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alma-lusa

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07
Dez23

LINHA DA FRENTE - A Rota Africana (RTP1 - 21h00)

A Rota Africana

 

Mestiços, negros, morenos, de pele forte, cabelo em carapinha e tantas outras características que ainda hoje contam a história dos antepassados que foram trazidos como escravos para Portugal no século XV e que por cá ficaram. Ajudaram na construção de um país, da sua cultura e gastronomia.


"A Rota Africana" junta alguns testemunhos da presença e influência africana em Portugal, leva numa viagem de encontro ao que se traduz neste país multicultural.

06
Dez23

TEATRO: A Missão da Missão (Teatro do Bairro Alto, Lisboa - 7 a 16 Dezembro)

Aurora-Negra_MdaM_web©Patricia Black

 

Texto: Aurora Negra

Direcção Artística e Criação: Cleo Diára, Isabél Zuaa e Nádia Yracema

Figurinos: Eloísa d'Ascensão 

Sonoplastia e composição original: Carolina Varela e Cire Ndiaye 

Vídeo: Heverton Harieno (Brasil)

 

Interpretação: Ana Valentim, Aisha Noir (Brasil), Cleo Diára, Isabél Zuaa, Nádia Yracema, Rita Cruz, Romi Anuel

 

Sinopse:  O Teatro do Bairro Alto propôs ao colectivo Aurora Negra (Cleo Diára, Isabél Zuaa e Nádia Yracema) que revisitasse A Missão, do dramaturgo e escritor alemão Heiner Müller: porque foi a única peça que o Teatro da Cornucópia encenou duas vezes e, em 2023, cumprem-se 50 anos da fundação desta companhia; porque a peça fala de uma revolução (falhada) e estamos quase nos 50 anos do 25 de Abril; porque, sendo escrita por um homem branco, fala de uma revolução negra; porque a última palavra do texto é "aurora". Entretanto, o espectáculo tornou-se outra coisa.

 

«Em A Missão da Missão construímos uma revolução feminina e negra de sete mulheres em ciclos constantes de esperança. Reconhecendo a urgência de construir utopias para construir realidades mais igualitárias, A Missão da Missão tem por base os movimentos de libertação africana e a importância fundamental da participação feminina nessas lutas pela liberdade.» (Aurora Negra)

 

Este é o terceiro espectáculo do coletivo Aurora Negra, depois de Aurora Negra e Cosmos, no Teatro Nacional D. Maria II. 

 

 

06
Dez23

REPORTV - Rio de Alcatrão - Parte 2 (Sport TV+ - 23h00)

Pode ser uma imagem de texto que diz "reportv rtv RIO DE ALCATRÃO"
 
 
De norte a sul de Portugal, a Nacional 2 traz-nos um interior que tenta bater o pé à desertificação.
 
Na segunda parte do Reportv "Rio de Alcatrão", cruzamos agora o Alentejo e descemos ao Algarve para o cruzamento entre Faro e Chaves, passando por hábitos locais, petiscos e muito amor à bola no nosso futebol.
06
Dez23

TV: Simetrias - Manuel Sobrinho Simões e Júlio Machado Vaz (RTP1 - 22h00)

Simetrias

 

Fátima Campos Ferreira coloca frente-a-frente Manuel Sobrinho Simões e Júlio Machado Vaz.

 

Manuel Sobrinho Simões, patologista e investigador do cancro, e Júlio Machado Vaz, professor de Antropologia e psiquiatra. Velhos amigos e companheiros de jornada, à procura do inconsciente profundo do nosso tempo, das contradições humanas e da esperança no futuro, debatem o estado da arte da ciência médica, o impacto da tecnologia na saúde e as respostas das políticas públicas.

 

06
Dez23

RUMOS - José Sérgio (RTP África - 21h00)

José Sérgio

 

Esta semana, começamos por ir até ao Hub Criativo do Beato, um dos locais onde se realizou mais uma edição da Festa Criola, iniciativa do projecto maior Lisboa Criola.


A Casa Mocambo, em Lisboa, foi o espaço de conversa da apresentadora Paula Cardoso, que convidou José Sérgio, fotógrafo e autor do projecto "Presentes - Africanos e Afrodescendentes no Porto".


Fomos conhecer um projecto único e pioneiro em Portugal e no mundo: O SUB_BAR Academy é um curso para ensinar surdos a fazer música, com alunos portugueses, angolanos e cabo-verdianos.

 

No Vox Pop, na nossa reportagem sobre o projecto SUB BAR, não podíamos deixar de saber a opinião dos 6 alunos sobre este curso inédito.

 

A maquilhadora Patty Lemos é especialista em peles negras. Vamos conhecê-la e ao seu percurso profissional e ainda damos umas dicas de maquilhagem!

 

Terminamos com a rubrica Espaços, onde entrámos na brasileira Doce Céu Confeitaria, em Lisboa.

04
Dez23

LUSITÂNIA - Boi Vermelho (RTP1 - 21h00)

Lusitânia

 

"Lusitânia" é uma antologia de 6 episódios de fantasia/aventura. Seis histórias diferentes, baseadas em lendas de uma terra há muito perdida, agora numa série que respira fantasia, terror, comédia, drama e épico, numa tapeçaria de mitos e lendas que ajudaram a moldar o povo português de hoje. 

