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30
Set22

ESTREIA TV: Em Casa d'Amália - T4 (RTP1 - 22h40)

Em Casa d´ Amália

 

 

É tempo de regressar à "Casa d'Amália", com novos protagonistas, novos cruzamentos, nova envolvência. Um programa que já é uma referência no panorama musical em Portugal. A quarta temporada, de 13 episódios, traz a mesma filosofia de sempre: promover um encontro entre músicos, poetas, artistas, radialistas, em torno do Fado, na casa de Amália Rodrigues. 

 

No primeiro episódio da quarta temporada vamos até à Grande Festa do Fado, o Festival Santa Casa Alfama, para uma emissão especial num abraço ao público que tanto admira o Fado, as suas histórias e os seus artistas. Num dos sítios da cidade de Lisboa com uma vista privilegiada para o Rio Tejo e Alfama, o terminal de cruzeiros, José Gonçalez desafia seis dos mais novos e talentosos músicos da actualidade: André Amaro, Miguel Moura, João Leote, Tiago Silva, Ângelo Freire e Flávio Cardoso Jr.

Sextas, às 22h40, na RTP1. 

 

30
Set22

DOC TV: Amor Fati (TVCine Edition - 22h00)

Amor Fati

 

Realização e Fotografia: Cláudia Varejão

Produção: Terratreme, Mira Film (Suíça), La Belle Affaire (França)

 

Com: Ana Carvalho, Lucinda Piloto, Antónia Garcia, Samira Garcia, Emmanuel, Amigo, Nariné Dellalyan, Marina Dellalyan, Hermine Dellalyan, Levon Mouradian, Anna Mouradian, Artur Mouradian, Vigo Margarian, Michael Margarian, Osvaldo Matos, Newton, João Pacola, Nix Éter, Ringo Nogueira, Carla Monteiro, Anísio Franco, Margarida de Sousa Pereira, Alzira de Sousa Pereira, Simão Telles, Gianni, Inês Melo e Campos, Teresa Melo e Campos, Jonita Gaivota, Duarte Lopes, Setembro, Adelino Ângelo, La Salett Magalhães, António Conceição, Fátima Conceição, Maria Amaral, Roberto Amaral, Lúcia Estrela, Liliana Penacho, Dora Casquinha, Lúcia Casquinha, Zezé Cordeiro, Maria Salomé Alvarenga, José Luís Mesquita, José Inácio, Carlos Santos, Kika, Paulo Lagarto, Julieta

 

Sinopse: "Amor Fati" vai ao encontro de partes que se completam. São retratos de casais, amigos, famílias e animais com os seus donos. Partilham a intimidade dos dias, os hábitos, as crenças, os gostos e alguns traços físicos. A partir dos seus rostos e da coreografia dos gestos, descobrimos a história que os enlaça. Assente na vida quotidiana, o filme desenha diante dos nossos olhos um coro de afectos e da memória colectiva de um país, convocado o discurso de Aristófanes no Banquete de Platão: «Não será a isto que vocês aspiram — a identificarem-se o mais possível um ao outro, de forma a não mais se separarem noite e dia? Se é essa a vossa aspiração, estou disposto a fundir-vos e soldar-vos numa só peça, de tal modo que, em vez de dois, passem a ser um só.»" 

 

29
Set22

CINE ESTREIA: "1618", de Luís Ismael

 

Realização e Argumento: Luís Ismael

Direcção Fotografia: Francisco Vidinha

Banda Sonora original: Pedro Marques

Produção: Lightbox

Locais filmagens: Porto, Sortelha (Sabugal), Braga, Guimarães, Matosinhos, Ponte de Lima, Aveiro, Santo Tirso, Cascais, Lisboa

 

Elenco: Pedro Laginha, Francisco Beatriz, Catarina Lacerda, Mafalda Banquart, Afonso Pacheco, Paulo Manso, Heitor Lourenço, Pompeu José, José Rui Martins, Rui Neto, Fábio Alves, Ivo Bastos, Arlete de Sousa, Tiago Guimarães, António Leite, Nuno J. Loureiro, Viriato Morais, Hugo Olim, Jorge Pinto, Fernando Soares, Valter Teixeira, Javier Varela (Espanha), Marcos Kontze (Brasil)

