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01
Abr21

LETRAS LUSAS: "Esteiros", de Soeiro Pereira Gomes

Esteiros, Soeiro Pereira Gomes - Quetzal Editores

 

Editora: Quetzal

 

Sinopse: Passam, em 2021, oitenta anos sobre a primeira edição de Esteiros, de 1941 (com capa original de Álvaro Cunhal) - um livro que marcou várias gerações de leitores ao mostrar-lhes personagens que ficaram para sempre na nossa recordação, «os filhos dos homens que nunca foram meninos» (é essa a dedicatória a abrir o romance): Gaitinhas, Guedelhas, Gineto, Maquineta e Saguí. São eles os heróis anónimos de um diálogo entre o humano e a Natureza, a denúncia da injustiça e a busca de redenção, a solidariedade e a denúncia da pobreza e da penúria.

O romance, uma das referências mais emblemáticas do movimento neorrealista português, foi de leitura obrigatória nas escolas secundárias portuguesas durante duas décadas. É hoje um livro quase esquecido. No entanto, graças à sua ingenuidade, bravura e simplicidade, "Esteiros" é um documento marcante da história portuguesa do século XX - e deve ser relido para que não esqueçamos a fotografia amarga desses anos.

 

Soeiro Pereira Gomes – Wikipédia, a enciclopédia livre

 

Joaquim Soeiro Pereira Gomes nasceu em Baião, em 1909. Estudou em Espinho e Coimbra, onde tirou o curso de regente agrícola, e trabalhou em Angola. Fixou-se em Alhandra, no concelho de Vila Franca de Xira, e, a partir de 1939, começa a escrever no semanário oposicionista O Diabo. Tendo aderido ao PCP em 1937, passou à clandestinidade em 1944, sendo eleito para o Comité Central em 1946. Além de Esteiros (cujo desenho da capa da primeira edição é de Álvaro Cunhal), na sua bibliografia há ainda outro romance, Engrenagem (publicação póstuma em 1951), bem como recolhas de contos (Contos Vermelhos ou Refúgio Perdido e Outros Contos) e de crónicas. Soeiro Pereira Gomes faleceu em 1949. A sua correspondência com a mulher, Manuela Câncio dos Reis, está publicada no livro Eles Vieram de Madrugada (1981). 

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