Porque é que sentimos medo? Será que existem coisas de meninas e coisas de meninos? A nossa memória é infinita? Porque gostamos tanto de jogar e ver coisas no telemóvel? Afinal o que é ser criativo? Existem pessoas mais e menos bonitas? Andamos a cuidar bem do nosso planeta?
Ufffa... tantas perguntas!!! Queres descobrir as respostas?
Se gostas de saber como funciona o mundo que te rodeia, o teu corpo e as emoções do dia-a-dia, junta-te à equipa "Descomplica"!
Este novo formato é apresentado por Vera Pimentel e pelo Caco, um robot criado pela própria Vera. Ao longo dos episódios, vamos "descomplicar" conceitos com recurso a experiências e quebra-cabeças, e vamos abordar alguns temas como a memória, o medo, a criatividade, a motivação, o consumismo, entre muitos outros.
A Vera e o Caco esperam por TI, no ZIG ZAG, na RTP2.
"Moods" é o novo álbum de Aurea e marca a sua estreia como compositora. Com 12 temas, a língua portuguesa ganha uma maior preponderância, com oito temas a serem cantados em português e quatro em inglês. Com produção de Fred Ferreira, o álbum conta com a colaboração de vários compositores e produtores como David Fonseca, Diogo Piçarra, Mallu Magalhães, Tozé Brito, Tiago Bettencourt, Isaura, Left e Inês Apenas, entre muitos outros. António Zambujo é outro dos convidados deste disco e participa no single "Volta", a primeira canção escrita em português por Aurea.
Sinopse: Nascido pouco antes da Revolução Francesa, cujas consequências marcaram de forma indelével as vidas quer dos membros das casas reais europeias quer das populações da Europa e do Novo Mundo, D. Pedro Carlos de Bourbon e Bragança, infante de Espanha e de Portugal, filho de D. Mariana Vitória de Bragança e de D. Gabriel de Bourbon e Saxe, foi o primeiro neto de D. Maria I e de D. Pedro III e teve como avós paternos Carlos III e Maria Amália de Saxe. Órfão aos dois anos e meio, chegou à corte portuguesa para uma visita, em 1789, embora, então, se vislumbrasse a possibilidade de vir a ser herdeiro do trono de Portugal, caso os príncipes do Brasil não tivessem descendência. A visita de D. Pedro Carlos passou a uma estada permanente, de tal modo que o resto da curta vida do infante, que não chegou a completar 26 anos, foi com a família materna, sendo especialmente próximo do príncipe regente, mais tarde D. João VI, seu tio e depois sogro, uma vez que veio a casar, no Rio de Janeiro, em 1810, com a princesa D. Maria Teresa de Bragança. Em 1807, vivendo-se um período de tensão entre Portugal e Espanha, acompanhou a corte portuguesa para o Brasil, onde viveu até à sua morte em 1812, tendo deixado um filho, o infante D. Sebastião Gabriel.
«D. Pedro Carlos de Bourbon e Bragança, nascido em Espanha, criado em Portugal e falecido no Brasil, viveu numa época conturbada marcada pela Revolução Francesa e pelo avanço napoleónico, foi um dos protagonistas do primeiro casamento de um membro da realeza no Rio de Janeiro, pai do primeiro infante a nascer na América e igualmente o primeiro membro da casa real a perecer nessa parte do Império Português.»
Isabel Drumond Braga, professora universitária, doutorada em História, tem desenvolvido intensa actividade como investigadora e participado a nível científico com comunicações em múltiplos congressos no país e no estrangeiro. Com obra publicada, salientamos da sua bibliografia: O Mosteiro de Guadalupe e Portugal (séculos XIV-XVIII). Contribuição para o Estudo da Religiosidade Peninsular; Mouriscos e Cristãos no Portugal Quinhentista. Duas Culturas e Duas Concepções Religiosas em Choque; Portugal à Mesa. Alimentação, Etiqueta e Sociabilidade (1800-1850); e Rainhas, Princesas e Infantas (coordenação).