 

Sinopse: Porto, 1618. Matos de Noronha (Francisco Beatriz), Visitador da Inquisição, dirige-se para a cidade, numa carruagem escoltada pela sua guarda. Muitos cristãos-novos são suspeitos de terem praticado heresias judaicas. António Álvares (Pedro Laginha), mercador e filantropo respeitado pelos habitantes do Porto, é o primeiro alvo da Visitação. A fuga parece ser o seu único caminho.

 

A Inquisição continua a perseguir os judeus portugueses, enviando o Visitador Sebastião de Noronha para a cidade do Porto. Com a família e a sua comunidade em perigo, António Álvares decide delinear um plano de fuga.

 

Baseado em factos verídicos, o filme "1618" conquistou mais de 70 prémios internacionais em festivais de cinema, tornando-se o filme português mais premiado de sempre. "1618" faz parte de um projecto inter-religioso e de combate ao antissemitismo entre a Comunidade Judaica do Porto (detentora dos direitos sobre o filme) e a Diocese Católica do Porto.

 

 

 

luis ismael.jpg

 

Luís Ismael, de nome verdadeiro Luís Miguel da Rocha Ferreira, nasceu em Valongo, em 1971. É realizador, argumentista e actor. A trilogia "Balas & Bolinhos", escrita e realizada por si, é um dos maiores sucessos do cinema português. É um dos fundadores da Lightbox, produtora audiovisual especializada em publicidade, filmes institucionais e cinema.  

 

Filmografia: 

1618 (2022)

O Kaddish da Freira (curta-metragem, 2019)

Bad Investigate (2018)

Balas & Bolinhos - O Último Capítulo (2012)

Consequências (curta-metragem vídeo, 2010)

Balas & Bolinhos - O Regresso (2004)

Balas & Bolinhos (2001)

 

29
Set22

CINE ESTREIA: "Nunca Nada Aconteceu", de Gonçalo Galvão Teles

 

Realização: Gonçalo Galvão Teles

Argumento: Tiago R. Santos (adaptação do argumento original de Luís Filipe Rocha)

Direcção Fotografia: João Ribeiro 

Música original: Hugo Leitão 

Leitmotiv: Bernardo Sassetti

Temas: Noiserv

Produção: Fado Filmes

 

Elenco: Filipe Duarte, Ana Moreira, Rui Morisson, Bernardo Lobo Faria, Alba Baptista, Miguel Amorim, Beatriz Batarda, Joaquim Leitão, Romeu Costa, Inês Aires Pereira, Gonçalo Waddington, Anabela Moreira, Miguel Seabra, Elsa Valentim, Alessandra Burle 

 

Sinopse: Pedro (Bernardo Lobo Faria), Maria (Alba Baptista) e Paulo (Miguel Amorim), três jovens inseparáveis, enfrentam os dramas e desilusões próprios da idade, em que os seus encontros são os únicos momentos de felicidade e liberdade, onde experimentam e arriscam o que ninguém pode saber.

 

Em casa, Pedro encontra um pai desempregado e apático (Filipe Duarte), uma mãe ausente e dissimulada (Ana Moreira). No dia em que o avô (Rui Morisson) se muda para a casa da família em Lisboa, vindo de uma aldeia isolada no Norte, o neto confronta-se com um dilema: dar uma oportunidade a quem o quer realmente conhecer ou manter o pacto de libertação que o une aos amigos.

 

O caminho escolhido deixará a família num abismo de remorsos, que tornará impossível fingir que Nunca Nada Aconteceu.

 

O filme Nunca Nada Aconteceu foi o último trabalho do actor Filipe Duarte, falecido em Abril de 2020, aos 46 anos de idade. 

