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31
Ago22

NOVOS SONS LUSOS - Carolina de Deus

Carolina de Deus, a nova estrela da música portuguesa? Cantora lança  primeiro single - SAPO Mag

 

Carolina de Deus, natural de Lisboa, é uma das mais recentes revelações da música portuguesa. Cantora e compositora, autodidacta no piano, deu aos 18 anos os primeiros passos na música no concurso televisivo "La Banda", transmitido na RTP1, em 2019, no qual foi finalista. No início deste ano, lançou o seu primeiro single, "Talvez", que rapidamente passou a ser um dos mais tocados nas rádios nacionais e integra a banda sonora da novela "Lua de Mel", da SIC. "Querido Futuro Namorado" é o seu mais recente single

 

 

30
Ago22

LETRAS LUSAS: "Apoteose dos Mártires", de Mário Cláudio

imagem

 

Editora: Dom Quixote

 

Sinopse: Em 1638, e já no ocaso do Império Português, Tomás Rodrigues da Cunha, pequeno fidalgo e militar, natural do Minho, e Pierre Berthelot, piloto-mor e cosmógrafo, oriundo da Normandia (França), rumaram à Ilha de Sumatra, no Índico.

Integravam a embaixada que se propunha firmar um tratado de aliança com o sultão de Achém e, sendo os dois na ocasião carmelitas descalços do convento de Goa, movia-os esse espírito insólito, de entrega e sacrifício, inspirador dos mártires de todas as épocas.

As aventuras que viveram, nas quais o amor profano nem sempre se distinguiria do sagrado, constituem verso e reverso de uma só medalha, cunhada na miséria da guerra, na exaltação da alma, e na partilha da Terra. Como outros, de ontem, de hoje e amanhã, apostaram na glória da condição humana, tornando-se dignos do festejo do sangue generosamente derramado.

Quanto ao luminoso trajecto que executaram, e que nenhum livro até agora descreveu, o presente autor acredita que nestas páginas ficarão o comovido tributo e o registo possível.

 

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Mário Cláudio, de nome verdadeiro Rui Manuel Pinto Barbot Costa, nasceu a 6 de Novembro de 1941, no Porto. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, onde se diplomou também como bibliotecário-arquivista, e Master of Arts em Biblioteconomia e Ciências Documentais pelo University College de Londres, revelou-se como poeta com o volume Ciclo de Cypris (1969). Tradutor de autores como William Beckford, Odysseus Elytis, Nikos Gatsos e Virginia Woolf, foi, porém, como ficcionista que mais se afirmou. Publicou com o nome próprio um Estudo do Analfabetismo em Portugal, obra que reúne a sua tese de mestrado e uma comunicação apresentada no 6.° Encontro de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas Portugueses, em 1978. Colaborador em várias publicações periódicas, como Loreto 13Colóquio/LetrasDiário de LisboaVérticeJornal de Letras Artes e IdeiasO Jornal, entre outros, foi considerado pela crítica, desde a publicação de obras como Um Verão Assim, um autor para quem o verso e a prosa constituem modalidades intercambiáveis, detendo características comuns como a opacidade, a musicalidade e a ruptura sintática, subvertendo a linearidade da leitura por uma escrita construída como "labirinto em espiral". A obra de Mário Cláudio apresenta uma faceta de investigador e de bibliófilo que, encontrando continuidade na sua actividade profissional, inscreve eruditamente cada um dos livros numa herança cultural e literária, portuguesa ou universal. Dir-se-ia que a sua escrita, seja romanesca, seja em colectâneas de pequenas narrativas (Itinerários, 1993), funciona como um espelho que devolve a cada período a sua imagem, perspectivada através de um rosto ou de um local, em que o próprio autor se reflecte, e isto sem a preocupação de qualquer tipo de realismo, mas num todo difuso e compósito, capaz de evocar o sentido ou o tom de uma época que concorre ainda para formar a época presente. Mário Cláudio recebeu, em 1985, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores por Amadeo (1984), o primeiro romance de um conjunto posteriormente intitulado Trilogia da Mão (1993); em 2001 recebeu o Prémio Novela da mesma associação pelo livro A Cidade no Bolso e, em Dezembro de 2004, foi distinguido com o Prémio Pessoa. Para além das obras já mencionadas, são também da sua autoria GuilherminaA Quinta das Virtudes,Tocata para Dois Clarins,O Pórtico da GlóriaPeregrinação de Barnabé das ÍndiasUrsamaiorOrionAmadeoGémeosTriunfo do Amor Português, Tiago Veiga, Retrato de Rapaz, O Fotógrafo e a Rapariga, Os Naufrágios de Camões ou Trilogia das Constelações, entre muitas outras. O autor tem também trabalhos publicados na área da poesia (como Ciclo de CyprisTerra Sigillata Dois Equinócios), dos ensaios (Para o Estudo do Alfabetismo e da Relutância à Leitura em Portugal, entre outros), do teatro (por exemplo,O Estranho Caso do Trapezista Azul) e da literatura juvenil (A Bruxa, o Poeta e o Anjo).

