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28
Jan21

A CAMINHO FESTIVAL CANÇÃO 2021: "Livros" - Irma

Autor convidado: Irma

Música: Irma, Pity

Letra: Irma

Intérprete: Irma

 

 

 

Apesar de se ter afirmado inicialmente junto do grande público enquanto actriz, Irma tem, contudo, no canto e na composição, a mais antiga expressão de um talento que revelou ainda criança e que agora abraça, em paralelo à representação. Nasceu em Lisboa, mas a sua identidade reflecte forte influência da cultura angolana, ou não fosse Angola o país de origem dos avós com quem cresceu. Aos 12 anos herdou uma guitarra da e, instrumento que não mais parou de explorar, ao mesmo tempo que se começou a aventurar na escrita de canções, primeiro dentro do seu quarto, a pouco e pouco abrindo a porta para o mundo. Licenciada em Artes Performativas, porque sempre acreditou que sica, teatro e dança se complementamsomou vários papéis enquanto actriz de ficção transmitida nos vários canais de televisão e já fez parte do elenco dos musicais "Entre o céu e a terra", "A Bela e o Monstro", "Terra dos Sonhos", "Eusébio, um hino do futebol" e "ZOO". "Primavera", o seu álbum de estreia, foi editado em 2020. O disco apresenta canções com música e letras de sua autoria, partilhando os arranjos e produção com Pity. O single de apresentação, "A Qualquer Hora", foi escrito dez anos antes e recorda que "o há condição para amar".

28
Jan21

NOVOS SONS LUSOS - Querubim

Querubim: "Escrever é provar que a experiência humana é partilhável"

 

Querubim é uma banda de indie-pop, natural de Carnaxide (Oeiras), formada por Rodrigo Cardoso (voz), António Fortunato (baixo), Ricardo Barroso (guitarra), Francisco Cardoso (bateria) e António Miguel (sintetizadores). Em 2019, quando estudava Ciências da Comunicação na Universidade Nova de Lisboa, Rodrigo Cardoso começou a conciliar a comunicação com a música. Publicou as suas primeiras composições na Internet e actuou ao vivo pela primeira vez. Criou o projecto Boémia que, mais tarde, se transformou em Querubim e já lançou o primeiro álbum, "Saber Estar", em Novembro de 2020. 

 

28
Jan21

CINEMAX CURTAS: "Destiny Deluxe", de Diogo Baldaia (RTP2 - 00h10)

Filme

 

O foco no Cinemax Curtas dedicado ao jovem realizador Diogo Baldaia termina com a curta-metragem "Destiny Deluxe". Numa cidade que carrega o peso de expectativas falhadas e ausências profundas, seguimos o dia de três jovens adultos. À medida que a realidade lhes falha, o destino cria uma espécie de espaço virtual feito de memórias, melancolia e ocasiões raras em que o único desfecho possível é a total absorção para uma outra realidade. 

 

28
Jan21

DOC TV: Debaixo do Céu (RTP2 - 22h45)

 

Realização: Nicholas Oulman

Argumento: Beth Calabro Oulman (EUA) e Nicholas Oulman

Fotografia: João Pedro Plácido, Sebastian Gallo (Argentina)

Música: Diogo Cerejo Fragoso

Produção: Ukbar Filmes, Paulo de Sousa, MVR Produções, Utopica Cine

 

Com: Anita Sanders, Arlette Sanders, Helga Liné, Irving Redel, Leon Zanger, Martin Nussbaun, Miriam Klein Kassenoff, Nina Miness, Solomon Berenholz

 

Sinopse: Onde estão hoje os refugiados que fugiram do nazismo rumo a Portugal? Como chegaram a este porto de abrigo no extremo da Europa? E como os acolheram os portugueses?

 

Entre 1933 e 1944, centenas de milhares de judeus atravessaram a Europa, em fuga, até Portugal, a última porta para a liberdade. Despojados de todos os bens, obrigados a abandonar as famílias, deixaram para trás não só o seu país, mas também a sua identidade.

 

Guiados pelas histórias extraordinárias de Lolita, Ralph, Edmond e Rachel, entre outros, testemunhamos as memórias, reconstruindo a viagem até Portugal. O que sentiram, o que viveram, como lidaram com o que lhes era imposto, que força era aquela que os fazia continuar, como se viam uns aos outros, como conviviam com os portugueses, como partiram sem olhar para trás e em que medida a tragédia que viveram afectou o resto das suas vidas.

 

O documentário de Nicholas Oulman, realizador português de origem judaica, traça uma história sobre o êxodo que fez milhões de judeus deixarem Berlim e rumarem a sul, aquando da ascensão de Adolf Hitler. Baseando-se nas memórias de alguns sobreviventes (hoje com cerca de 80 anos de idade), descreve os périplos de uma crise de refugiados que encontrou (para mais de 100 mil) um porto seguro em Portugal, um porto de esperança a caminho de um recomeço, enquanto circulavam notícias do horror dos campos de concentração.

