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28
Ago21

SUPERTAÇA FEMININA DE FUTEBOL - Benfica x Sporting (Canal 11 - 17h30)

Notícia | FPF

 

Este sábado, disputa-se a Supertaça Feminina de Futebol entre o Sport Lisboa e Benfica, campeão nacional 2020/21, e o Sporting Clube de Portugal, vice-campeão nacional 2020/21. A Taça de Portugal foi suspensa na temporada passada devido à pandemia de covid-19.

 

A Supertaça Feminina de Futebol disputa-se no Estádio do Restelo, em Lisboa, tem início às 17h30 e será transmitida pelo Canal 11. 

27
Ago21

JOGOS PARALÍMPICOS 2020 - 28 Agosto

Djibrilo Iafa: "Haverá várias dificuldades em Tóquio. Fácil não vai ser,  mas estou mais focado naquilo que sou capaz de fazer" - Desporto - SAPO 24

Djibrilo Iafa (judo)

 

02h24 - Natação (100m costas/S11) - Marco Meneses (RTP Play/ RTP2 - a partir das 09h)

 

02h36 – Judo (-73kg/BC1) - Djibrilo Iafa (RTP Play)

 

02h43 - Natação (200m estilos/SM8) -  Diogo Cancela (RTP Play/ RTP2 - a partir das 09h)

 

03h04 - Natação (100m bruços/SB5) - Ivo Rocha (RTP Play/ RTP2 - a partir das 09h)

 

03h55 - Boccia (BC1/BC2/BC3/BC4) - José Macedo, Cristina Gonçalves, Avelino Andrade, Ana Costa, Carla Oliveira, André Ramos, Abílio Valente (RTP Play)

27
Ago21

LETRAS LUSAS: "Que Salazar era o Salazar de Fernando Pessoa?" - textos de Fernando Pessoa

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Editora: Guerra & Paz

 

Sinopse: Fernando Pessoa vivia em Lisboa, animado pela centena de heterónimos que moravam dentro do seu espírito. Salazar estava no seu sossego monástico, em Coimbra. Até que, em 1926, alguns generais chamaram Salazar a Lisboa. Para ser ministro, primeiro, para mandar em Portugal, depois. Pessoa e Salazar, nunca se encontrando, partilharam então a agitada vida do país, até 1935, ano da morte de Pessoa.

O que pensava Pessoa de Salazar? Amava-o ou odiava-o? Pessoa foi alguma vez salazarista ou fascista?

Este livro dá a palavra a Fernando Pessoa. Leia tudo o que Pessoa disse de Salazar. E disse e escreveu muito: por vezes, textos a ferver. Tanto que descobriu e nos revela três Salazares.

 

Fernando Pessoa - Portal da Literatura

 

Fernando Pessoa nasceu em Lisboa, em 1888, e aos 7 anos partiu para a África do Sul com a sua mãe e o padrasto, que foi cônsul em Durban. Aqui fez os estudos secundários, obtendo resultados brilhantes. Em fins de 1903, faz o exame de admissão à Universidade do Cabo. Com esta idade (15 anos) é já surpreendente a variedade das suas leituras literárias e filosóficas. Em 1905 regressa definitivamente a Portugal; no ano seguinte matricula-se, em Lisboa, no Curso Superior de Letras, mas abandona-o em 1907. Decide depois trabalhar como "correspondente estrangeiro". Em 1912 estreia-se na revista A Águia com artigos de natureza ensaística. 1914 é o ano da criação dos três conhecidos heterónimos e, em 1915, lança, com Mário de Sá-Carneiro, José de Almada-Negreiros e outros, a revista Orpheu, que dá origem ao Modernismo. Entre a fundação de algumas revistas, a colaboração poética noutras, a publicação de alguns opúsculos e o discreto convívio com amigos, divide-se a vida pública e literária deste poeta.

 

Um dos maiores génios poéticos de toda a nossa Literatura e um dos poucos escritores portugueses mundialmente conhecidos. A sua poesia acabou por ser decisiva na evolução de toda a produção poética portuguesa do século XX. Se nele é ainda notória a herança simbolista, Pessoa foi mais longe, não só quanto à criação (e invenção) de novas tentativas artísticas e literárias, mas também no que respeita ao esforço de teorização e de crítica literária. É um poeta universal, na medida em que nos foi dando, mesmo com contradições, uma visão simultaneamente múltipla e unitária da Vida. É precisamente nesta tentativa de olhar o mundo duma forma múltipla (com um forte substracto de filosofia racionalista e mesmo de influência oriental) que reside uma explicação plausível para ter criado os célebres heterónimos - Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, sem contarmos ainda com o semi-heterónimo Bernardo Soares.

 

Pessoa marcou profundamente o movimento modernista português, quer pela produção teórica em torno do sensacionismo, quer pelo arrojo vanguardista de algumas das suas poesias, quer ainda pela animação que imprimiu à revista Orpheu. No entanto, quase toda a sua vida decorreu no anonimato. Quando morreu, em 1935, publicara apenas um livro em português, Mensagem (no qual exprime poeticamente a sua visão mítica e nacionalista de Portugal), e deixou a sua famosa arca recheada de milhares de textos inéditos. A editora Ática começou a publicar a sua obra poética em 1942. No entanto, já o grupo da "Presença" tinha iniciado a sua reabilitação (poética e filosófica) face ao público e à crítica.

27
Ago21

MINI LETRAS LUSAS: "Moushi, o gato de Anne Frank", de José Jorge Letria

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Texto: José Jorge Letria

Ilustrações: Danuta Wojciechowska

Editora: Dom Quixote

 

Sinopse: Morta no campo de concentração de Bergen-Belsen em 1945, Anne Frank é uma das figuras trágicas do século XX. A sua história, conhecida apenas pelas páginas do seu diário, publicado em 1947, é aqui recontada através de Moushi, o gato que viveu com ela no anexo de Amesterdão, onde esteve escondida com a família entre 1942 e 1944.