28
Ago22

NOVOS SONS LUSOS - Conferência Inferno

Os Conferência Inferno assinam a acta do deboche | Música | PÚBLICO

 

Os Conferência Inferno são uma banda de pós-punk do Porto formada por Francisco Lima, Raul Mendiratta e José Miguel Silva. Em finais de 2018, Francisco e Raul juntaram-se para esboçar as primeiras músicas. Depois de gravarem uma demo no Postlab, em Aveiro, e ensaiarem na Rua dos Bragas, em casa de Francisco, começam a apresentar-se ao vivo e lançaram a demo da música "Cetim". Em 2019, lançam o primeiro EP, "Bazar Esotérico", que saiu em formato digital e, em Fevereiro de 2020, é lançado em formato físico. Entretanto, José Miguel Silva, então técnico de som ocasional da banda, junta-se em palco como teclista. Em Fevereiro de 2021, é lançado o longa-duração de estreia do trio portuense, "Ata Saturna".

 

 

  

 

28
Ago22

MINI LETRAS LUSAS: "O Caçador de Sonhos", de Tarantini

O caçador de sonhos, Tarantini - Porto Editora

 

Editora: Ideias de Ler

 

Sinopse: Aposto que já te passou pela cabeça uma frase destas ou algo parecido.


Chamo-me Tarantini e, como tu, tinha um sonho desde criança, que consegui realizar, com muito esforço e sacrifício – meu e dos que me são mais próximos. Mas, também, com muita esperança, fé nas minhas capacidades e a noção de que nada se consegue sem muito, mas muito trabalho!


Esta é a minha história. O livro que gostaria de ter lido com a tua idade. Quis escrevê-lo especialmente para TI, que sonhas e não desistes; e para TI que, por vezes sentes que não és capaz.


Porque, afinal, os sonhos não são mais do que o pontapé de saída para uma vida vivida a fundo. Força!

Foi um prazer partilhar contigo a minha história. Espero que te inspire e que te faça reflectir sobre os teus projectos e sonhos. E volta aqui sempre que precisares!

 

tarantini.jpg

 

Ricardo José Vaz Alves Monteiro, conhecido como Tarantini, é um ex-futebolista profissional português, natural de Gestaçô (Baião), que jogou 13 épocas na Primeira Liga, onde se destacou na posição de médio, ao serviço do Rio Ave. O sonho de ser jogador profissional de futebol esteve sempre presente na sua vida e cedo percebeu que a educação teria de ser o seu plano para fazer frente à imprevisibilidade da carreira futebolística e construir um futuro para além dela. Assim, concluiu na Universidade da Beira Interior as licenciaturas em Ciências do Desporto e Educação Física e Desporto Escolar, mestrado na área do Futebol e doutoramento na área do Desenvolvimento e Transições de Carreira. Prémio Ética no Desporto em 2018, é, actualmente, treinador de futebol, professor convidado, investigador e orador motivacional no seu próprio projecto, criado em 2016, A Minha Causa, que visa partilhar a sua inspiração para o sucesso, no futebol e noutros campos, através de palestras, em contexto desportivo, empresarial e académico.

 

27
Ago22

LETRAS LUSAS: "Arquibaldo", de Carlos Tê

Arquibaldo

 

Editora: Porto Editora

 

Sinopse: Francisco Frade trabalha como assistente social em bairros difíceis, na periferia do Porto. Rodeado de pessoas com quem trabalha, e de mulheres com quem fugazmente se relaciona, vemos abrir-se aquilo que o próprio designa buraco da realidade. Enquanto o seu alter ego Arquibaldo – super-herói da infância – se mantém à espreita, os fantasmas que o perseguem não lhe dão descanso. Acossado, faz uma peregrinação interior que o levará às suas raízes, em busca das respostas que lhe faltam.