 

 

gonçalo galvão teles.png

 

Gonçalo Galvão Teles nasceu a 12 de Fevereiro de 1973, em Lisboa. Licenciou-se em Direito na Universidade Clássica de Lisboa, tendo posteriormente feito um mestrado em Guionismo, na University of Southern California, nos EUA. O seu primeiro argumento produzido, uma curta-metragem de animação intitulada "A Suspeita", ganhou o Cartoon D’Or na categoria de Melhor Animação Europeia do ano 2000. Desde então desenvolveu a sua carreira como argumentista, realizador e produtor de vários filmes para cinema e televisão. Em longas-metragens co-realizou "Gelo", com o seu pai, Luís Galvão Teles, e "Soldado Milhões", com Jorge Paixão da Costa, que seria também exibida como mini-série de televisão. A produtora Fado Filmes foi fundada por Luís Galvão Teles e Gonçalo Galvão Teles. 

 

Filmografia:

Nunca Nada Aconteceu (2022)

Soldado Milhões (2018, c/ Jorge Paixão da Costa)

Gelo (2016, c/ Luís Galvão Teles)

Senhor X (curta-metragem, 2010)

Antes de Amanhã (curta-metragem, 2007)

O Outro Lado do Arco-Íris (curta-metragem, 2004)

Teorema de Pitágoras (telefilme, 2001)

29
Set22

CINE ESTREIA: "Fogo-Fátuo", de João Pedro Rodrigues

 

Realização: João Pedro Rodrigues

Argumento: João Pedro Rodrigues, João Rui Guerra da Mata, Paulo Lopes Graça

Direcção Fotografia: Rui Poças

Música: Paulo Bragança, Joel Branco, Mozart, Ermo, Amália Rodrigues

Produção: Terratreme Filmes (Portugal), House on Fire (França), Filmes Fantasma (Portugal)

 

Elenco: Mauro Costa, André Cabral, Margarida Vila-Nova, Miguel Loureiro, Joel Branco, Teresa Madruga, Ana Bustorff, Anabela Moreira, Raquel Rocha Vieira, Cláudia Jardim, Joana Barrios, João Villas-Boas, João Reis Moreira, João Caçador, João Mota, Dinis Vila-Nova, Luísa Castel-Branco, Vasco Redondo, Bernardo Ricou Gama, Catarina Marques, Lukanu Mpasy, Maria Miguel Rodrigues, Mário Santos, Sérgio Coragem, Antonio Calpi, Mick Bateman, Beatriz Lourenço, Didier Gaillot, João Brito, Letícia Santos, Paulo Dinis, Pedro Antunes, Altina Martins, José António Marques, André Rodrigues, Miguel De

Participações especiais: Paulo Bragança, Oceano Cruz, João Adelino Faria, Pedro Zambujo (voz), Coro de Santo Amaro de Oeiras

 

Sinopse: 2069, ano talvez erótico - logo veremos - mas fatídico para um rei sem coroa. No seu leito de morte, uma canção antiga fá-lo rememorar árvores; um pinhal ardido e o tempo em que o desejo de ser bombeiro para libertar Portugal do flagelo dos incêndios, foi também o despontar de outro desejo. Então príncipe, Alfredo (Mauro Costa) encontra Afonso (André Cabral). Com diferentes origens e diferentes cores de pele, encontram-se, socorrem-se e o léxico do abuso fica farrusco de desejo. Mas a exposição pública e as suas expectativas interpõem-se e Alfredo abraça um outro estado de prontidão para uma realidade improvável.

