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alma-lusa

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22
Nov20

Miguel Oliveira vence GP Portugal e faz história!!!

Miguel Oliveira vence Grande Prémio de Portugal

 

E Miguel Oliveira voltou a fazer história no motociclismo nacional e, desta vez, a festa foi feita em casa!

 

O piloto português venceu, este domingo, o Grande Prémio de Portugal de MotoGP disputado no Autódromo Internacional do Algarve, no concelho de Portimão. O melhor piloto português de motociclismo de sempre compete na MotoGP, a principal categoria do motociclismo internacional, desde 2019, sendo o primeiro português a consegui-lo. Este ano já tinha feito história quando, no passado mês de Agosto, venceu o GP da Estíria, na Áustria, e se tornou o primeiro português a vencer uma prova de MotoGP. E, este domingo, ao início da tarde, repetiu a proeza e venceu a última prova do campeonato de 2020, prova disputada em Portugal. O piloto português terminou o campeonato em 9º lugar na classificação geral.

 

Miguel Oliveira, de 25 anos, é natural da Charneca da Caparica, no concelho de Almada. A paixão pelas motos vem desde criança e Miguel Oliveira começou a competir muito cedo, tendo passado por vários escalões. Em 2019, chegou ao escalão principal, o de MotoGP, e continua a fazer história no motociclismo nacional.

 

O Grande Prémio de Portugal já não se realizava há 8 anos. Voltou a realizar-se este ano, devido à pandemia, com a presença do piloto português Miguel Oliveira que venceu a prova e fez soar "A Portuguesa".

 

PARABÉNS, MIGUEL OLIVEIRA!!!

 

VIDEO: Miguel Oliveira Faz História Ao Vencer o Grande Prémio De Portugal

 

22
Nov20

Jorge Fonseca e Rochele Nunes conquistam medalhas de bronze nos Europeus de Judo

Jorge Fonseca, campeão mundial de judo, testa positivo à covid-19

Jorge Fonseca

 

Este sábado, Portugal conquistou mais duas medalhas nos Europeus de Judo, em Praga, na República Checa. 

 

Depois da prata conquistada por Telma Monteiro, juntam-se mais duas medalhas de bronze de Jorge Fonseca e Rochele Nunes.

 

Jorge Fonseca, campeão mundial em 2019, conquistou o bronze ao derrotar o georgiano Varlam Liaperteliani, por ippon, no prolongamento do combate.

 

Rochele Nunes venceu a bósnia Laria Ceric por ippon e conquistou a medalha de bronze.

 

Benfica Rochele Nunes Bronze Grand Slam Brasília Judo - SL Benfica

Rochele Nunes

22
Nov20

CINE TV: A Uma Hora Incerta (RTP1 - 00h20)

A Uma Hora Incerta

 

Ano: 2015

Realização e Argumento: Carlos Saboga

Direcção de Fotografia: Mário Barroso

Direcção de Arte: Zé Branco

Música: Alain Jomy (França)

Produtor: Paulo Branco

Produção: Leopardo Filmes

 

Elenco: Joana Ribeiro, Paulo Pires, Judith Davis (França), Grégorie Leprince-Ringuet (França), Filipa Areosa, Pedro Lima, Ana Padrão, Joana de Verona, João Paulo Santos, Pedro Crawford

 

Sinopse: 1942. No Portugal salazarista, dois refugiados franceses, Boris e Laura, são presos. O inspector Vargas, sentindo-se atraído pela jovem mulher, decide escondê-los em sua casa: um hotel vazio onde vive com a filha, Ilda, e a mulher, gravemente doente. Ilda descobre a presença dos refugiados e, consumida pelo ciúme, tenta fazê-los desaparecer a todo o custo...

 

22
Nov20

TV: MotoGP Grande Prémio de Portugal c/ Miguel Oliveira (Sport TV2 - 14h00)

MotoGP GRANDE PRÉMIO PORTUGAL

 

O Grande Prémio de Portugal MotoGP está de volta ao nosso país para a sua ronda final, no Autódromo Internacional do Algarve, no concelho de Portimão.


A prova rainha do motociclismo volta a Portugal, entre 20 e 22 de Novembro, com emoções únicas sobre duas rodas e, entre os melhores pilotos do mundo, está o português Miguel Oliveira. 

 

Miguel Oliveira, de 25 anos, é natural da Charneca da Caparica, no concelho de Almada. A paixão pelas motos vem desde criança e Miguel Oliveira começou a competir muito cedo, tendo passado por vários escalões. Em 2019, chegou ao escalão principal, o de MotoGP, e tornou-se o primeiro português a disputar o principal campeonato do mundo de motociclismo de velocidade.

