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alma-lusa

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05
Jan22

RUMOS - Vanessa Sanches (RTP África - 21h00)

Vanessa Sanches

 

Começamos o primeiro programa de 2022 a mostrar-lhe uma exposição que não pode perder! "De Dentro e Fora" é uma colectiva que reúne os maiores artistas plásticos de Cabo Verde, de diferentes gerações, numa iniciativa única da UCCLA em parceria com a Embaixada de Cabo Verde.


Esta semana a apresentadora Patrícia Figueiredo esteve à conversa com Vanessa Sanches, uma das fundadoras da Bantumen, uma plataforma online, com conteúdos próprios, que procura reflectir a atualidade da cultura urbana da lusofonia.


Damos-lhe a conhecer um exemplo de verdadeiro sucesso no empreendedorismo feminino na nossa Lusofonia, a empresária brasileira Lyana Bittencourt, que esteve recentemente em Portugal.

 

No Em Cartaz, apresentamos o filme "Éramos 4 por 3", uma longa-metragem escrita e realizada pelo guineense Etivaldo Camala, que vai estrear no próximo dia 9 de Janeiro em Lisboa.

 

Fomos até à primeira exposição da artesã cabo-verdiana Charlene Graça. "A Elegância da Garrafa" mostra como é possível fazer arte reaproveitando e reciclando.

 

Terminamos com música e com o tema "Esquinas", de Dino d'Santiago com Slow J, o primeiro single de "Badiu", o seu novo trabalho discográfico.

05
Jan22

ESTREIA TV: Causa Própria (RTP1 - 21h00)

 

Realização: João Nuno Pinto

Argumento: Edgar Medina, Rui Cardoso Martins

Direcção Fotografia: Kamil Plocki

Banda Sonora: Justin Melland

Produção: Arquipélago Filmes (Edgar Medina)

Locais gravações: Caldas da Rainha, Foz do Arelho

 

Elenco: Margarida Vila-Nova, Nuno Lopes, Ivo Canelas, Maria Rueff, António Fonseca, Catarina Wallenstein, Afonso Laginha, Sílvia Chiola, Adriano Carvalho, Pedro Lacerda, Miguel Borges, Gonçalo Waddington, João Lagarto, Madalena Aragão, Miguel Monteiro, Susana Blazer, Lourenço Henriques, António Simão, Gustavo Sumpta, Ivo Arroja, Leandro Paulin, João Figueiredo, Margarida Moreira, Ivo Alexandre, Ana Vilela da Costa, Sara Barros Leitão, Ana Valentim, Nuno Nunes, Rui Cardoso Martins, Manuel Wiborg, Luís Lucas, João Pedro Mamede, Joana Bárcia, Mitó Mendes

 

Sinopse: Quando um estudante aparece assassinado num jardim local, uma juíza de uma pequena cidade enfrenta um difícil dilema. Agora, tudo o que fizer pode colocar a sua família em perigo.

 

Ana (Margarida Vila-Nova) é juíza numa pequena cidade, onde julga os mais diversos casos – dos mais dramáticos a divertidos. Um dia, um jovem aparece morto no jardim central e um grupo de estudantes é apontado como possível culpado. O processo complica-se quando, inesperadamente, a família de Ana é envolvida no processo. Ana terá então de tomar uma decisão: acreditar no amor filial ou na força da lei.

 

"Causa Própria" traz-nos mais um retrato de um Portugal recente, numa série de sete episódios produzida pela Arquipélago Filmes para a RTP. Dos bastidores dos tribunais para o ecrã de televisão, a série é inspirada nas crónicas "Levante-se o Réu", da autoria de Rui Cardoso Martins, publicadas no jornal Público e que deram origem a dois livros. "Causa Própria" é uma narrativa original, situada numa cidade fictícia portuguesa, da equipa responsável da série "Sul", Edgar Medina e Rui Cardoso Martins. 

 

Quartas, às 21h00, na RTP1.

 

 

Resultado de imagem para EDGAR MEDINA ARGUMENTO

 

Edgar Medina nasceu no Porto, em 1977. Master in Arts in Filmmaking da London Film School, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, licenciado em Física pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. É sócio-fundador da produtora de Macau Inner Harbour Films, tendo trabalhado em diversos documentários e filmes de ficção nacionais e internacionais enquanto argumentista, realizador e produtor. Tem produzido conteúdos diversos para estruturas culturais e museus, bem como publicidades e filmes institucionais. Leccionou, na qualidade de professor convidado, em algumas Universidades Portuguesas e no Instituto Politécnico de Macau. Em Abril de 2015, funda a Arquipélago Filmes.