 

 

 

 

João Pedro Rodrigues - IMDb

 

João Pedro Rodrigues nasceu em Lisboa, em 1966. Frequentou a Escola Superior de Teatro e Cinema e trabalhou como assistente de realização e montagem com alguns nomes conhecidos do meio cinematográfico português. Uma das suas primeiras curtas metragens, "Parabéns!", de 1997, participou no Festival de Cinema de Veneza no mesmo ano e recebeu uma menção especial do Júri. Em 2000, João Pedro Rodrigues levou a sua primeira longa-metragem, "O Fantasma", ao Festival de Cinema de Belfort (França), onde recebeu o Prémio para a Melhor Longa-Metragem Estrangeira. "Odete" (2005) venceu uma Menção Especial no Festival de Cannes e "Morrer Como um Homem" (2009) foi também exibido no festival francês, na secção Un Certain Regard. "O Ornitólogo" valeu-lhe, em 2016, o Leopardo para Melhor Realização no Festival de Locarno (Suíça).

 

Filmografia:

Fogo-Fátuo (2022)

Um Quarto na Cidade (curta-metragem doc., 2021) c/ João Rui Guerra da Mata

Turdus Merula Linnaeus, 1758 (curta-metragem doc., 2020)

Où en êtes-vous, João Pedro Rodrigues? (curta-metragem doc., 2019)

O Ornitólogo (2016)

IEC Long (curta-metragem documental, 2015) c/ João Rui Guerra da Mata

O Corpo de Afonso (curta-metragem vídeo, 2013)

Venice 70: Future Reloaded (documentário, 2013)

Mahjong (curta-metragem, 2013) c/ João Rui Guerra da Mata

O Corpo de Afonso (curta-metragem, 2012)

A última vez que vi Macau (2012) c/ João Rui Guerra da Mata

Manhã de Santo António (curta-metragem, 2012)

Alvorada Vermelha (curta-metragem documental, 2011) c/ João Rui Guerra da Mata

Morrer como um Homem (2009)

China China (curta-metragem, 2007) c/ João Rui Guerra da Mata

Odete (2005)

O Fantasma (2000)

Viagem à Expo (documentário, 1998)

Esta é a minha casa (documentário, 1997)

Parabéns! (curta-metragem, 1997)

 

 

29
Set22

CINEMAX CURTAS - João Pedro Rodrigues (RTP2 - 01h20)

João Pedro Rodrigues ganhou Melhor Realização em Locarno com "O ornitólogo"
 
 
A estreia de "Fogo-Fátuo" nos cinemas complementada com a exibição das duas curtas-metragens documentais recentes de João Pedro Rodrigues, no Cinemax Curtas.
 
 
"Où en êtes-vous, João Pedro Rodrigues?"
 
Seguindo a migração das borboletas-monarca, este filme é um passeio pelas margens geladas do lago Walden (EUA), onde Henry David Thoreau e Nathaniel Hawthorne se olham em silêncio debaixo da neve.
 
 

 
 
 
"Turdus Merula Linnaeus, 1758"
 
De 7 a 25 de Abril de 2020, 18 dias de confinamento durante os quais um melro macho cuida e garante a segurança dos seus filhotes, até que soltem o ninho.
 
 
29
Set22

LINHA DA FRENTE - A Terra dos Tronos (RTP1 - 21h00)

A Terra dos Tronos

 

Monsanto ganhou, de um dia para o outro, mais de 750 novos habitantes e uma rotina extraordinária de convívio entre a vida pacata dos aldeões e o ritmo das gentes da ficção. A aldeia de Monsanto foi um dos cenários das gravações da prequela de uma das séries mais famosas do mundo e a RTP quis registar o que por lá se passou.

Apesar das grandes limitações de circulação a visitantes, o jornalista João Pedro Mendonça e o repórter de imagem António Antunes usaram o estatuto de filhos da aldeia para registar para televisão, em exclusivo, tudo o que lhes foi permitido testemunhar.

O resultado poderá ser visto na reportagem "Terra dos Tronos", a qual nos irá provar que, no duelo imaginário entre a poderosa ficção da HBO e a realidade de um lugar especial, Monsanto sai sempre a ganhar.

