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alma-lusa

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27
Mai21

MARIONETAS: Alfredo, o coleccionador de borboletas (Cine-Teatro de Alcobaça/ 29 Maio, 11h00)

alfredo o colecionador de boroboletas s.a.marionet

 

Texto: José Manuel Valbom Gil

Encenação: José Gil, Sofia Olivença Vinagre, Natacha Costa Pereira

Manipulação: José Gil e Natacha Costa Pereira

Marionetas e Figurinos: Sofia Olivença Vinagre

Cenografia: José Gil

Música original: Hugo Trindade

 

Sinopse: A companhia S.A.Marionetas- Teatro & Bonecos, de Alcobaça, apresenta a sua 52ª produção, "Alfredo - O coleccionador de borboletas", com ante-estreia no dia 29 de Maio de 2021 no Cine-Teatro de Alcobaça, às 11h00.

 

Numa terra distante cheia de vida, e bonita como nenhuma outra, vivia uma pessoa com um gosto muito particular: coleccionar borboletas. Mas só as de cor vermelha, as mais raras. A sua obsessão era de tal ordem que as guardava num lugar protegido por todos os lados dos eventuais ladrões. Certo dia, aquando de uma das suas caçadas, fica preso num buraco. Assustado faz tudo para sair e quando finalmente conseguiu sair reparou que tinha ficado sem as duas pernas. Não lhe doía nada, mas não estavam lá. Desesperado tenta achá-las mas em vão, não estavam em lado nenhum. E agora como é que ele podia andar e saltar para apanhar as suas borboletas?

 

Esta produção da companhia S.A.Marionetas é uma ideia antiga da companhia de abordar o tema da deficiência, mas de uma forma real e, ao mesmo tempo, com um sentido de esperança e luta pela conquista de ultrapassar barreiras.

 

Espectáculo baseado num conto de José Manuel Valbom Gil, autor de várias obras para teatro de marionetas e premiado internacionalmente pelas suas criações e performances artísticas nesta área. Aqui, o autor aborda várias temáticas nos acontecimentos que surgem em volta da personagem principal. A obsessão pelo objectivo de vida obsessivo faz esta personagem ter o engenho e a vontade de ir em frente independentemente dos obstáculos encontrados por causa da sua recente perda de mobilidade. Ao mesmo tempo encontramos uma mensagem de esperança através das soluções encontradas por ele para seguir em frente. A não utilização da palavra nesta produção vem ao encontro do trabalho feito pela companhia nos últimos anos e tem o propósito de ser mais abrangente para os públicos que possam assistir, não encontrando assim barreiras linguísticas. A forma como tudo termina através de uma solução abstracta, mas ao mesmo tempo com uma mensagem de liberdade e de inclusão, leva-nos a manter a esperança para continuar a viver independentemente das dificuldades e obstáculos encontrados.

27
Mai21

PORTUGAL NO EURO 2020 - Raphaël Guerreiro

Raphael Guerreiro: «Temos uma mentalidade vencedora e queremos ganhar todos  os jogos» - Liga das Nações - Jornal Record

 

Naturalidade: Le Blanc-Mesnil (França)

Posição: Lateral-esquerdo

Clube: Borussia Dortmund (Alemanha)

 

Raphaël Guerreiro, filho de pai português e mãe francesa, nasceu a 22 de Dezembro de 1993, em Le Blanc-Mesnil, arredores de Paris, França. Começou a jogar futebol na Academia de Futebol Clairefontaine, em Paris. Em 2008, mudou-se para o Caen, um clube da 2ª divisão francesa, onde se tornaria profissional. Esteve três anos na formação, dois na equipa B e, em 2012, chega à equipa principal, onde joga uma temporada. Em 2013, transfere-se para o Lorient, onde joga três temporadas. Em 2016, ruma à Alemanha para jogar no Borussia Dortmund.

 

Com dupla nacionalidade, desde pequeno que Raphaël Guerreiro tinha o sonho de jogar pela Selecção Portuguesa. Começou a representar Portugal nos sub-21 e a estreia na selecção A aconteceu a 14 de Novembro de 2014, frente à Arménia. Raphaël Guerreiro esteve no Euro 2016 (onde se sagrou campeão europeu num campeonato realizado em França e cuja final foi frente à selecção francesa), Mundial 2018 e Liga das Nações 2018/19 (vencedor).