 

Conhece o Elenco de Boi Vermelho, de 'Lusitânia' da RTP 1

 

Episódio 4: Boi Vermelho

 

Argumento: Nuno Soler

Realização: Frederico Serra

Direcção Fotografia: João Lança Morais

Direcção Musical: Nuno Rafael e Beato

Produção: Take it Easy

Local filmagens: Sortelha (Sabugal)

 

Elenco: Allex Miranda, Madalena Aragão, Catarina Wallenstein, Sílvia Chiola, Miguel Loureiro, Miguel Moreira, António Mortágua

 

Sinopse: Sali (Allex Miranda), um emissário africano, encontra-se preso numa pousada desolada onde seis estranhos gananciosos se protegem de uma tempestade. O emissário descobrirá uma antiga conspiração que pode ter origens sobrenaturais.

Esta história foi filmada ao lado do Castelo de Sortelha, no concelho do Sabugal, região da Beira Baixa, um local que respira épico e aventura, com vistas que deslumbram quem as atreve a explorar.

 

 

Lenda d'A Moura de Algoso

Há muito tempo havia um bruxo, sabedor de práticas estranhas, com fama de homem rico. A guerra veio e o bruxo decidiu esconder o seu tesouro. Numa fonte cristã, na fonte de São João, no Algoso, concelho de Vimioso, região de Trás-os-Montes. No momento em que o bruxo escondia a fortuna no bosque, uma moura passou por ele. O homem teve medo que ela fosse revelar o esconderijo e fez-lhe um encantamento. Condenou-a a guardar o tesouro. Para sempre.

 

Nuno Soler on Behance

 

Nuno Soler é argumentista e estreia-se na escrita para televisão com a série "Lusitânia". Consumidor de contos fantásticos e séries sobrenaturais, foi à procura das origens do folclore português e encontrou muitas e diversas histórias seculares, de lendas épicas a lendas de terror, passando por lendas de comédia.

 

Argumentos Televisão:

Lusitânia (série, RTP1; 2023)

 

frederico serra.jpg

 

Frederico Serra nasceu em Lisboa, em 1964. Realizador e produtor, cursou Técnicas de Expressão e Comunicação Audiovisual, na Escola Secundária António Arroio. Frequentou workshops de Direcção de Actores, no Raindance of London, com Patrick Tucker, e de Realização em Cinema, no Four Corners Film Workshop, em Londres, com Peter Ellis. Realizador de publicidade e videoclips, co-realizou, com Tiago Guedes, as curtas-metragens O Ralo (1999) e Acordar (2001), o telefilme Alta Fidelidade (2000) e as longas-metragens Coisa Ruim (2006) e Entre os Dedos (2008). Em 2010 co-realizou, com Tiago Guedes, a série de televisão Noite Sangrenta.

 

Realização Televisão:

Lusitânia (série, RTP1; 2023)

Noite Sangrenta (série, RTP1; 2010)

Alta Fidelidade (telefilme, SIC; 2000)

03
Dez23

LETRAS LUSAS: Poesia de Mário Cesariny - Antologia

imagem

 

Editora: Assírio & Alvim

 

Sinopse: No ano do centenário do autor, a Assírio & Alvim publica Poesia de Mário Cesariny: antologia, uma revisitação de toda a obra do grande poeta surrealista pensada por Fernando Cabral Martins. Esta é a oportunidade de conhecer, texto a texto, alguns dos mais belos poemas da língua portuguesa.

POEMA

Tu estás em mim como eu estive no berço
como a árvore sob a sua crosta
como o navio no fundo do mar

 

Mário Cesariny - Portal da Literatura

 

Mário Cesariny nasceu a 9 de Agosto de 1923, em Lisboa. Foi poeta, autor dramático, crítico, ensaísta, tradutor e artista plástico. Depois de ter estudado no Liceu Gil Vicente, entrou para Arquitectura da Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa, onde frequentou o primeiro ano, e mudou depois para a Escola de Artes Decorativas António Arroio. Depois de ter frequentado esta escola, prosseguiu estudos de Belas-Artes em Paris, tendo, ainda, estudado música com o compositor Fernando Lopes-Graça.

 

Figura maior do surrealismo português, a influência que viria a exercer sobre as gerações poéticas reveladas nas décadas posteriores aos anos 50, período durante o qual publicou alguns dos seus títulos mais significativos, ainda não foi suficientemente avaliada. Promoveu a técnica conhecida por "cadáver esquisito", que consistia na elaboração de uma obra por um grupo de pessoas, num processo em cadeia criativa, na qual cada uma dava seguimento à criatividade da anterior, resultando numa espécie de colagem de palavras, a partir apenas de um acordo inicial quanto à estrutura frásica. Colaborou em várias publicações periódicas como Jornal de Letras e Artes e Cadernos do Meio-Dia, entre outras. Começou por se interessar pelo movimento neo-realista - ainda que essa breve incursão não tenha ultrapassado mais que uma postura irónica e paródica, firmada em Nicolau Cansado Escritor - para, em 1947, regressado de Paris, onde frequentou a Academia de La Grande Chaumière e onde conheceu André Breton, fundar o movimento surrealista português.


