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08
Jul25

TEATRO: Reparations Baby! (Teatro Variedades, Lisboa - 9 a 27 Julho)

Bilhetes Reparations Baby! - Teatro Variedades

 

 

Texto e Direcção: Marco Mendonça

Cenografia: Pedro Azevedo

Figurinos: Aldina Jesus, Pedro Azevedo

Música Original: Mestre André

 

Interpretação: Ana Tang, Bernardo de Lacerda, Danilo da Matta, June João, Márcia Mendonça, Stela, Vera Cruz

Participação especial: Cláudio Castro, David Esteves, José Neves e Pedro Gil

 

Sinopse: «O conquistador escreve a História. Eles vieram, dominaram e escreveram. Não se espera que as pessoas que vieram para nos invadir escrevam a verdade sobre nós.» (Miriam Makeba)

 
É noite de estreia de um novo concurso de televisão. Três concorrentes adivinham as perguntas para as respostas que aparecem num placard luminoso, um pouco ao estilo de Jeopardy!, mas para um público mais abrangente. E, por mais abrangente, entenda-se menos branco, pois trata-se do primeiro game show português em que apenas participam concorrentes negros. A polémica instalou-se assim que o programa foi anunciado, mas os milhões de lembretes de gravação nas boxes da lusofonia fazem antever um sucesso de audiência.
 
Entre segmentos de teoria anti-racista, cultura pop luso-africana e trivia colonial, nasce Reparations Baby!, um programa que pretende revolucionar o prime time português.
 
 

 

 
08
Jul25

CINE TV: Amadeo (RTP1 - 23h55)

Imagem de Amadeo

 

Ano: 2023

Realização e Argumento: Vicente Alves do Ó

Direcção Fotografia: Rui Poças

Produção: Ukbar Filmes

 

Elenco: Rafael Morais, Ana Lopes, Ricardo Barbosa, Lúcia Moniz, Rogério Samora, Ana Vilela da Costa, Raquel Rocha Vieira, José Pimentão, Pedro Lamares, Manuela Couto, Eunice Muñoz, Carolina Amaral, Diogo Branco, João Cachola, Sara Carinhas, Carla Chambel, Laura Frederico, Jorge Vaz Gomes, Luciano Gomes, Duarte Grilo, Vítor Jardim, José Neves, Mariana Pacheco, Elmano Sancho, Carmen Santos, Hugo Nicholson Teixeira

 

Sinopse: Amadeo (Rafael Morais) e Lucie (Ana Lopes) vivem uma grande história de amor quando a Primeira Guerra e a Gripe Espanhola fustigam a Europa. O pintor inspira-se em momentos do seu quotidiano para reter o futuro que sonha pintar. Paisagens, cães, bailaricos e beijos inspiram dezenas de quadros. Vive-se um mundo em mudança, entre o estúdio em Manhufe e as festas em Paris; fazem-se as primeiras exposições, lançam-se planos para o futuro, e Amadeo pinta incessantemente. A sua vida é mais do que intensa: repleta de dor e amor, é fugaz.

 

Amadeo_de_Souza_Cardoso_with_tie_and_looking_right

 

Amadeo de Souza-Cardoso nasceu a 14 de Novembro de 1887, em Manhufe, no concelho de Amarante. Em 1905 matriculou-se em Arquitectura, em Lisboa, mas, ao partir para Paris, no ano seguinte, prevaleceu a vocação da pintura. Realizou a primeira exposição no seu atelier parisiense, juntamente com o pintor italiano Modigliani, de quem se tornara amigo. Também estabeleceu laços de amizade com Robert Delaunay, Juan Gris e Max Jacob, entre outros. Expõe depois em Berlim, publica o álbum XX Dessins, ilustra o manuscrito de La légende, de Flaubert, e em 1913 é seleccionado para participar na exposição que levaria a conhecer o modernismo europeu aos Estados Unidos - o Armory Show. Amadeo incorpora na sua pintura elementos das novas tendências da arte - o expressionismo, o cubismo, o futurismo, o abstraccionismo -, assim como elementos da arte africana, da tapeçaria oriental, da iluminura, da ilustração. Da abstracção do cubismo passa para o expressionismo alemão em Máscara de Olho Verde (1914). Durante a Primeira Grande Guerra refugiou-se em Amarante. A presença de Sonia e Robert Delaunay, em Vila do Conde, a contemporaneidade do movimento do Orpheu e do Futurismo, de artistas como Eduardo Viana, José de Almada-Negreiros e Santa-Rita Pintor, criaram um momento especial na pintura portuguesa desses anos conturbados. Em o Cristo Vermelho, de 1918, e nos últimos quadros, sintetiza as várias estéticas que abordara, integrando elementos picturais da imagística popular. Amadeo de Souza-Cardoso faleceu a 25 de Outubro de 1918, com apenas 30 anos, vítima da febre pneumónica. Apesar da sua curta vida e carreira, é considerado o pintor mais representativo do modernismo português do princípio do século XX.

 

 

 

 

08
Jul25

ESTREIA TV: Sérgio Varella-Cid - Um Prodígio no Fim da Navalha (RTP2 - 22h55)

Imagem de Sérgio Varella Cid - Um Prodígio no Fio da Navalha

 

Autoria: Telma Teixeira da Silva

Guião e Entrevistas: Anabela Almeida

Realização: António Teixeira da Silva

Produção: Panavideo

 

Sinopse: Série documental de 2 episódios que nos conta quem foi Sérgio Varella-Cid, como se tornou um dos mais brilhantes pianistas internacionais, a vida dupla que levou e que mistérios ditaram o seu desaparecimento. Um percurso que começou em Lisboa, continuou em Londres e teve o seu fim em São Paulo. Ou não...

Terça e quarta, às 22h55, na RTP2. 

 

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