 

27
Mai21

DOC TV: Sou Quarteira (RTP1 - 00h45)

Sou Quarteira

 

Realização: Miguel Jacinto, Selma Lopes

Argumento: Miguel Jacinto, Inês Oliveira, Dino d'Santiago, Naomi Guerreiro

 

Sinopse: Um documentário que, através de testemunhos locais, nos dá a conhecer a cidade de Quarteira, no Algarve.

 

Uma série de retratos que revelam o que realmente faz da cidade um lugar especial: a sua riqueza multicultural e a sua diversidade. Desde os habitantes às comunidades, aos bairros, às ruas, às culturas emergentes...


Esta é a voz dos que viajaram e foram em busca dos seus sonhos, dos que ficaram e dão vida à cidade, dos que a cidade adoptou e dos que ainda agora chegaram e são o futuro. Indivíduos que fazem trabalhos notáveis, em diversas áreas, como: a música, a arte, o desporto, a ciência, empreendedorismo, entre outras.


Histórias incríveis que têm como objectivo revelar ao mundo uma outra face da cidade algarvia e posicioná-la enquanto incubadora de talento inspirando as futuras gerações a seguir os seus sonhos.

 

27
Mai21

CINEMAX CURTAS: Cringe/ Tenho um Rio (RTP2 - 23h45)

Nenhuma descrição de foto disponível.

 

O amor é feio em "Cringe", uma comédia de Dinis Leal Machado. Aos 23 anos, Telmo nunca teve uma relação amorosa. Sem esperança, está pronto para acabar com a vida até ser interrompido por Clara, uma revoltada rapariga que foi deixada pelo namorado no meio do nada. Juntos, decidem ir atrás dele.

 

 

Jorge está cansado do dia-a-dia. Subitamente, decide fazer um intervalo na sua rotina. Convence Teresa, saem rumo ao Douro e quebram assim o cansaço dos dias com pequenos gestos de loucura e alegria. "Tenho um Rio", uma curta-metragem de Ricardo Teixeira.

 

26
Mai21

PORTUGAL NO EURO 2020 - José Fonte

Jan Fredrik Hagen på Twitter: "José Fonte: "Physically, I'm like Cristiano,  who's 33-years-old, but 23 in his cells. The age in my passport doesn't  count for anything." "It's not up to me

 

Naturalidade: Penafiel

Posição: Defesa-central

Clube: Lille (França)

 

José Fonte nasceu a 22 de Dezembro de 1983, em Penafiel. Começou a jogar futebol, ainda em criança, no clube da sua terra, o Futebol Clube de Penafiel, onde esteve durante três anos. Muda-se para o Sporting Clube de Portugal, onde está durante três anos na formação do clube. A seguir, está três anos no Sacavenense e volta ao Sporting. Após mais dois anos na formação, estreia-se como profissional, em 2002, no Sporting B, onde fica duas temporadas. Depois disso, representou clubes como Felgueiras, Vitória de Setúbal, Paços de Ferreira e Estrela da Amadora até que, em 2007, vai para Inglaterra jogar no Crystal Palace. Em 2010, transfere-se para o Southampton, onde joga até 2017, altura em que muda para o West Ham. Em 2018, José Fonte deixa Inglaterra e ruma à China para representar o Dalian Pro, mas a experiência durou pouco tempo. Ainda em 2018, vai jogar para o Lille, em França.

 

José Fonte representou Portugal nos sub-21 e na selecção B. A estreia na Selecção A aconteceu a 18 de Novembro de 2014, frente à Argentina. Esteve no Euro 2016 (onde se sagrou campeão europeu), Mundial 2018 e Liga das Nações 2018/19 (vencedor). 