A sua postura polémica na defesa de um surrealismo autêntico levou-o, porém, a deixar o grupo no ano seguinte, para criar, com Pedro Oom e António Maria Lisboa, o grupo surrealista dissidente. Como um dos principais críticos e teóricos do movimento surrealista, manteve, ao longo da sua carreira, inúmeras polémicas literárias, quer contra os detractores do surrealismo quer contra os que, na prática literária, o desvirtuavam.

 

A sua obra poética começou por reflectir, em Corpo Visível ou Discurso Sobre a Reabilitação do Real Quotidiano, o gosto pela observação irónica da realidade urbana que, fazendo-se eco de Cesário Verde, constitui ainda uma fase pouco significativa relativamente a volumes próximos da prática surrealista como Manual de Prestidigitação. Aí, a mordacidade e o absurdo, o recurso ao insólito, aliados a uma discursividade que raramente envereda por um nonsense radical, como ocorre na obra de António Maria Lisboa, permitem estabelecer, como nenhum outro autor da década de 50, um ponto de equilíbrio entre o primeiro modernismo e a revolução surrealista.


No domínio do teatro, em Um Auto Para Jerusalém, pastiche de um conto de Luiz Pacheco, revela a influência de Pirandello ou da prática teatral de Alfred Jarry. No fim da década de 60 e início de 70, Mário Cesariny encetou um trabalho de reposição da verdade histórica do movimento surrealista, coligindo os seus manifestos, editando a obra poética inédita de alguns dos seus representantes e dando ao prelo textos seus datados do período de maior envolvimento com a teoria e prática do surrealismo, como 19 Projectos de Prémio Aldonso Ortigão seguidos de Poemas de Londres (1971), Primavera Autónoma das Estradas (1980) ou Titânia (1977).

 

Em 2005, recebeu a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, entregue pelo então Presidente da República, Jorge Sampaio, e, em Novembro desse mesmo ano, foi galardoado com o Grande Prémio Vida Literária, uma homenagem à sua notável contribuição para a literatura portuguesa. Mário Cesariny morreu a 26 de Novembro de 2006, em Lisboa.
 
03
Dez23

TV: Prémios Jovens Músicos - Duarte Ventura Quinteto & L.U.M.E. (RTP2 - 23h05)

Prémios Jovens Músicos - Quinteto Duarte Ventura & Lume

 

Concerto Jazz Combo com Duarte Ventura Quinteto e L.U.M.E.

 

Sob a liderança do vibrafonista Duarte Ventura, o combo Duarte Ventura Quinteto, grupo laureado do Prémios Jovens Músicos 2023 na categoria Jazz Combo, reúne músicos que partilham interesses e perspectivas musicais comuns e que se juntaram para dar o seu contributo para a música de conjunto. O grupo apresentou-se pela primeira vez em quarteto no Verão de 2022, com Miguel Valente no saxofone alto, José Almeida no contrabaixo e Luís Possollo na bateria. Um ano mais tarde, com o objectivo de expandir o seu suporte harmónico, o grupo passou a integrar também o pianista Miguel Meirinhos, convertendo-se numa formação de quinteto. O repertório apresentado, da autoria de Duarte Ventura, procura reflectir a música por este ouvida e vivida até ao presente. Com o contributo dos restantes membros do grupo, os temas de Ventura irão tornar-se em algo mais abstracto, consistindo numa constante exploração dos limites da música.


O L.U.M.E. - Lisbon Underground Music Ensemble é um grupo de 15 músicos, com direcção do compositor Marco Barroso, que tem o objectivo de criar um espaço de expressão de música original, num contexto estético particular. Constituído por alguns dos músicos mais experientes da cena jazz e erudita nacional, o L.U.M.E. apresenta um repertório próprio criado pelo seu fundador. Seja por uma dramatização (muitas vezes irónica) das práticas e vocabulários que passam pelo jazz, rock ou música erudita, seja pela incursão no experimentalismo, a música do L.U.M.E. reconstrói, de forma original e pertinente, a carga patrimonial de diversos idiomas, fugindo assim aos seus padrões mais convencionais e abrindo novas e refrescantes perspectivas estéticas.


Surgido em 2006, e com vários registos discográficos, o L.U.M.E. tem-se apresentado tanto nacional como internacionalmente em importantes salas e festivais como: Jazz em Agosto, Guimarães jazz, Casa da Música, CCB, Festa do Jazz, London Jazz Festival, Moers Festival (Alemanha), Saalfelden Jazz Festival (Áustria), Jazz Festival Ljubljana, Sarajevo Jazz Fest, Vilnius Jazz festival, Skopje Jazz festival, Jazz sous les pommiers, Novara Jazz, Nijmegen music meeting, Ha'fest Gent, Imaxinasons, entre outros.


Concerto gravado no dia 29 de Setembro de 2023, no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. 

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