 

Argumentos Televisão:

Causa Própria (série, RTP1; 2022)

Sul (série, RTP1; 2019)

 

Rui Cardoso Martins

 

Rui Cardoso Martins nasceu em Portalegre, em 1967, e é escritor, argumentista e cronista a tempo inteiro. Autor dos romances E Se Eu Gostasse Muito de Morrer (2006), Deixem Passar o Homem Invisível (2009, Grande Prémio de Romance e Novela APE), Se Fosse Fácil Era para os Outros (2012) e O Osso da Borboleta (2014). Tem livros traduzidos em inglês, espanhol e húngaro e publicou contos em várias revistas nacionais e internacionais. Autor do argumento e guião original de "Zona J", que deu origem a um filme de longa-metragem com o mesmo nome (1998). Co-autor, com a sua mulher Tereza Coelho (jornalista e editora, falecida), do argumento e guião da longa-metragem "Duas Mulheres" (2009), argumento escolhido como finalista do prémio da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA, 2010). É autor do argumento adaptado de "Em Câmara Lenta", de Fernando Lopes. Autor do argumento da longa-metragem "A Herdade", realizada por Tiago Guedes, que foi o candidato português à nomeação para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro 2020. Foi co-fundador das Produções Fictícias, autor do programa Contra-Informação e de várias séries dramáticas e de comédia. É jornalista e cronista do jornal Público desde a sua criação. Com as crónicas de «Levante-se o Réu», que deram origem a dois livros, ganhou dois Prémios Gazeta de Jornalismo. A série "Causa Própria" é inspirada nas crónicas de «Levante-se o Réu».

 

Argumentos Televisão:

Causa Própria (série, RTP1; 2022)

Sul (série, RTP1; 2019)

Estado de Graça (série humor, RTP1; 2011)

República (série, RTP1; 2010)

Sociedade Anónima (série, RTP1; 2002)

Contra-Informação (série humor, RTP1; 2001- 2010)

 

 

Levante-se o Réu - Rui Cardoso Martins - Compra Livros na Fnac.pt

 

Levante-se o Réu Outra Vez - Rui Cardoso Martins - Compra Livros na Fnac.pt

04
Jan22

LETRAS LUSAS: "A Noiva Judia", de Nuno Nepomuceno

imagem

 

Editora: Cultura

 

Sinopse: O corpo de um homem espancado até à morte é encontrado numa praia deserta. O cadáver pertence a um escritor, presente na cidade para assistir à antestreia da adaptação cinematográfica do seu livro mais famoso. Na mesma noite, um jovem confessa o homicídio, mas é nesse momento que uma questão se coloca: por que motivo as provas recolhidas apontam para que esteja inocente? O mistério adensa-se quando a noiva da vítima, uma coleccionadora de arte com os seus próprios planos, decide vir a público. Ela tem algo a dizer, mas poderá estar implicada?

Depois do sucesso de O Cardeal, Nuno Nepomuceno regressa e apresenta o muito aguardado desfecho da série Afonso Catalão. Entre Cambridge, Amesterdão e Veneza, inspirado pela morte do cineasta italiano Pier Paolo Pasolini, construído segundo os cinco elementos de um filme, A Noiva Judia é um thriller psicológico inteligente, sedutor e ousado, de leitura voraz, que só conseguirá pousar quando chegar à última página.

 

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Nuno Nepomuceno nasceu em 1978. É autor da série bestseller de thrillers psicológicos Afonso Catalão, com a qual foi n.º1 de vendas nacional, de duas séries de ficção em formato podcast e de diversos contos. Nomeado para vários prémios, incluindo o de Ficção Lusófona 2019 das Livrarias Bertrand com A Última Ceia, onde foi finalista, notabilizou-se em 2012, quando venceu o concurso literário Note! com a obra O Espião Português, o seu primeiro livro, entretanto reeditado, numa nova versão revista e repleta de capítulos inéditos.