 

28
Set22

LETRAS LUSAS: "Pedra Branca - Rosa Feldman, uma história de vida do século XX", de Ethel Feldman e Miguel Vale de Almeida

 

Editora: Caminho

 

Sinopse: Quando Ethel Rosenberg foi condenada à morte por espionagem a favor da União Soviética, eu nasci. Meus pais, indignados com a barbárie da sentença, batizaram-me de Ethel. Tinha quatro anos quando entrei para o Scholen, escola judia não sionista, onde aprendi yiddish e hebraico que vim a esquecer poucos anos depois. Tinha cinco anos quando o meu pai me mostrou a sua fotografia no jornal. Uma cena de pugilato entre antifascistas e polícia brasileira no final de um jogo internacional de hóquei onde Portugal era finalista. Os portugueses exilados no Brasil invadiram o campo exigindo a libertação das ex-colónias. Tinha dez anos quando aconteceu o golpe militar no Brasil e dezasseis quando vim morar para Portugal. Matemática, designer, desenhista, comunicadora e documentalista foram as minhas paragens profissionais. (Ethel Feldman)

 

A Viagem dos ArgonautasARGONAUTA ETHEL FELDMAN

 

Ethel Feldman nasceu em Outubro de 1954, em São Paulo, no Brasil, onde o seu pai se exilara para não ser preso pela polícia política da ditadura salazarista. É filha do escritor português Fernando Correia da Silva e da pianista brasileira, de origem judaica, Rosa Feldman. Vive em Portugal desde os 16 anos. O seu nome constitui uma homenagem à judia norte-americana Ethel Rosenberg que, com o seu marido Julius, foi executada a 19 de Junho de 1953, condenados por espionagem a favor da União Soviética. 

 

Miguel Vale de Almeida | Fundação Francisco Manuel dos Santos

 

Miguel Vale de Almeida nasceu em Lisboa, em 1960. É professor catedrático de Antropologia no ISCTE e investigador do CRIA, onde dirigiu, até 2015, a revista Etnográfica. Com trabalho de campo em Portugal, Brasil, Catalunha e Israel/Palestina, tem pesquisado questões de género e sexualidade, etnicidade, «raça» e pós-colonialismo. Tem vários livros publicados em Portugal e no estrangeiro, destacando-se Senhores de Si: Uma Interpretação Antropológica da Masculinidade; Um Mar da Cor da Terra: 'Raça', Cultura e Política da Identidade; Outros Destinos: Ensaios de Antropologia e Cidadania; A Chave do Armário. Homossexualidade, casamento, família ou Aliyah. Estado e Subjetividade entre Judeus Brasileiros em Israel/Palestina. Além de cronista e escritor, tem sido activista dos direitos LGBT e foi eleito Deputado à Assembleia da República em 2009, tendo estado envolvido na aprovação do casamento igualitário.

28
Set22

RUMOS - Pedro Penim (RTP África - 21h00)

Pedro Penim

 

Começamos o nosso programa com a estória incrível de uma mulher não menos incrível. O Rumos foi conhecer Ana Lina, uma oleira de Cabo Verde que a vida trouxe para Portugal e que tem no barro a sua paixão, os seus sonhos e o seu sustento.


Patrícia Figueiredo esteve no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, para conversar com Pedro Penim, Director Artístico do Teatro, para ficar a saber tudo sobre a programação desta nova temporada, com destaque para uma iniciativa muito especial, a propósito das Comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil.


A Plataforma para o Desenvolvimento da Mulher Africana regressou com mais uma edição da Feira da Mulher Africana, em Lisboa, e a equipa do Rumos dá-lhe conta do que por lá se passou.

 

No Em Cartaz damos lugar ao cinema documental, com a obra "A Ilha Invisível", de Rui Almeida Paiva.

 

Fomos até o B.Leza para ficar a saber tudo sobre "Konono Soul", o novo álbum do artista angolano Amosi que apresentou o seu trabalho neste espaço icónico da música africana em Lisboa.

 

Terminamos com os sons de outra geografia: seguimos para São Tomé e Príncipe com a cantora Kay, nascida em São Tomé e Príncipe e descendente de pais portugueses e cabo-verdianos, que, recentemente, lançou o tema "Raiz".

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