 

No passado mês de Agosto, Miguel Oliveira fez história ao vencer o Grande Prémio da Estíria, na Áustria, tornando-se o primeiro português a vencer uma prova de MotoGP. Mas o piloto luso continua a fazer história e, este sábado, conseguiu alcançar a pole position, sendo o primeiro português a consegui-lo no MotoGP, o que fará com que, este domingo, comece a corrida do GP Portugal na primeira posição de partida. 

 

FORÇA, MIGUEL OLIVEIRA!!!

Miguel Oliveira vence o GP da Áustria e faz história no motociclismo  nacional - Anotícia

Miguel Oliveira

 

22
Nov20

DOC TV: Douro Internacional - A Fronteira Selvagem (RTP1 - 11h40)

Douro Internacional - A Fronteira Selvagem

 

No Nordeste de Portugal, onde um dos grandes rios da Península Ibérica entra em território português, está uma das regiões mais selvagens e inóspitas do nosso país.


O Rio Douro cravou o seu lugar por entre o planalto transmontano, formando as grandes escarpas que se erguem do seu leito. Esta fantástica e deslumbrante paisagem é hoje o lar de algumas das nossas espécies de animais mais icónicas e ameaçadas e grande parte dela constitui o magnífico Parque Natural do Douro Internacional.


Fique a conhecer o Douro selvagem como nunca antes.

21
Nov20

NOVO ÁLBUM: "Sozinhos à Chuva" - D.A.M.A.

D.A.M.A. – Sozinhos à Chuva Lyrics | Genius Lyrics

 

Os D.A.M.A. são Miguel Cristovinho, Miguel Coimbra e Francisco Pereira (Kasha). O quarto registo de originais do grupo, natural de Lisboa, conta com participações de Bárbara Bandeira, Carolina Deslandes, Ivo Lucas, Lutz, Mike 11, Nelson Freitas e T-Rex. "Sozinhos à Chuva" apresenta 19 novos temas e foi produzido por BloBlip Studios e Meoli, misturado por Rodrigo Crespo e Michael "Mic" Ferreira, e masterizado por Michael "Mic" Ferreira.

 

Fã corrige Português de música dos D.A.M.A. e banda responde assim -  MoveNotícias

Miguel Cristovinho, Miguel Coimbra e Francisco "Kasha" Pereira

 

21
Nov20

LETRAS LUSAS: "D. Carlos", de Rui Ramos

Bertrand.pt - D. Carlos

 

Editora: Temas e Debates

 

Sinopse: D. Carlos I (1863-1908) foi um dos mais inteligentes e capazes reis do seu tempo, quando a Europa era ainda, com excepção da França e da Suíça, um conjunto de monarquias.


D. Carlos correspondia bem, pelas suas ideias e interesses, ao tipo do fidalgo liberal, o equivalente português da aristocracia whig inglesa. Tinha 26 anos quando foi aclamado rei, a 19 de Outubro de 1889, e apenas 44 quando foi assassinado, a 1 de Fevereiro de 1908. Como já acontecera a seu pai, teve de viver com um movimento político entre os seus súbditos que se propunha abertamente destruir a monarquia.

Nos seus últimos dias, porém, julgou que estava no caminho certo para assegurar a continuidade da monarquia constitucional, através de uma renovação das lideranças partidárias e de uma reafirmação dos princípios do liberalismo, sinceramente por si partilhados. Independente, sensato e corajoso, conseguia suportar grandes pressões e tomar decisões arriscadas quando se impunham. Morreu por causa das suas qualidades, não por causa dos seus defeitos.

 

Rui Ramos | Raquel Varela

 

Rui Ramos nasceu em Torres Vedras, em 1962. É licenciado em História pela Universidade Nova de Lisboa e doutor em Ciência Política pela Universidade de Oxford, Inglaterra. Actualmente é investigador principal do quadro do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. A par da carreira de investigação, tem ensinado na Universidade Católica Portuguesa, Universidade Nova de Lisboa, Universidade de Évora e Wadham College da Universidade de Oxford. É autor de dezenas de artigos, publicados em revistas científicas portuguesas e estrangeiras, sobre temas como a história da alfabetização em Portugal, os intelectuais portugueses no século XIX, a cultura política do liberalismo, o imaginário do colonialismo português contemporâneo ou a instituição da cidadania em Portugal. Foi um dos fundadores e membro do conselho de redacção da revista Penélope. Revista de História e Ciências Sociais, entre 1988 e 2006. Entre outros livros, publicou A Segunda Fundação (1890-1926), volume VI da História de Portugal, dirigida por José Mattoso (1994; 2.ª edição em 2001), e João Franco e o Fracasso do Reformismo Liberal, 1884-1908 (2001). Foi um dos coordenadores do Dicionário Biográfico Parlamentar. A Monarquia Constitucional, 1834-1910 (2004-2005). Em Outubro de 2002, a Academia Europaea outorgou-lhe a distinção de Burgen Scholar em reconhecimento pela excelência da sua obra académica. Em 2009 recebeu o Prémio D. Dinis, conjuntamente com Bernardo de Vasconcelos e Sousa e Nuno Gonçalo Monteiro, pela obra História de Portugal. A 7 de Junho de 2013, foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

