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alma-lusa

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25
Mai11

"TAHRIR - Os Dias da Revolução", de Alexandra Lucas Coelho

 

«A autora de Caderno Afegão e Viva México viveu a Revolução do Egipto no Cairo. Esteve na praça Tahrir e foi da praça Tahrir que viu Hosni Mubarak cair do poder e todo um país celebrar. Tahrir - Os Dias da Revolução não é uma reportagem, é o relato inédito dessa experiência. Um retrato dos dias de Fevereiro de 2011 em que um povo tentou mudar o destino do seu país, reacendendo o ímpeto revolucionário pelo mundo.

 

"A revolução venceu ao fim de 18 dias insones e tensos. E no dia a seguir qual é a tarefa mais importante? Limpar o lixo como quem limpa 30 anos. Onde antes afundávamos os pés em plástico e entulho, agora não há uma beata. [...] Mais, que é aquilo? Tinta fresca? Sim, raparigas e rapazes e crianças a pintarem os separadores de trânsito, devolvendo-lhes listas brancas e pretas. E ajoelham-se para isso, quando necessário, porque é o país deles."»

 

 

TAHRIR - Os Dias da Revolução é o 3º livro da jornalista Alexandra Lucas Coelho editado pela Tinta-da-China e, tal como acontecera com Caderno Afegão e Viva México, adorei lê-lo! A escrita simples e, ao mesmo tempo, pormenorizada, de Alexandra Lucas Coelho transporta-nos para os locais que a jornalista nos descreve e faz-nos sentir como nossas as sensações vividas pela autora. Um relato vibrante, contado na primeira pessoa, da Revolução do Egipto, um dos acontecimentos mais importantes e significativos deste ano e deste início de século. De leitura obrigatória!

 

 

«Alexandra Lucas Coelho nasceu em Dezembro de 1967, em Lisboa. Estudou teatro no IFICT e licenciou-se em Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa. Estreou-se na rádio nos anos 80. Foi jornalista da RDP de 1991 a 1998 e, desde então, está no jornal Público, onde editou os suplementos "Leituras" e "Mil Folhas", co-editou a Cultura e actualmente integra a equipa Grandes Repórteres. Em 2001 começou a viajar com regularidade pelo Médio Oriente e pela Ásia Central. Em 2005-2006 esteve seis meses baseada em Jerusalém como correspondente. Foram-lhe atribuídos prémios de reportagem do Clube Português de Imprensa, Casa da Imprensa e o Grande Prémio Gazeta 2005. Publicou Oriente Próximo (Relógio d'Água, 2007), narrativas jornalísticas entre israelitas e palestinianos. Na colecção de literatura de viagens da Tinta-da-China publicou Caderno Afegão: Um Diário de Viagem (2009) e Viva México (2010). Desde o final de 2010, vive no Rio de Janeiro como correspondente do jornal Público

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