Argumento: Tiago Pimentel, Gui Santos, António Miguel Pereira
Direcção Fotografia: Manuel Pinto Barros
Música: The Legendary Tigerman, Papillon
Efeitos Visuais: Spiceship Studios
Produção: Cinemate, Costa do Castelo Filmes
Local gravações: Avanca (Estarreja)
Elenco: Bruna Quintas, Igor Regalla, Ana Lopes, David Esteves, José Raposo, Mariana Monteiro, Carla Chambel, Miguel Borges, Madalena Almeida, Custódia Gallego, Carla Andrino, Pedro Laginha, Vera Alves, José Martins, Mauro Hermínio, Daniel Martinho, Filipe Crawford, Paula Só, Cátia Nunes, Rita Tomé, Sofia Fialho, Lourenço Conde, Luisinha Guanilho
Sinopse: Violeta (Bruna Quintas) é uma jovem que se encontra na fase de transição entre a adolescência e a idade adulta. Presa há anos a uma forte depressão, vive na pequena vila de Avanca com o pai, que passa a maior parte do seu tempo trancado no sótão. No entanto, a sua vida fica de pernas para o ar quando numa noite, e sem aparente razão, o pai de Violeta se atira de um penhasco, acabando por ficar em coma no hospital.
Curiosamente, nessa mesma noite, Violeta tinha sonhado com o pai a despedir-se dela, murmurando-lhe a palavra "LIRA". Com isto, e ignorando os conselhos dos amigos e da mãe, Violeta está determinada a descobrir a razão da tentativa de suicídio do pai e o significado da palavra segredada no sonho. Enquanto se debate com a sua própria doença mental, Violeta tenta recuperar as relações com os amigos, lidar com dois misteriosos agentes secretos que chegaram à vila e desenvolver a sua própria capacidade de sonhar de forma lúcida.
À medida que se concentra cada vez mais no Mundo dos Sonhos, ela irá encontrar pistas para a situação do pai e ainda desvendar experiências governamentais secretas, habilidades psíquicas inimagináveis e uma misteriosa, mas mortífera, dimensão chamada Éter.
A história de "Projeto Delta" é inspirada na investigação do Professor Egas Moniz (1874-1955), natural de Avanca, neurocientista galardoado com o Prémio Nobel da Medicina em 1949, pela invenção do procedimento neurocirúrgico denominado leucotomia pré-frontal.
A série "Projeto Delta" estreia hoje na Opto, a plataforma de streaming da SIC. Com um total de 8 episódios, todas as sextas-feiras será disponibilizado um novo episódio.
Tiago Pimentel é realizador e argumentista. Realizou várias curtas-metragens, tendo entrado como actor em algumas delas. "Projeto Delta" é a sua primeira série televisiva, onde é realizador e também argumentista. No argumento, teve a colaboração dos médicos Gui Santos e António Miguel Pereira.
O Autódromo Internacional do Algarve, no concelho de Portimão, foi o circuito escolhido para receber a abertura do Campeonato do Mundo de MotoGP, entre os dias 24 e 26 de Março.
O regresso do início do campeonato à Europa, desde a última vez em 2006, e a estreia em Portugal da primeira corrida da temporada, deixam uma grande expectativa para um evento inesquecível.
As novas máquinas e os melhores pilotos da modalidade, entre os quais o português Miguel Oliveira, na montanha-russa algarvia!
Acompanhe o Grande Prémio de Portugal MotoGP, de 24 a 26 de Março, na SportTV4.
Sinopse: Pedro Costa dá-nos a possibilidade de percorrer os seus filmes - "Casa de Lava", "Ossos", "No Quarto da Vanda", "Juventude em Marcha" e "Cavalo Dinheiro" - através de um conjunto de objectos que se relacionaram com eles. Um caderno, 9 fotografias, uma câmara digital, uma cópia de um filme em 35 mm e um elevador. "Sacavém" procura ser uma janela para o cinema de Pedro Costa e entender como ele é sentido e construído.
Pedro Costa nasceu em 1958, em Lisboa. Filho do realizador Luís Filipe Costa (1936 - 2020), abandonou o curso de História na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa para se dedicar ao Cinema. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo sido aluno do cineasta António Reis (1927 - 1991), uma das suas maiores influências. Começou por trabalhar como assistente de realização de Jorge Silva Melo (1948 - 2022) e João Botelho. Realizou a sua primeira longa-metragem, "O Sangue", em 1989. A sua obra recorre frequentemente a um género com grande tradição no cinema português, a docuficção. Pedro Costa é um dos realizadores portugueses mais premiados a nível internacional. O seu último filme, "Vitalina Varela" (2019), foi galardoado no Festival de Cinema de Locarno com os prémios de Melhor Filme e Melhor Actriz. Em 2014, o festival de cinema suíço também distinguiu o cineasta português com o prémio de Melhor Realização pelo filme "Cavalo Dinheiro".