 

03
Jan22

ESTREIA TV: Quero é Viver (TVI - 22h05)

 

 

 

Realização: Manuel Amaro da Costa

Argumento: Helena Amaral (adaptação do original chileno "Casa de Muñecas")

Tema Genérico: "Quero é Viver" - Sara Correia (letra e música: António Variações)

Produção: Plural Entertainment 

Locais gravações: Lisboa, Oeiras, Cascais, Serra da Arrábida 

 

Elenco: São José Lapa, Fernanda Serrano, Joana Seixas, Rita Pereira, Sara Barradas, Fernando Rodrigues, Diogo Infante, Filipe Vargas, Pedro Hossi, Thiago Rodrigues (Brasil), Helena Isabel, Leonor Seixas, Isaac Alfaiate, Tiago Felizardo, Susana Arrais, João Nunes Monteiro, Miguel Flor de Lima, Margarida Corceiro, Filipa Pinto, João Bettencourt, Diogo Carvalho, Cleonise Malulo, Rita Ribeiro, Liliana Santos, João Gadelha, Henrique Mello, Laura Seiça, Salvador Pires, Laura Leite, Sofia Cupido, Tomás Bastos Sousa, Madalena Vicente

 

Elenco Adicional: Rui M. Silva, Joana Brandão, Duarte Pinho e Melo, Catarina Campos Costa, Lita Pedreira, Ana Cloe, Frederico Amaral, Pompeu José, Carlos Sebastião, Rui Gonçalves, Paula Luiz, Sandra José, Keven Santos, Jason Santos, Ana Mafalda, Nelson Cabral, Carolina Castelinho, Carolina Frias, Celso Fiúza, Paulo Duarte Ribeiro, Carolina Cunha e Costa, Inês Lapa Lopes, Nuno Casanovas, João Silva, Alexandra Pato, Beatriz Rosa, Gustavo Benza, Luís Henrique Matos, Matilde Serrão, Matilde Serrador, Melissa Matos, Carolina Galante

 

Sinopse: "Quero é Viver" é uma novela sobre o empoderamento feminino e a esperança. Com ternura e humor, narra a história de Ana e das suas quatro filhas que, depois da mãe de 70 anos terminar um casamento de 50, acabarão também por dar uma volta de 180 graus às suas próprias vidas.

 

Ana (São José Lapa) tem 70 anos, ainda gosta de Sérgio (Fernando Rodrigues) mas quer o divórcio e não dá explicações. Sérgio quer continuar o casamento porque claro que gosta de Ana… se lhe disse que gostava há 50 anos é porque gosta. Sérgio é um homem de palavra. Há quem diga que, em tempos, Sérgio também gostou de outras mulheres, talvez de Vera (Rita Ribeiro), uma grande amiga de Ana, mas gostar gostar, só de Ana, e rumores não trazem felicidade pelo que é melhor esquecer.

 

Mas Ana não está de acordo: há coisas que, mesmo silenciadas, magoam, logo existem. E ter abandonado a carreira de actriz por causa do casamento, por causa de Sérgio, é uma coisa de que não gosta nada… e gosta de acreditar que, se não pode voltar atrás, pelo menos pode fazer diferente no futuro, porque os 70 anos de agora são os 45 de antigamente. Ou menos. Porque Ana gosta mesmo é de viver!

 

E talvez por isso reaja menos mal do que as filhas quando Estrela (Liliana Santos) se instala de armas e bagagens na casa da família Lobo, protegida por Sérgio, de quem diz gostar como se fosse seu pai. Não há unanimidade quanto à natureza desta forma de gostar.

 

Natália (Fernanda Serrano), Irene (Joana Seixas), Maria (Rita Pereira) e Olga (Sara Barradas), nomes que Ana escolheu inspirada na dramaturgia de Anton Tchékhov, gostam dos pais, Ana e Sérgio, mas não gostam que Ana se queira divorciar, para mais, sem dar explicações. As quatro irmãs estão de acordo: ninguém pede o divórcio ao fim de 50 anos de casamento… muito menos os pais delas, e muito menos no dia da celebração das bodas de ouro. É uma tremenda falta de gosto!

 

Natália gosta do marido, Frederico (Diogo Infante), apesar do modo paternalista como a trata e, por coincidência, agora também gosta do psicólogo de Ana, Gabriel (Thiago Rodrigues), de quem já tinha gostado antes de se casar. Tinha gostado muito até. E ele dela também.

 

Irene gosta de Santiago (Pedro Hossi), o marido (que já gostou dela, e muito), mas não gosta que ele colha os louros do árduo trabalho que ela faz na agência de publicidade do pai (SLG) e não vai gostar quando descobrir que ele a trai com uma mulher mais nova. Pior, Irene vai ficar de rastos quando descobrir que Santiago gosta tanto dessa nova paixão que sonha recomeçar a vida muito longe de si e da estridência dos seus gritos, coisa de que, afinal, ele não gosta nada.

