na canção «Amar pelos Dois». Depois chegaram os pontos do televoto... E quando os comentadores da RTP, Nuno Galopim e José Carlos Malato, disseram «Ganhámos!», o país festejou uma vitória inédita no maior espectáculo televisivo musical de todo o Mundo, pela qual esperava desde a sua estreia no concurso, em 1964.  Em 1956, o Festival da Eurovisão nasceu numa Europa que tinha arrumado as armas há apenas 11 anos. Pelo palco, em Lugano, desfilaram nessa noite canções de sete países e, entre os cantores concorrentes, havia um que tinha vivido anos de detenção num campo de concentração nazi. Em 1974, os Abba venceram com «Waterloo», canção que representa o paradigma maior do sucesso eurovisivo. Em 1986, Sandra Kim deixou a Europa a trautear «J’aime la Vie». Dois anos depois, Céline Dion arrecadou o troféu em Dublin e deu-se a conhecer ao mundo. Em 1998, Dana International, uma cantora transsexual, deu a terceira vitória a Israel, marcando a história do festival como espaço de diversidade e inclusão, tal como o faria depois a austríaca Conchita Wurst, em 2014. A história da Eurovisão junta mais de 60 anos de memórias entre as quais estão as «avozinhas» russas que conquistaram a Europa, em 2012, a inglesa Sandie Shaw, que, em 1967, interpretou a canção do Reino Unido descalça, os quatro vencedores ex-aequo de 1969, o protesto contra Salazar e Franco, em 1964, a improvável vitória do grupo de metal finlandês Lordi em 2006, as três canções que Serge Gainsbourg compôs para três países diferentes, a exuberância provocadora de Verka Serduchka ou o inspirador discurso de Salvador Sobral: «A música não é fogo-de-artifício, é sentimento.» Pelo meio, desfilaram perto de 1500 canções. Algumas ficaram para sempre na nossa memória colectiva. Outras marcaram pela sua exuberância ou capacidade de inovar. Um ano depois da vitória em Kiev, Nuno Galopim, supervisor criativo do Festival da Eurovisão de 2018, leva-nos numa viagem por 63 anos de história: o Festival da Canção português, os artistas, como Simone de Oliveira, Paulo de Carvalho, Maria Guinot, Carlos Paião, as Doce, entre tantos outros, que nos representaram, o Festival da Eurovisão ano a ano, os bastidores e as suas histórias. 

 

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Nuno Galopim nasceu em 1967. Começou por traçar um futuro nas ciências, mas o jornalismo, a rádio e, sobretudo, a música e o cinema acabaram por falar mais alto. Com 28 anos de carreira nos media, escreve hoje no Expresso e Blitz e é autor dos blogues Sound+Vision e Máquina de Escrever. Tem também trabalho feito na música (do álbum Humanos à série O Melhor do Pop-Rock Português), no cinema (como actor, produtor, consultor, programador) e televisão, devendo estrear este ano um documentário da sua autoria. No passado, trabalhou em jornais como O Independente e Diário de Notícias, e em revistas como a Billboard e Time Out. Teve programas nas estações de rádio Antena 1, Antena 2, Antena 3, XFM, TSF e Radar. Nos livros, estreou-se com "Vida e Morte dos Dinossáurios" (1992), assinado em co-autoria com o pai, o Professor Galopim de Carvalho. É ainda autor dos livros "Retrovisor: Uma Biografia Musical de Sérgio Godinho" (2005), "Os Marcianos Somos Nós" (2015) e "The Gift – 20" (2015). "Os Últimos Dias do Rei", dedicado à figura de D. Manuel II, foi a sua primeira obra de ficção, publicada em 2016 pela Esfera dos Livros. Em 2017, editou o seu segundo romance "O Indesejado", que tem D. Afonso VI como personagem central. Desde 2016 é comentador da RTP no Festival da Eurovisão e, desde 2017, consultor da RTP para o Festival da Canção. Em 2018, é o supervisor da equipa criativa no Festival da Eurovisão.

 

 

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