 

26
Mai21

EXPOSIÇÃO: D. Maria II - De princesa brasileira a rainha de Portugal, 1819 -1853 (Palácio Nacional da Ajuda, Lisboa - 26 Maio a 29 Setembro)

DMariaII_2021.jpg

 

«D. Maria II. De princesa brasileira a rainha de Portugal. 1819-1853» é o título da exposição organizada em conjunto pelo Museu da Presidência da República e Palácio Nacional da Ajuda, que recorda a vida e o reinado da última mulher a ocupar a chefia do Estado português.

 

A partir do dia 26 de Maio – na Galeria do Rei D. Luís do Palácio Nacional da Ajuda – estarão expostas várias centenas de peças e documentos reunidos para esta exposição. Vindas de diversos museus nacionais, autarquias, coleccionadores privados e Governo Regional dos Açores, muitas peças foram restauradas propositadamente.

 

De entre as muitas obras que ficarão em exposição até ao dia 29 de Setembro, destacam-se várias jóias pessoais de D. Maria II e a Coroa Real Portuguesa que há mais de duas décadas não é exposta ao público.

 

Na Galeria do Rei D. Luís – o segundo filho de D. Maria II – serão passadas em revista as duas décadas do reinado d'A Educadora (1834-1853), a única monarca da Europa que nasceu fora do continente europeu. Durante esses anos, Portugal passou do Absolutismo ao Constitucionalismo, registando grandes transformações sociais, económicas e culturais no país.

 

26
Mai21

LETRAS LUSAS: "Deus Pátria Família", de Hugo Gonçalves

 

Editora: Companhia das Letras

 

Sinopse: Lisboa, 1940.


Uma mulher é encontrada morta no Santuário do Cabo Espichel, envolta num manto branco, com um rosário entre os dedos. Os peregrinos confundem-na com uma aparição de Nossa Senhora. Os detectives encarregados do caso não vão em delírios, mas também não imaginam que aquele é apenas o primeiro homicídio.

Vivem-se tempos estranhos: os tanques alemães avançam Europa fora e a bandeira nazi é içada na Torre Eiffel. A Lisboa chegam milhares de estrangeiros e refugiados judeus, que escolhem a capital portuguesa como abrigo temporário ou porta de saída para uma vida sem medo.

As vítimas vão-se sucedendo: todos os meses, aparece mais uma mulher morta, numa sucessão de crimes de matizes religiosos. A Polícia de Investigação Criminal entrega o caso a Luís Paixão Leal, ex-pugilista de memória prodigiosa, com um olho de vidro e um passado misterioso em Nova Iorque. O detective, que vê na justiça uma missão de vida, empenha-se em descobrir o culpado.

Até que, numa manhã de domingo, tudo muda: um golpe violento afasta Salazar do poder e sacode o xadrez político do país. Portugal abandona a neutralidade na guerra e alinha-se com as forças do Eixo. Nas ruas da capital, começa o cerco aos refugiados judeus e ecoam as tenebrosas memórias das perseguições da Inquisição.

Com a reviravolta política, Paixão Leal vê-se no centro de uma conspiração ao mais alto nível. O detective, que vive com uma judia alemã e os seus dois filhos, sente a ameaça a bater-lhe à porta. Num mundo à beira do colapso, pagará um preço caso insista em desvendar a verdade.

Dos loucos anos 1920 nos Estados Unidos à convulsa década de 1940 em Portugal, chega-nos uma versão alternativa do nosso passado, com ecos no presente, porque basta uma única reviravolta para mudar o rumo de um país e assombrar milhares de vidas. Entrelaçando um mistério policial com uma saga familiar, Deus Pátria Família é um romance magnético do autor finalista dos Prémios PEN Clube e Fernando Namora.

 

hugo gonçalves.jpg

 

Hugo Gonçalves nasceu em Sintra, em 1976. É autor de vários romances, entre eles Filho da Mãe, finalista dos prémios PEN Clube e Fernando Namora. Co-autor e guionista das séries televisivas País Irmão e Até que a vida nos separe (RTP1), foi correspondente de diversas publicações portuguesas em Nova Iorque, Madrid e Rio de Janeiro, cidade onde trabalhou como editor literário. Jornalista premiado, colaborou com ExpressoVisãoJornal de NotíciasDiário EconómicoSábado. No Diário de Notícias, assinou as crónicas Postais dos Trópicos e Máquina de escrever.

 

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