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alma-lusa

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27
Fev24

LETRAS LUSAS: "O General que começou o 25 de Abril dois meses antes dos Capitães", de João Céu e Silva

O General que Começou o 25 de Abril Dois Meses Antes dos Capitães - 1

 

Editora: Contraponto

 

Sinopse: Cinquenta anos depois do 25 de Abril, e recorrendo a testemunhos inéditos de intervenientes directos no processo, João Céu e Silva revela-nos como começou a Revolução que fez cair a ditadura.

Ainda hoje muitos não sabem que foi um livro que deu origem ao acontecimento que mudou o país em 1974 e que bastou ao mais prestigiado general português de então apenas uma frase-choque para derrubar em poucos dias o Regime: «A vitória exclusivamente militar é inviável.» Esta declaração do general António de Spínola no seu livro Portugal e o Futuro, sobre a guerra no Ultramar, arrasou por completo a credibilidade do Governo de Marcello Caetano e provocou um autêntico terramoto no país.

A obra, lançada a 22 de Fevereiro de 1974, apresentava uma reflexão demolidora sobre a situação nacional e o futuro das colónias feita por quem melhor os conhecia e teve uma repercussão social e política inédita na sociedade portuguesa. Em poucos dias, os duzentos e trinta mil portugueses que compraram o livro compreenderam que o Estado Novo não tinha soluções para a grave crise que Portugal atravessava e que o Regime estava preso por um fio.

Espalhando-se pelo país como fogo em mato seco, as propostas do general em Portugal e o Futuro abriram o caminho que os capitães de Abril traçariam dois meses depois, no golpe que fez por fim cair o Regime e que o povo português, que acorreu em massa às ruas, transformou numa revolução. Os capitães concederam-lhe a honra de receber o poder das mãos do sucessor de Salazar e nomearam-no presidente da Junta de Salvação Nacional. No entanto, à primeira oportunidade, o general foi descartado e Spínola não foi capaz de fugir à maldição que lhe estava destinada por se ter antecipado em dois meses ao fazer apenas com palavras um primeiro 25 de Abril.

Um livro surpreendente e polémico que nos mostra os verdadeiros bastidores da Revolução.

 

João Céu e Silva - Lisboa, Lisboa, Portugal | Perfil profissional | LinkedIn

 

João Céu e Silva nasceu em Alpiarça, em 1959, e viveu no Rio de Janeiro, onde se licenciou em História. Desde 1989 que é jornalista e colaborador do Diário de NotíciasUma Longa Viagem com Vasco Pulido Valente é o sexto volume de uma série, que conta com outros autores: José Saramago, António Lobo Antunes, Miguel Torga, Álvaro Cunhal e Manuel Alegre. Além da investigação literária, tem a histórica: Álvaro Cunhal e as Mulheres que Tomaram Partido1961 – O Ano que Mudou Portugal1975 – O Ano do Furacão Revolucionário e Fátima – A Profecia Que Assusta o Vaticano. Em 2013, recebeu o Prémio Literário Alves Redol com o romance A Sereia Muçulmana. Na ficção publicou também 28 Dias em AgostoA Hora da IlusãoAdeus, África A Segunda Vida de Fernando Pessoa. Em 2022, com o romance Guadiana, venceu o Prémio Joaquim Mestre da Associação de Escritores do Alentejo.

26
Fev24

LETRAS LUSAS: "Oriente Próximo", de Alexandra Lucas Coelho

Oriente Próximo - 1

 

 

Editora: Caminho

 

Sinopse: «Oriente Próximo, o primeiro livro que publiquei, é um volume de não-ficção sobre Israel/Palestina, situado entre 2005 e 2007. Muito mudou desde então, e dramaticamente a 7 de Outubro de 2023, com o ataque do Hamas no Sul de Israel. Mas o que vivemos agora já se anunciava nestas páginas. Elas passam a guardar a origem do que está a acontecer e o que desapareceu entretanto. O mesmo livro, revisto quanto a redacção e paginação, agora com mapa e índice onomástico.


Termino a revisão ao voltar de um mês de reportagem na Cisjordânia Ocupada, no Estado de Israel e em Jerusalém. A Faixa de Gaza continua interdita a jornalistas de fora (com excepção dos inseridos nas forças israelitas, mediante censura), após mais de 100 dias de bombardeamentos que mataram dezenas de repórteres palestinianos. Mais de dois milhões de pessoas estão a morrer à fome, no meio de destroços e doença (incluindo cerca de 130 reféns israelitas). E o mundo continua incapaz de impor o cessar-fogo.


Uma tragédia sem precedentes. Em Israel/Palestina, mas também para o jornalismo, para as convenções e organizações de Direitos Humanos. Para a Europa, de que estas fronteiras são filhas. Para o que significa estar vivo em conjunto. O verso de Tom Waits que em 2007 escolhi para epígrafe parece fazer mais sentido do que nunca: Maybe God himself he needs all of our help.