Realização, Argumento e Produtor: Júlio Alves
Imagem: Miguel Saraiva
Produção: Midnight Express
Sinopse: "Diálogo de Sombras" faz da exposição "Pedro Costa: Companhia" a sua matéria-prima e o ponto de partida para a construção de um mosaico que reúne e põe em diálogo várias figuras do imaginário criativo do cineasta Pedro Costa.
Júlio Alves nasceu em Lisboa, em 1971. Desde muito novo começou a trabalhar em cinema. Foi assistente de produção ou de realização em diversas produções cinematográficas de países como Portugal, França e Espanha. Realizou vários filmes de curtas-metragens de diferentes géneros: ficção, animação e documentário. Realizou também documentários de longa-metragem. Todos os seus filmes foram exibidos em festivais nacionais e internacionais. Realizou filmes publicitários para marcas nacionais e internacionais em diferentes mercados europeus. Doutorado em Ciências da Comunicação e mestre em Estudos Cinematográficos, é docente da Universidade Lusófona, nas licenciaturas de Cinema e Artes dos Media e Fotografia, e no mestrado Estudos Cinematográficos. É também membro do Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT). "A Arte de Morrer Longe", a sua primeira longa-metragem de ficção, estreou nas salas de cinema nacionais no início de Março.
Esta quinta-feira, Portugal inicia a fase de qualificação para o Campeonato da Europa de Futebol 2024. A Selecção Nacional está inserida no Grupo J, com as selecções do Liechtenstein, Islândia, Bósnia-Herzegovina, Luxemburgo e Eslováquia.
O primeiro desafio é frente ao Liechtenstein e este jogo será também a estreia do novo seleccionador nacional, o espanhol Roberto Martínez.
O jogo Portugal x Liechtenstein disputa-se no Estádio José Alvalade, em Lisboa, tem início às 19h45 e será transmitido pela RTP1 e Sport TV1.
Sinopse: «De um lado estão as coisas vividas - infância, adolescência, juventude coimbrã, incorporação no exército - Mafra e Açores (primeira forma de desterro), depois Angola - Guerra Colonial e prisão em Luanda, exílio (Paris e Argel), regresso a Portugal a seguir ao 25 de Abril, exercício de funções diversas em democracia. Do outro lado está a escrita, o princípio ficcional que tudo transfigura e integra, de acordo com vertentes que se encontram também na poesia e na restante obra; na prosa, com efeito, reconhecem-se episódios narrados e entre si articulados, dando lugar em simultâneo à representação do tempo histórico e à criação de uma figura protagonista, crescendo da infância (Alma, O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua) para a adolescência e a juventude (A Terceira Rosa), e depois para a Guerra Colonial, a prisão e o exílio (Jornada de África, Tentação do Norte). Os textos mais curtos, contos ou novelas, desenvolvem margens daqueles núcleos, complementando-os.» (Do prefácio da Professora Paula Morão)
Manuel Alegre nasceu em Águeda, a 12 de Maio de 1936. Estudou em Lisboa, no Porto e na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Foi campeão de natação e actor do Teatro Universitário da Cidade de Coimbra (TEUC). Em 1961 é mobilizado para Angola onde participa num movimento de resistência no interior das Forças Armadas e numa tentativa de revolta militar. Preso pela PIDE, passará seis meses na fortaleza de S. Paulo, em Luanda, onde encontra Luandino Vieira. Ali escreve grande parte dos poemas do seu primeiro livro, "Praça da Canção" (1965). No início de 1964 volta a Coimbra, mas a perseguição policial obriga-o à clandestinidade e à emigração. Em Outubro de 1964, é eleito membro do Comité Nacional da Frente Patriótica de Libertação Nacional e passa a trabalhar em Argel na emissora "Voz da Liberdade". Regressa a Portugal após o 25 de Abril de 1974. Deputado pelo Partido Socialista e vice-presidente da Assembleia da República. É autor de uma vasta obra literária que inclui poesia, ficção, crónicas, ensaios, discursos políticos e também literatura infantil. Vários dos seus poemas foram cantados por grandes nomes da música portuguesa, como Amália Rodrigues ou Adriano Correia de Oliveira. Em 2017, recebeu o Prémio Camões, o mais importante galardão da Língua Portuguesa.