 

Composto totalmente por imagens de arquivo, recorda um período negro da história de Portugal e da Europa, através do ponto de vista de alguns sobreviventes que recordam o que presenciaram e viveram quando eram crianças e adolescentes. Antevendo os maus tempos que se avizinhavam, muitos judeus deixaram Berlim, enquanto outros, não acreditando que a situação política se deteriorasse, ali permaneceram até ser tarde demais. Hitler desenvolve rapidamente uma ideologia antissemita e, em simultâneo, a indústria bélica. Invade grande parte da Europa e estende a perseguição aos judeus nos territórios que ocupa. Com a tomada de França, em 1940, cai um bastião da liberdade.

 

Três milhões de refugiados rumam a sul. Nenhum judeu estava a salvo. Como conseguiram sobreviver? Em que circunstâncias? Que viagem foram obrigados a fazer? Mais de cem mil judeus tiveram uma coisa em comum: a sua passagem por Portugal, onde viveram em zonas de residência fixa. Portugal, um país conservador, sob a ditadura de Salazar, acolheu uma grande população de judeus refugiados, o que causou grande impacto social no país.

 

A partir de 1942, começaram a circular rumores de histórias de horror sobre os campos de concentração de Hitler, onde era levado a cabo o homicídio em massa de judeus. Portugal foi apenas um lugar temporário para os judeus que lutavam para recomeçar as suas vidas com tudo o que isso implicava: vistos para novas terras, meios de transporte, dinheiro, sobrevivência… Portugal foi um enorme porto de esperança.

 

27
Jan21

A CAMINHO FESTIVAL CANÇÃO 2021: "Mundo" - IAN

Autor convidado: IAN

Música e Letra: IAN

Intérprete: IAN

 

 

 

 

IAN é IaninaKhmelik, violinista de formação clássica, actualmente a tocar na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.  Nasceu em Moscovo, capital da Rússia, em 1983, tendo iniciado os estudos musicais aos cinco anos e, mais tarde, ingressado na Escola Profissional de Música Gnessin. Em 1995, ganhou o 2º Prémio no concurso para jovens músicos de Moscovo e, no ano seguinte, foi estudar para a Holdstadt Schulle, na Alemanha. Em 1999, com 15 anos, veio para Portugal e foi viver para Espinho, onde teve aulas de violino e piano na Escola Profissional de Música de Espinho. Anos depois, mudou-se para o Porto e, em 2006, terminou a licenciatura em violino na Escola Superior de Música e Artes do EspectáculoAmante de Stockhausen e da música contemporânea, teve várias colaborações no universo pop e rock (GNR, The Gift, entre outros). É actriz e participou num estudo levado a cabo pela Universidade do Porto (Faculdade de Engenharia e Faculdade de Medicina Dentária) na realização do projecto "InsideMusicMachine", espectáculo onde era possível visualizar, através de equipamento termográfico, o aquecimento dos músculos da artista durante a performance e em tempo real. Depois dos primeiros EP, lançados em 2018, em 2020 chegou o primeiro álbum. A produção de "Raivera" é de Nuno Gonçalves (The Gift) e o disco gerou já uma pequena digressão no México. IAN tem nacionalidade russa e portuguesa. 

27
Jan21

LETRAS LUSAS: "Portugueses no Holocausto", de Esther Mucznik

Portugueses no holocausto – A Esfera dos Livros

 

Editora: A Esfera dos Livros

 

Sinopse: Baruch Leão Lopes de Laguna, um dos grandes pintores da escola holandesa do século XIX, judeu de origem portuguesa, morreu em 1943 no campo de concentração de Auschwitz. Não foi o único, com ele desapareceram 4 mil judeus de origem portuguesa na Holanda, que acabaram nas câmaras de gás. No memorial do campo de Bergen-Belsen consta o nome de 21 portugueses deportados de Salónica, entre estes Porper Colomar e Richard Lopes que não sobreviveram. Em França, José Brito Mendes arrisca a sua vida, escondendo a pequena Cecile, cujos pais judeus são deportados para os campos da morte. Uma história de coragem e humanismo no meio da atrocidade. Em Viena, a infanta Maria Adelaide de Bragança também não ficou indiferente ao sofrimento e não hesitou em ajudar a Resistência, nomeadamente no cuidado dos feridos, no transporte de armas e mantimentos, tendo sido presa pela Gestapo.

 

Esta é a história destes e de muitos outros portugueses engolidos pela espiral devoradora do nazismo: resistentes apanhados em países da Europa ocupada, judeus naturais desses países mas de nacionalidade portuguesa ou reclamando-se dela, homens e mulheres descendentes dos foragidos portugueses da Inquisição, mas cujo nome, transmitido de geração em geração, não foi suficiente para os salvar das câmaras de gás. É também a história de embaixadores e cônsules de Portugal nos países ocupados que, contrariando as ordens de Salazar, não hesitaram em salvar milhares de pessoas. Nomes como Carlos de Sampaio Garrido ou Aristides de Sousa Mendes. 

 

Esther Mucznik traz-nos um livro absolutamente original, baseado numa investigação profunda e cuidada, no qual nos conta novas histórias sobre a posição de Portugal durante a Segunda Guerra Mundial.