Com uma escrita envolvente, Carlos Tê apresenta ao leitor um romance que traz ao de cima as grandes inquietações de um tempo em constante mudança.

 

Carlos Tê. “O que eu queria era ser músico” – Correio do Porto

 

Carlos Tê (Carlos Alberto Gomes Monteiro) nasceu no Porto, a 14 de Junho de 1955. É letrista e escritor. Licenciou-se em Filosofia na Universidade do Porto e tornou-se notado com a edição do álbum Ar de Rock (1980), de Rui Veloso, para o qual deu a sua contribuição como letrista e que deu início a uma longa parceria artística. Participou também em discos dos Jafumega, Clã, Cabeças no Ar, Canto Nono ( com José Mário Branco e Jorge Palma, entre outros), e Estrada Branca (com a brasileira Mônica Salmaso e o português José Pedro Gil). Colaborou, entre 1978 e 1981, em revistas de poesia (Avatar, Quebra-Noz Pé-de-Cabra) e, mais tarde, entre 1991 e 1994, escreveu para o jornal Público uma série de crónicas que marcaram a sua presença no caderno local do referido jornal. Foi também cronista no jornal Expresso. Ao longo dos anos, tem vindo a publicar diferentes géneros literários – O voo melancólico do melro (romance), Contos supranumerários (contos), Penso sujo Cimo de Vila (poesia) e Três peças em volta de canções e Um monólogo sobre futebol (teatro). Arquibaldo é o seu mais recente romance.

 

27
Ago22

CINE TV: "A Jangada de Pedra" - baseado na obra de José Saramago (RTP2 - 00h10)

A Jangada de Pedra - Filmes - Drama - RTP

 

Ano: 2002

País: Portugal/Espanha/Países Baixos

Realização: George Sluizer (Países Baixos)

Argumento: Yvette Biro (Hungria/EUA), George Sluizer (a partir da obra homónima de José Saramago)

 

Elenco Principal: Ana Padrão (Portugal), Diogo Infante (Portugal), Frederico Luppi, Gabino Diego, Icíar Bollaín, Antonia San Juan, Rebeca Tébar, Simon Chandler, Marques d'Arede (Portugal), Manuel Galiana

 

Actores Portugueses: Ana Padrão, Diogo Infante, Marques d'Arede, Maria d'Aires, Luís Castro, André Gago, Gabriel Leite, Marta Mateus, José Neto, José Pires, Rui Pisco, Carlos Vieira de Almeida, Manuel Wiborg, Sofia Reis

 

Sinopse: Adaptação para cinema, pelo realizador neerlandês George Sluizer, do romance homónimo de José Saramago.

 

Na sequência de um tremor de terra, que nenhum sismógrafo registou, abre-se uma fenda enorme ao longo da fronteira entre Espanha e França. Aos poucos, a Península Ibérica separa-se do continente europeu e parte à deriva no Atlântico, como uma gigantesca jangada de pedra. Portugueses e espanhóis vêem o seu quotidiano abalado por essa nova realidade.


Antes do sucedido, surgem sinais: Joana (Ana Padrão) traça uma linha no chão que ninguém consegue apagar; o pescador Joaquim (Diogo Infante) lança uma enorme pedra ao mar que desafia a gravidade e não se afunda; um bando de estorninhos acompanha José para todo o lado; num canto perdido de Espanha, Pedro é o único que sente a terra a tremer e, da mão de Maria, escapa-se um novelo que jamais termina.


Três homens, duas mulheres e um cão que o acaso reuniu... ou talvez o destino, vêem-se à deriva numa longa e imprevisível viagem. Os acontecimentos parecem ter apenas uma finalidade: fazer com que as pessoas se encontrem, desvendando pelo caminho inesperados enigmas.

 

O filme "A Jangada de Pedra", uma co-produção entre Portugal, Espanha e Países Baixos, com um elenco internacional, é baseado na obra homónima do escritor português José Saramago, Prémio Nobel da Literatura.

 

Especial: 10 anos sem José Saramago - Cultura - Estadão        A-Jangada-de-Pedra.jpg   

 

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