21
Nov20

CINE TV: Balada da Praia dos Cães (RTP2 - 00h10)

A Balada da Praia dos Cães

 

Ano: 1987

Realização: José Fonseca e Costa

Argumento: José Fonseca e Costa, António Larreta, Pedro Bandeira Freire (adaptação do romance de José Cardoso Pires)

Produção: António da Cunha Telles

Música: Alberto Iglésias

 

Elenco: Raul Solnado, Assumpta Serna (Espanha), Patrick Bauchau (Bélgica), Carmen Dolores, Henrique Viana, Pedro Efe, Sergi Mateu (Espanha), Mario Pardo (Espanha), Cucha Carvalheiro, Melim Teixeira, Luís Santos, Francisco Pestana, Teresa Mónica, Manuel Cavaco, F. Quiroga

 

Sinopse: Em 1960, numa praia, é descoberto um corpo em adiantado estado de decomposição, que os cães vadios rodeiam com indiferença. O cadáver é identificado como sendo o do major Dantas (Patrick Bauchau), um homem procurado pelas autoridades após a sua evasão de uma prisão militar onde aguardava julgamento por insurreição. Apesar de se tratar de um caso da alçada da PIDE, as investigações são entregues à Polícia Judiciária, concretamente, ao Chefe de Brigada Elias Santana (Raul Solnado). Este, a pouco e pouco, vai reconstituindo, imaginando e deduzindo o que se terá passado após a fuga do major e dos seus dois cúmplices, o arquitecto Fontenova (Sergi Mateu) e o cabo Barroca (Pedro Efe), executada com a ajuda no exterior da amante do major, Mena Ataíde (Assumpta Serna), uma mulher sedutora e misteriosa que o pode levar à perdição. De interrogatório em interrogatório, Elias vai penetrando nas personalidades dos suspeitos, descobrir quem matou o major e, sobretudo, se foi um crime político ou passional...

 

 

21
Nov20

TV: The Art of Losing (RTP2 - 23h25)

The Art of Losing

 

Autoria: Luís Malaquias (a partir da peça de São Castro)

Realização: Cristina Ferreira Gomes

Música: São Castro

Produção: Mares do Sul

 

Intérpretes: Beatriz Rousseau, Bruno Duarte, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias, Mariana Romão

 

Sinopse: Vídeo-dança a partir de uma ideia original de Luís Malaquias tendo como base uma criação de São Castro.

 

Seis bailarinos. Uma floresta que ardeu. Vídeo-dança a partir da coreografia de São Castro para a Companhia de Dança de Almada, filmado no devastado Pinhal de Leiria e com realização de Cristina Ferreira Gomes.

 

"A arte de perder não é difícil de se dominar". Assim começa um dos mais profundos e melancólicos poemas escritos por Elizabeth Bishop, uma das mais importantes poetisas norte-americanas do século XX. Esta ideia de habilidade especial para se lidar com a perda convoca a uma reflexão sobre a nossa relação com o mundo e a experiência, com a mutabilidade de tudo e o inevitável.


A partir da dança "The Art of Losing", da coreógrafa São Castro, o filme cria uma nova narrativa sobre a perda. O poema "One Art", de Elizabeth Bishop, é o ponto de partida para esta obra que ensaia uma reflexão cinematográfica sobre a dança.


O projeto da Companhia de Dança de Almada (Ca.DA) partiu de uma ideia original de Luís Malaquias e tem como base a criação de São Castro. O convite à realizadora Cristina Ferreira Gomes surgiu na sequência do seu trabalho sobre a dança contemporânea e da afinidade sentida entre criadores e bailarinos.


Através da interdisciplinaridade e complementaridade de linguagens e métodos, procurou-se criar uma nova obra sobre uma temática de grande profundidade, que pretende contribuir para consciencializar/alertar para questões de foro ambiental, social e cultural. Integralmente filmado no Pinhal de Leiria, reflecte sobre a importância de saber como lidar com a perda.

 

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