Moushi existiu realmente e foi levado para o anexo por um companheiro de cativeiro de Anne Frank. A rotina de um grupo de pessoas refugiadas do terror nazi e a esperança numa libertação que acabou por não chegar são assim narradas neste livro por um animal de estimação, cujo relato imaginário, mas rigorosamente factual, lhe conferiu o direito de se converter em personagem literária, daquelas que vêm para ficar.

 

José Jorge Letria - WOOK

 

José Jorge Letria nasceu em Cascais, em 1951, onde foi vereador da Cultura entre 1994 e 2002. Ficcionista, mas também jornalista, poeta, dramaturgo. Tem livros traduzidos em mais de uma dezena de idiomas e foi premiado em Portugal e no estrangeiro, destacando-se dois Grandes Prémios da APE, o Prémio Aula de Poesia de Barcelona, o Prémio Internacional UNESCO, o Prémio Eça de Queiroz – Município de Lisboa e o Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte. O essencial da sua obra poética encontra-se condensado nos dois volumes da antologia O Fantasma da Obra. Ao lado de nomes como José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, foi um dos mais destacados cantores políticos portugueses, tendo sido agraciado, em 1997, com a Ordem da Liberdade. É mestre em Estudos da Paz e da Guerra nas Novas Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa e pós-graduado em Jornalismo Internacional. Doutorou-se com distinção em Ciências da Comunicação no ISCTE, em Setembro de 2017. É presidente da Sociedade Portuguesa de Autores e do Comité Europeu de Sociedades de Autores da CISAC.
É co-autor, com José Fanha, de várias antologias de poesia portuguesa.

 

danuta.jpg

 

Danuta Wojciechowska nasceu no Quebéque, Canadá, em 1960. É formada em Design de Comunicação em Zurique (Suíça) e em Educação pela Arte em Inglaterra. Vive e trabalha em Lisboa desde 1984, onde dirige o atelier Lupa Design. Dinamiza oficinas de ilustração para adultos, jovens e crianças que promovem a criatividade e a literacia visual ligado ao livro infantil. Recebeu o Prémio Nacional de Ilustração de 2003. Em 2004 foi a candidata portuguesa ao Prémio Hans Christian Andersen e recebeu o prémio para o melhor livro ilustrado da FIBDA. No mesmo ano as suas ilustrações foram seleccionadas para a exposição internacional da Feira do Livro para Crianças de Bolonha. Em 2008/09 participou na exposição de ilustração portuguesa "ilustrações.pt".

27
Ago21

TV: Feira do Livro de Lisboa (RTP1 - a partir das 10h)

Feira do Livro

 

Esta sexta-feira, a RTP1 vai estar na Feira do Livro de Lisboa para promover a cultura, os livros e os hábitos de leitura (10h-13h/ 15h05-17h30).


Os anfitriões Vanessa Oliveira e José Carlos Malato vão estar à conversa com vários escritores, de diferentes gerações. Afonso Reis Cabral, João Tordo, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada são alguns dos nomes que vão passar pela Feira do Livro para nos falar dos seus trabalhos e do gosto pela escrita.


Nesta emissão dedicada ao livro e ao gosto pela leitura não podem faltar os contadores de histórias, aqueles que dão primazia à palavra e que levam contos e histórias de outra forma a quem os ouve.


Vamos ainda conhecer algumas livrarias do país que primam pela diferença, bem como os gostos literários de alguns rostos bem conhecidos.


Tudo o que se passa na Feira do Livro em Lisboa será acompanhado por Idevor Mendonça, enquanto Hélder Reis visita a Feira do Livro na cidade do Porto.


Mas porque as palavras e a escrita andam sempre de mãos dadas, nada melhor que a música para nos trazer o seu significado tão especial pelas vozes de Diana Castro, Filipe Gonçalves, Irma e Janeiro com os melhores momentos musicais!

26
Ago21

LETRAS LUSAS: "Desaparecida", de Ricardo Lemos

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Editora: Guerra & Paz

 

Sinopse: Desaparecida é uma aldeia à beira-mar: aqui os fantasmas só morrem quando são esquecidos. Ao longo de séculos e através de três vozes - Fatimah, Bartolomeu e Maria -, Desaparecida cruza-se com a nossa História, da Inquisição e Descobrimentos à Ditadura e Revolução.


Fatimah conhece bem a terra, as histórias e as memórias que conta e repete, como se a vida toda coubesse no contar, como se o quebrar do fio antecipasse o fim do mundo. Bartolomeu Vagamundo, um pássaro feito gente, escapa da Inquisição e embarca numa odisseia. Maria, sua descendente, chega a Desaparecida, onde descobre um passado, até aí enterrado, e mergulha nas suas origens: um universo de viagens, regressos, lendas e desaparecimentos.

Superstições, milagres, embustes e aventureiros, pássaros, sinfonias, baleias e aguardente: Desaparecida, o romance, gravita entre o imaginário e o real, com histórias dentro de histórias, ecos que atravessam continentes e séculos e assombram a memória dos habitantes da aldeia.

Desaparecida é uma epopeia da pequena gente. O leitor queria que durasse sempre: fica-se com pena quando acaba.

 

Ricardo Lemos - Guerra e Paz Editores, S.A.

Ricardo Lemos nasceu no Porto e estudou Cinema em Londres. Completou um mestrado em Escrita Criativa na Universidade de Cambridge. Viveu em Nova Iorque e passou uma temporada no Tibete. Deu uma volta ao mundo, altura em que escreveu uma crónica de viagem para o Jornal de Notícias.

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