 

Maria gosta da perfeição do seu casamento de 17 anos, e gosta ainda mais depois de beber um copo ou dois, e de esquecer momentaneamente que José Luís (Filipe Vargas), o marido, não se sente atraído por ela e passa madrugadas infindas a trabalhar. José Luís gosta de Maria… mas talvez também goste de Fábio (João Gadelha). No fundo, José Luís preferia gostar apenas de Maria, mas a vida não é feita só de coisas que nos agradam.

 

Olga gosta de gostar e de ser livre para deixar de gostar. Não gosta de gostar de um dos cunhados, de quem gosta muito, às escondidas. Claro que é chato, mas não consegue evitar. Às vezes pensa que a culpa é do segundo ex-marido, Rodrigo (Tiago Felizardo), que a persegue com ternura e bons tratos para que voltem a estar juntos. Em suma, Olga não gosta de não poder gostar.

 

É como Rita (Margarida Corceiro), a filha de Gabriel, que não gosta que o pai goste de outra mulher que não seja a mãe, Susana (Ana Cloe), e gosta ainda menos que lhe tentem dizer de quem é que ela própria pode gostar. Mas Matias (João Bettencourt), o filho de Natália e de Frederico, que gosta de Tomás (Diogo Carvalho), vai dizer alto e bom som que não gosta mesmo nada da relação amorosa de Rita. E Filipa (Joana Brandão), a terapeuta de Frederico, por quem – há quem ache – ela está apaixonada, fará coro no desgosto em relação aos muitos desgostos que Rita provoca.

 

Graça (Helena Isabel), a empregada de Ana e de Sérgio, proclama aos quatro ventos que, com a morte de Pires, o marido, fechou o coração para o amor. Não gosta disso, quem gostará, mas gostava de Pires e acredita que nunca mais vai gostar assim de ninguém. Alimenta-lhe o coração o amor pelos filhos gémeos, Raúl (Isaac Alfaiate) e Rómulo (João Nunes Monteiro). Gostava de os ver "arrumados" com mulher e filhos mas, na verdade, os rapazes são esquisitos e não se lhes conhece ninguém. Talvez porque, em segredo, Raúl goste de uma mulher mais velha e Rómulo, também em segredo, de uma da sua idade.

 

Quem os mantém debaixo de olho, sobretudo a Rómulo, é Lili (Filipa Pinto), a empregada de casa e do café de Olga. Gosta de tudo nele, até dele ser mais baixo do que ela e ter ar de mau. Ivanilda (Cleonise Malulo), a empregada da casa de Irene, não teve a sorte de encontrar a sua meia laranja até aos 40 e finge que gosta de acreditar que o seu futuro é sozinha. E, se gosta de olhar para o Pastor Dave (Miguel Flor de Lima), o charmoso açoriano que toma conta do culto da Divina Aparecida, é porque a beleza é um dom divino que todos devemos louvar.

 

Lúcia (Leonor Seixas), que trabalha o menos que pode em todas as circunstâncias e, em particular, em casa de Maria, apesar desta a ter contratado precisamente para trabalhar, gosta, ainda e sempre, do pai do seu filho Fernando (Henrique Mello). Mas a vida não se faz só de saudade e se, sem grande incómodo, lhe cair um aconchego no colo, Lúcia não vai desdenhar, não quer que a achem pobre e mal-agradecida.

 

Já a cunhada Sofia (Susana Arrais), que trabalha em casa de Natália, gosta do marido Carlos Miguel (Rui M. Silva) e do seu filho Guilherme (Duarte Pinho e Melo) por quem se dispõe a fazer todos os sacrifícios. Mas também suspira – não é gostar – pela voz, corpo e alma do patrão Frederico que a compra com elegância: um telefone para Guilherme, uma informação sobre a vida de Natália e a vida flui como se nada se passasse.

 

"Quero é Viver" é uma história sobre o amor. Passa-se nos nossos dias e acontece entre Lisboa, Oeiras, Cascais e Arrábida. 

 

De 2ª a 6ª, na TVI. 

 

 

HELENA AMARAL 2.jpg

 

Helena Amaral nasceu em 1962. É mestre em Temas e Motivos Medievais na Literatura Portuguesa e Francesa dos séculos XIX e XX. Foi docente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, subdirectora na Fundação Oriente e editora da revista Barata. Trabalha desde 1999 como guionista e argumentista.

