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01
Dez17

LETRAS LUSAS: "1640", de Deana Barroqueiro

1640.jpg

 

Editora: Casa das Letras

 

Sinopse: 1640 é um marco fundamental na História de Portugal, o da Restauração da Independência (1 de Dezembro), após 60 anos de domínio espanhol, quando os portugueses se revoltaram e elegeram um rei português, D. João IV. 


O romance surge na sequência do livro "D. Sebastião e o Vidente", depois do trágico fim da monarquia de Avis e anexação de Portugal pela Espanha. A acção decorre entre 1617 e 1667, período riquíssimo em factos, dramas e personagens, que lutam pela sua libertação e sobrevivência, face a uma crise social, económica e política, imposta por Filipe IV/Olivares, coadjuvados por Diogo Soares e Miguel de Vasconcelos, um triunvirato que só terá paralelo na Troika de 2011.

Quatro guias singulares conduzem o leitor nesta viagem ao passado, através dos seus dramas pessoais e colectivos: o poeta proscrito Brás Garcia Mascarenhas, autor da epopeia Viriato Trágico; a professa Violante do Céu, a Décima Musa da poesia barroca, enclausurada no convento; D. Francisco Manuel de Melo, o maior prosador ibérico do século XVII, prisioneiro na Torre; e o Padre António Vieira, o mais brilhante pregador do seu tempo, a contas com a Inquisição.

 

 

Deana Barroqueiro nasceu em New Haven, Connecticut, nos Estados Unidos da América, em 23 de Julho de 1945. Licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras de Lisboa, de cujo grupo de teatro fez parte juntamente com Luís Miguel Cintra, Luís Lima Barreto, Jorge de Silva Melo, entre outros actores consagrados. Por vocação, tornou-se professora de Português, fazendo o estágio na Escola Secundária Passos Manuel, em Lisboa, onde tem concretizado a maioria dos seus projectos de Teatro e de Escrita Criativa com os alunos, tendo publicado várias obras com o Grupo de Trabalho do Ministério da Educação para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, a Câmara Municipal de Lisboa e o Instituto de Inovação Educacional. Deana Barroqueiro confessa-se uma apaixonada da Língua e Cultura Portuguesas, em particular dos séculos XVI a XVIII, que estuda há mais de vinte anos. Publicou vários romances históricos e livros de contos, os quais já se encontram traduzidos e editados em Espanha, em Itália e no Brasil. No dia 21 de Novembro de 2003, nos Estados Unidos da América, durante o sarau para atribuição de prémios do Concurso Literário Proverbo, de cujo júri fez parte, a escritora recebeu um louvor pela Câmara de Newark, em reconhecimento do seu contributo para a divulgação e promoção da língua e cultura portuguesas entre as comunidades de emigrantes da América, Canadá e Europa. Com o livro D. Sebastião e o Vidente venceu o Prémio Máxima de Literatura (Prémio Especial do Júri).

 

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