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30
Dez20

ESPECIAL FIM DE ANO 2020/21 - RTP2 (31 Dezembro)

RTP2 disponível em Alta Definição | Extra | RTP

 

 

O Ego de Egas (20h50)

Telefilme de José Carlos Santos, com argumento de Filipa Martins, baseado na biografia de Egas Moniz, o único Nobel da Medicina português. Com João Lagarto, Ana Nave, João Jesus, Virgílio Castelo e Guilherme Filipe.

 

Já passava dos 50 anos quando o médico Egas Moniz, conceituado professor no Hospital de Santa Marta, em Lisboa, e responsável pelo Departamento de Neurologia, começa as suas investigações científicas na área do diagnóstico de doenças neurológicas. Em causa estava o desafio de obter, através de raio-x, um mapeamento completo das artérias do cérebro e, assim, detectar a localização de tumores. Portugal não tinha tradição de investigação científica e os seus pares olhavam com desconfiança todos aqueles que se aventuravam nos campos da pesquisa. Egas teve, assim, de enfrentar o descrédito e a oposição de superiores e colegas.


Com a contratação de Almeida Lima - um jovem e promissor assistente, que se tornou um fiel companheiro de investigação - as pesquisas avançaram de forma célere. O feito leva-o à consagração e é indicado para Prémio Nobel da Medicina.


Para contentamento mesquinho dos seus pares, acaba por ser preterido pelo comité. Ainda assim, a angiografia cerebral (o método de diagnóstico inventado por Egas) é recebida com entusiamo pela comunidade clínica internacional, o que faz com que o neurologista promova a técnica internacionalmente.


No regresso de uma dessas inúmeras viagens, Egas dá os primeiros passos para aquilo que viria a ser conhecido mundialmente como a lobotomia. Apesar de o procedimento de corte do cérebro ser polémico e ter resultados controversos, Egas ganha notoriedade mundial, sendo novamente indicado para Nobel da Medicina, galardão que acaba por conquistar.

 

 

 

5 Casinos, 5 Histórias (23h05)

A história dos casinos em Portugal num documentário de Maria João Gama.

 

Num período em que se efectua a renovação dos contratos de concessão dos mais importantes casinos a operar em Portugal, revisitam-se neste documentário as histórias de cinco desses estabelecimentos: os do Estoril, da Madeira, da Figueira da Foz, de Espinho e da Póvoa de Varzim.

 

Desemboca nesses locais uma história longa e animada, uma vez que desde há muito a prática de apostas faz parte da condição humana e a febre pelos jogos de fortuna e azar foi ganhando força ao longo das épocas. Até há menos de um século, apesar de clandestinas, em Portugal encontravam-se em cada esquina centenas de casas de jogo e foi só a partir de 1927 que o Estado decidiu legalizar esta actividade, decretando o encerramento da maioria desses locais e concentrando tais práticas num punhado de casinos dotados da indispensável autorização oficial. Desaparecia assim a punição do jogo e nascia o seu enquadramento legal, substituindo a sanção penal pela sanção tributária. Nasceram deste modo as zonas de jogo delimitadas, constituídas por um casino (com o monopólio dessa actividade na respectiva região) e por um hotel de luxo, e desde então o desenvolvimento turístico e cultural do país passou em grande parte a ser ditado pelas receitas dos casinos que, sobre essas verbas, e a troco da concessão, pagam ao Estado significativas percentagens estabelecidas por lei, além de terem de obedecer a determinados programas de investimento local.


Numa época em que as apostas online ameaçam a actividade tradicional dos estabelecimentos dedicados ao jogo, o documentário de Maria João Gama revela as estratégias que os casinos portugueses estão a pôr em prática para assegurarem a sua própria sobrevivência e continuarem a ser motores de dinamização e desenvolvimento nas zonas em que se encontram implantados.

 

Todos os Sonhos do Mundo (00h55)

Filme com realização de Laurence Ferreira Barbosa, realizadora francesa de origem portuguesa.

 

Paméla é uma jovem portuguesa da segunda geração, nascida em França. No emaranhado das suas contradições, dos seus insucessos e do amor absoluto pela sua família, sente-se perdida e parece estar incapacitada de imaginar como poderia viver a sua vida, sobretudo porque só gosta de tocar piano e patinar no gelo. Vai, contudo, desbravar o seu próprio caminho entre França e Portugal...

 

 

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