Os direitos de autor relativos a esta edição foram já entregues à família do meu tradutor e anfitrião de muitas reportagens em Gaza, como as aqui publicadas.»

A. L. C., Janeiro de 2024

 

Alexandra Lucas Coelho | Jornalista | PÚBLICO

 

Alexandra Lucas Coelho nasceu em Lisboa, em 1967. Tem vários livros publicados, entre romances, não-ficção e infanto-juvenis. Estudou Comunicação na Universidade Nova de Lisboa, Teatro no IFICT e foi mestranda no Centro Arqueológico de Mértola (Portugal Islâmico e o Mediterrâneo). Trabalhou dez anos em rádio, e vinte no jornal Público, como repórter, cronista, editora e correspondente (em Jerusalém e no Rio de Janeiro). Recebeu vários prémios de jornalismo e de literatura. Apresenta, na RTP3, o programa Volta ao Mundo em Cem Livros.Desfilou pela Mangueira no Carnaval de 2019, ano em que a verde-e-rosa foi campeã com um samba sobre os indígenas, os negros, as Marielles que lutaram nestes 500 anos.

26
Fev24

SOCIEDADE CIVIL - Surf (RTP2 - 14h00)

Surf-Spots in Portugal - Falstaff TRAVEL

 

O Surf terá um impacto anual de cerca de 500 milhões de euros. Dizem-se os embaixadores do mar e Portugal é reconhecido internacionalmente como um destino para a prática. No próximo Sociedade Civil, falaremos de Surf, sustentabilidade e economia.

25
Fev24

MUSICAL: A Madrugada Que Eu Esperava (Teatro Maria Matos, Lisboa - até 28 Abril/ Coliseu do Porto - 30 e 31 Maio)

A MADRUGADA QUE EU ESPERAVA | Imperdível

 

Texto: Hugo Gonçalves

Música: Bárbara Tinoco e Carolina Deslandes

Encenação: Ricardo da Rocha 

Direcção Actores: Maria Henrique

Movimento: Rita Spider

Composição Interlúdio: Filipe Melo

Cenário: Joana Sousa

Figurinos: Andy Dyo

Desenho de luz: Daniel Cardoso

Sonoplastia: Sara Braz

Produção: Força de Produção e Primeira Linha

 

Elenco: Bárbara Tinoco, Brienne Keller, Carolina Deslandes, Dinarte Branco, Diogo Branco, João Maria Pinto, Jorge Mourato, José Lobo, JP Costa, Maria Henrique, Mariana Lencastre

 

Músicos: Feodor Bivol, Marco Pombinho, Miguel Casais, Rui Pedro Pity, Sandra Martins

 

Sinopse: Lisboa, 1971


Olívia (Bárbara Tinoco/Carolina Deslandes) e Francisco (Diogo Branco) conhecem-se e apaixonam-se num grupo de teatro amador que está a produzir uma versão musical de Romeu e Julieta. Olívia tem ideais políticos fortes que se reflectem na sua oposição activa à ditadura. Francisco é um rapaz introvertido, sonha ser actor de comédia – acredita que o riso é a mais eficaz arma de subversão – e vai aos ensaios às escondidas, porque o pai não aprova as suas aspirações artísticas. 

Será que podemos conhecer a pessoa certa no momento errado? 
O amor move mesmo montanhas, ou da paixão ardente só fica a cinza?

O musical A MADRUGADA QUE EU ESPERAVA leva a palco uma clássica e universal história de amor, onde os protagonistas são obrigados a enfrentar o conflito entre o que sentem e o que acreditam.

 

Carolina Deslandes e Bárbara Tinoco dão corpo a Olívia, uma das protagonistas deste enredo romântico, alternando o papel com o de Clara, sua irmã. Desta forma, a actriz que interpreta Olívia mudará de dia para dia, sendo umas vezes Carolina Deslandes e outras Bárbara Tinoco. Ambas as actrizes estarão em palco em todas as apresentações do espectáculo, quer no papel de Olívia, quer no de Clara, salvo em datas excepcionais.

 

25
Fev24

TV: Luiz Caracol ao vivo no Namouche (RTP2 - 23h00)

Luiz Caracol: Ao Vivo no Namouche

 

"Ao Vivo no Namouche" é um trabalho que resulta de um concerto intimista, gravado e filmado no mítico e histórico estúdio lisboeta Namouche. Neste projecto, Luiz Caracol reafirma a sua "musicalidade mestiça", influenciada pela Lisboa multicultural onde vive e pela ligação que sempre teve a outros países da lusofonia. O álbum situa-se entre coordenadas de pop, soul e afrobeat, sons unidos pela particular linguagem lusófona de Luiz Caracol, "um português que pertence ao mundo".


