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13
Out16

CINE ESTREIA: "O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu", de João Botelho

manoel oliveira joao botelho.jpg

 

 

Realização: João Botelho

Argumento: João Botelho ("A Rapariga das Luvas", escrito a partir de uma história de Manoel de Oliveira)

Música original: Nicholas McNair (Reino Unido)

Fotografia: João Ribeiro

Montagem: João Braz

Produção: Ar de Filmes (Alexandre Oliveira)

 

Elenco: Mariana Dias, António Durães, Ângela Marques, Maria João Pinho, Leonor Silveira, Marcello Urgeghe, Miguel Nunes, Miguel Lopes Rodrigues, João Botelho (narrador)

 

Sinopse: "Uma fotografia velha, de 36 anos. A mão dele no meu ombro. Bênção, dádiva. Depois, uma longa história de mais de quatro décadas de amizade, admiração e aprendizagem. Uma viagem ao cinema de Oliveira, ao seu método, ao seu modo de filmar, às suas prodigiosas invenções cinematográficas. Mais de um século de vida, mais de um século de cinema, todo o cinema. A sorte e o saber dele, a minha sorte. E como, para ele, e agora para mim, documentário e ficção vão de par - de cinema se trata - atrevi-me a filmar uma história magnífica, que o Manoel amava mas que nunca filmou, que deixou para trás. Como se a mão dele e os seus olhos lá perto de Deus, ou no meio dos Deuses, me conduzissem. Para que, ainda hoje, ele possa, através de mim, continuar a filmar." (João Botelho)

 

 

 

 

João Botelho nasceu a 11 de Maio de 1949, em Lamego. Frequentou a Escola de Cinema do Conservatório Nacional e o Curso Superior de Engenharia Mecânica na Universidade de Coimbra. Cineclubista, no Porto e em Coimbra (onde dirigiu o CITAC - Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra). Foi crítico de cinema em várias publicações, como a Gazeta da Semana ou a revista M (de que foi fundador). Inicia-se na realização com 2 curtas-metragens para a RTP e o documentário de longa-metragem "Os Bonecos de Santo Aleixo" para a cooperativa Paz dos Reis. Teve filmes premiados nos festivais de Figueira da Foz, Antuérpia, Rio de Janeiro, Veneza, Berlim, Salsomaggiore, Pesaro, Belfort, Cartagena, etc. Distinguido por duas vezes com o prémio da OCIC, da Casa da Imprensa e dos Sete de Ouro. Todas as longas-metragens tiveram exibição comercial em Portugal, quase todas em França e algumas em Inglaterra, na Alemanha, em Itália, em Espanha e no Japão. Teve retrospectivas integrais em Bergamo (1996), com edição de uma monografia sobre a obra em La Rochelle (1998) e na Cinemateca de Luxemburgo (2002). Distinguido com a Comenda da Ordem do Infante, de Mérito Cultural (2005).

 

Filmografia:

 

O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu (documentário, 2016)

Quatro (documentário, 2016)

Nos campos em volta (curta-metragem documental, 2015)

A Arte da Luz tem 20.000 anos (documentário, 2014)

Os Maias - Cenas da Vida Romântica (2014)

Bravo Som dos Tambores (curta-metragem documental, 2012)

La Valse (curta-metragem, 2012)

Enquanto esta Língua for Cantada (documentário, 2012)

Filme do Desassossego (2010)

Oh Lisboa, Meu Lar (curta-metragem documental, 2010)

Para que este Mundo não Acabe! (documentário, 2009)

A Corte do Norte (2008)

A Terra Antes do Céu (documentário, 2007)

Corrupção (2007)

A Baleia Branca - Uma Ideia de Deus (telefilme documental, 2007)

Avé Maria (curta-metragem, 2006)

A Luz na Ria Formosa (2005)

O Fatalista (2005)

A Mulher que acreditava ser Presidente dos EUA (2003)

Viagem ao Coração do Douro, a Terra onde Nasci (curta-metragem documental, 2002)

Quem és tu? (2001)

Se a memória existe (curta-metragem, 1999)

Tráfico (1998)

Érase unha vez en Compostela (curta-metragem documental, 1997)

Três Palmeiras (1994)

Aqui na Terra (1993)

No Dia dos Meus Anos (1992)

Tempos Difíceis (1988)

Um Adeus Português (1986)

Conversa Acabada (1981)

Alexandre e Rosa (curta-metragem, 1978)

O Alto do Cobre (1976)

Um Projecto de Educação Popular (documentário, 1976)

 

 

 

Em complemento com o documentário "O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu", será exibida a curta-metragem "Ascensão", de Pedro Peralta.

 

ASCENSÃO.jpg

 

 

Realização e Argumento: Pedro Peralta

Fotografia: João Ribeiro

Som: Ricardo Leal, Miguel Martins

Montagem: Francisco Moreira

Produção: Terratreme Filmes (João Matos)

 

Elenco: Domicília Nunes, Ricardo Francisco, Alice Calçada, António Pote, António Eusébio, Daniela Toito, Fábio Leiria, João Paulo, José Manuel, Leonel Pirralha, Manuela Domingos, Marlene Monteiro, Susana Monteiro, Vitalina Ferreira

 

Sinopse: Ao nascer do sol, um grupo de camponeses tenta resgatar de um poço o corpo de um homem. As mulheres velam o momento em silêncio. Os homens resistem em toda a sua força. No centro, uma mãe espera pelo corpo do seu filho. A espera termina. Das profundezas da terra os homens puxam o corpo do jovem. Como pode a vida terminar quando tudo na natureza renasce infinitamente? À distância, o sol espalha-se no horizonte. Nasce um novo dia. 

 

Prémio: Prémio Árvore da Vida para Filme Português no IndieLisboa 2016

 

 

 

Pedro Peralta nasceu em 1986, em Lisboa. Completou o bacharelato em Audiovisual e Multimédia na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, e licenciou-se em Cinema na Universidade Lusófona, também na capital. Trabalha na produtora Terratreme Filmes desde 2013 e é também co-editor da Dromos Records, uma editora de música, outra das suas paixões. 

 

Filmografia:

Ascensão (curta-metragem, 2016)

Mupepy Munatim (curta-metragem, 2012)

Ninguém (curta-metragem, 2011)

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