 

Argumentos Televisão:

Quero é Viver (novela, TVI; 2022)

Quer o Destino (novela, TVI; 2020)

Amar depois de Amar (série, TVI; 2019)

Conta-me Como Foi (série, RTP1; 2007-10)

Os Batanetes (série, TVI; 2004)

O Jogo (telenovela, SIC; 2003)

Fúria de Viver (telenovela, SIC; 2002)

Cuidado com as Aparências (série, SIC; 2000-2002)

Milionários à Força (série, RTP1; 2001)

03
Jan22

ESTREIA TV: "Mary Kills People" c/ Scott Cavalheiro e Jess Salgueiro (AMC - 13h30)

AMC estreia em exclusivo 'Mary Kills People' - Cultura de Borla

 

Esta segunda-feira, o AMC estreia a série canadiana "Mary Kills People", que tem no elenco dois actores luso-canadianos: Scott Cavalheiro e Jess Salgueiro.

 

"Mary Kills People", do canal canadiano Global, segue a história da Dra. Mary Harris, que mata pessoas como modo de vida. Mãe solteira e médica das Urgências, com excesso de trabalho, Mary também tem uma actividade ilegal como anjo da morte clandestino – trabalhando fora da lei para executar mortes assistidas a pacientes que querem morrer sob as suas próprias condições. Até agora, Mary tem conseguido passar despercebida, mas o negócio está florescente e a sua vida dupla está a ficar complicada.

 

A série conta com 3 temporadas, num total de 18 episódios, e tem a participação de dois actores com origens portuguesas: Scott Cavalheiro, no papel de "Inspector Hull", e Jess Salgueiro, que interpreta "Larissa". 

 

De 2ª a 6ª, às 13h30, no AMC.

 

Mary Kills People (2017)

Scott Cavalheiro na série canadiana "Mary Kills People"

 

Mary Kills People (2017)

Jess Salgueiro na série canadiana "Mary Kills People"

 

02
Jan22

PELOS CAMINHOS DE PORTUGAL - Braga

Sé de Braga | www.visitportugal.com

 

Região: Minho

Distrito: Braga 

 

02
Jan22

TV: Levanta-te e Ri (SIC - 00h55)

Levanta-te e Ri regressa com Fernando Rocha na apresentação – TV  INDEPENDENTE BLOGUE

 

Este domingo, o programa "Levanta-te e Ri" regressa para um episódio especial. O Multiusos de Guimarães recebeu o icónico formato de comédia da SIC que, desta vez, contará com a apresentação e participação especial de Fernando Rocha, um dos muitos nomes lançados pelo programa de stand up que surgiu em 2003.

 

O programa contará ainda com a participação de Alexandre Santos, Carlos Vidal, o angolano Gilmário Vemba, João Dantas e João Seabra.

02
Jan22

DOC TV: Beatriz Costa - A Alegria é a Minha Religião (RTP2 - 15h55)

Beatriz Costa: A Alegria é a Minha Religião

 

Autoria: Paula Castelar, Henrique Mateus

Realização e Produção: Laurent Filipe 

 

Sinopse: Soberana e insubmissa, dona de uma expressividade inesquecível, com um sorriso contagiante e um coração do tamanho do mundo, Beatriz Costa foi uma das actrizes portuguesas mais queridas em Portugal e no Brasil, durante as décadas de 30 e 40 do século XX, e uma das portuguesas mais extraordinárias do seu tempo, exemplo pioneiro da vida da mulher portuguesa ao longo do século XX.


O seu corte de cabelo tornou-se uma verdadeira imagem de marca que lhe garantiu ser conhecida como a menina da franja. Teve uma vida rica em acontecimentos, mas que nem sempre foi fácil. Aprendeu a escrever apenas na adolescência o que não a impediu de assinar crónicas jornalísticas e de ser autora de livros biográficos, que foram enormes sucessos editoriais. "Sem Papas na Língua", o seu primeiro livro, e o mais revelador, condensa no título a personalidade da autora, que sabia ser tão generosa com os que o mereciam, como frontal e impiedosa com os demais.


Enquanto actriz, somou enormes êxitos no Brasil, Portugal e nas províncias ultramarinas portuguesas. Foram poucos os filmes em que participou, mas foi o cinema a perpetuá-la enquanto actriz. Quem não se deliciou a vê-la na "Canção de Lisboa" ou na "Aldeia da Roupa Branca", onde imprimiu aos papéis que interpretou o cunho popular e genuíno que hoje a imortaliza?

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