Neste novo trabalho, Luiz Caracol revela a simplicidade da sua música e a singularidade das suas composições.

 

Play Ao Vivo no Namouche by Luiz Caracol on Amazon Music

 

 

 

 

 

 

 

24
Fev24

LETRAS LUSAS: "A Última Fronteira", de André Carvalho Ramos

imagem

 

 

Editora: Oficina do Livro

 

Sinopse: A guerra na Ucrânia expôs o desinteresse da política europeia pela integração dos refugiados do Médio Oriente e de África, deixando à vista um sistema de dois pesos e duas medidas que discrimina e mata.

Para esses refugiados, a travessia do Mediterrâneo é apenas o princípio da jornada mais dolorosa da sua longa marcha. Isto para os que sobrevivem, porque há aqueles que ficam pelo caminho - alguns estão enterrados em solo europeu, sem que as famílias se consigam despedir deles, outros jazem em parte incerta, com os seus corpos por encontrar.

Este livro é o resultado de uma investigação de oito anos levada a cabo por André Carvalho Ramos, jornalista da TVI e da CNN Portugal, em várias rotas migratórias e numa dezena de países, de Portugal à Palestina, da Grécia à Ucrânia, passando pela Alemanha, Polónia ou Roménia.

Um testemunho completo e desconcertante, onde se escuta a voz de quem mais sofre e se pressente que uma Europa-fortaleza jamais conseguirá travar as migrações - apenas as tornará mais perigosas e mortíferas.

 

Jornalista da TVI condenado por agressão ao ex-namorado - a Ferver - Vidas

 

André Carvalho Ramos é jornalista e recebeu mais de uma dezena de prémios e distinções nacionais e internacionais. Conquistou um Golden Nymph Award, entregue pelo Príncipe Alberto II do Mónaco, e o prémio de melhor cobertura jornalística no Festival de Televisão de Veneza. Acompanhou as diferentes vagas migratórias na Europa e esteve em cenários de conflito, como a Ucrânia e a Palestina. Especializou-se em política europeia e refugiados e, inspirado neste livro, realizou o documentário A Última Fronteira, finalista do Prémio Gabo, uma das distinções internacionais de jornalismo mais relevantes a nível mundial, instituído pela fundação do escritor e Nobel da Literatura Gabriel García Márquez.

24
Fev24

DOC TV: Objectos de Luz (RTP2 - 23h40)

Objectos de Luz

 

Realização: Acácio de Almeida e Marie Carré

Direcção Fotografia: Acácio de Almeida

Produção: Bando à Parte (Rodrigo Areias)

 

Com: Óscar Cruz, Isabel Ruth, Luis Miguel Cintra, Luzia Valente, Manuel Mozos, Sónia Gonçalves, Ruben Roma, Leonor Afonso, Andreia Nunes 

 

Sinopse: Uma ode à história do cinema português, um filme do cineasta português Acácio de Almeida e da actriz e cineasta francesa Marie Carré.

 

A evocação da luz no cinema, matéria-prima da obra de Acácio de Almeida, um dos mais importantes directores de fotografia da cinematografia portuguesa, leva-o a novas reflexões sobre a sua essência e as suas múltiplas manifestações, percorrendo as memórias construídas através dos mais de 150 filmes em que trabalhou.


Uma ode à história do cinema português que presta homenagem aos actores e actrizes que Acácio de Almeida iluminou durante a sua carreira, um filme sobre o seu trabalho e sobre a importância da luz no cinema.


Acácio de Almeida estreia-se na realização ao lado de Marie Carré, sua companheira de longa data, num filme que revela a paixão do casal de realizadores pelo cinema.

 

 

24
Fev24

TV: Festival da Canção 2024 - 1ª semi-final (RTP1 - 21h00)

1ª Semifinal

 

 

Este sábado, disputa-se a 1ª semi-final do Festival da Canção 2024. São 10 os temas a concurso em busca de um lugar na final onde se irá escolher o representante português no Festival Eurovisão da Canção que, este ano, terá lugar em Malmö, na Suécia. Este ano, celebram-se ainda os 60 anos do Festival RTP da Canção. 

 

O painel do júri das semi-finais será composto por: Gisela João (cantora), Benjamin (músico), Lia Pereira (jornalista), Miguel Esteves Cardoso (escritor), Lura (cantora), Pedro Oliveira (músico) e Mimicat (cantora e vendora do Festival da Canção 2023.)

 

Na 1ª semi-final estarão a concurso: Nena, Perpétua, MELA, Mila Dores, LEFT., Rita Rocha, Noble, João Borsch, iolanda e Bispo. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

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