 

A 27 de Janeiro, assinala-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. 

 

Esther Mucznik | Estudiosa de temas judaicos | PÚBLICO

 

Esther Mucznik, filha de pais polacos, nasceu em Portugal, viveu em Israel e em Paris onde estudou, respectivamente, Língua e Cultura Hebraicas e Sociologia na Sorbonne. Foi vice-presidente da Comunidade Israelita de Lisboa (CIL), de 2000 a 2016, e fundadora, em 1994, da Associação Portuguesa de Estudos Judaicos. Presidente e fundadora da Memoshoá - Associação Memória e Ensino do Holocausto -, co-fundadora do Fórum Abraâmico de Portugal para o diálogo inter-religioso e membro da Comissão Nacional de Liberdade Religiosa. Foi colunista do jornal Público de 2002 a 2011. Estudiosa das questões judaicas, tem coordenado cursos e seminários sobre história e cultura judaica, liberdade religiosa e diálogo inter-religioso, Israel e o Médio Oriente, e publicado numerosos trabalhos sobre estas temáticas, entre os quais Grácia Nasi, A judia portuguesa do séc. XVI que desafiou o seu próprio destino

 

27
Jan21

ESTREIA TV: Relíquias Perdidas dos Templários (RTP1 - 00h15)

Relíquias Perdidas dos Templários

 

Esta quarta-feira, a RTP1 estreia a série documental "Relíquias Perdidas dos Templários", do canal britânico History, sobre a história fascinante das relíquias pertencentes à Ordem dos Templários.

 

A Ordem dos Cavaleiros Templários foi fundada no século XII para proteger os peregrinos cristãos que viajavam para a Terra Santa. É uma das organizações mais secretas da História. Ao longo de décadas, arqueólogos e caçadores de tesouros procuraram por artefactos Templários, mas não conseguiram descobrir nenhuma relíquia pertencente aos lendários Cavaleiros. Com inúmeros mitos em torno dos Cavaleiros Templários e do seu destino, Hamilton White e Carl Cookson, dois caçadores de tesouros modernos, embarcam numa jornada épica que os leva por toda a Europa e Médio Oriente, das torres românticas de Portugal do século XII, ao espiritual Monte do Templo em Jerusalém, para traçar as origens das relíquias templárias.

Quartas, às 00h15, na RTP1.

 

27
Jan21

RUMOS - Ricardo Cabaça (RTP África - 21h00)

Entrevista com Ricardo Cabaça: O mar e a selva invadem o palco em  “Storni-Quiroga” | Casa da América Latina

 

No Rumos desta semana fomos à Cova da Moura, no concelho da Amadora, ao encontro de um jovem absolutamente inspirador. Vítor Sanches vive o bairro que o viu nascer e crescer, contribuindo diariamente com projectos em prol da sua comunidade.


A apresentadora Patrícia Figueiredo esteve à conversa com Ricardo Cabaça, da Companhia de Teatro 33 Ânimos, responsável pelo projecto Dramaturgia Transatlântica, um ciclo de dramaturgia contemporânea lusófona, com leituras encenadas, em que a Língua Portuguesa é o órgão, a identidade de dramaturgas e dramaturgos, a voz de actrizes e actores.


Propomos-lhe conhecer a Maracuiá, uma marca portuguesa que nasce em plena pandemia com o objectivo de apoiar a cultura moçambicana e fomentar a mão-de-obra local.

 

Na Ciberdica, visitamos o portal da Revista Mulher Africana. Do universo digital para o mundo das Artes, guiados pelo traço, pela criatividade e pelas reflexões de Filipa Bossuet, que encontrou na Pintura uma extensão de si mesma.

 

O programa termina com o imenso talento e a enorme criatividade da artesã angolana Cecília Berner, criadora de peças absolutamente incríveis.

26
Jan21

A CAMINHO FESTIVAL CANÇÃO 2021: "Na Mais Profunda Saudade" - Valéria

Autor convidado: Helder Moutinho

Música e Letra: Helder Moutinho

Intérprete: Valéria

 

 

 

Valéria Carvalho nasceu em Julho de 1997, em Alcains, no concelho de Castelo Branco. É uma jovem intérprete, fadista, autora e compositora. Conta já com vários prémios, canta em várias casas de fado em Lisboa e pisou palcos nacionais, como o Casino de Lisboa, o Teatro Camões, o Clube Farense, a Casa da Música, bem como outros teatros e auditórios de norte a sul do país. O seu percurso inclui também vários concertos internacionais, tendo-se apresentado na Tunísia, em França, no Reino Unido, no Canadá e no Brasil. Aos 14 anos, participou no concurso Vozes da Beira. Descobriu o mundo do fado aos 15 anos, num festival no Ladoeiro, no concelho de Idanha-a-Nova. Em 2014, participou no Concurso de Fado Amália Rodrigues, realizado no Fundão, no qual ganhou o primeiro prémio. Foi vocalista do grupo aoFado, aoJazzandBlues, Looking for a name, Kardiac, entre outros. Participou também em produções do teatro. Em 2017, recebeu o Troféu Camões, em Maceió, no Brasil, com a realização de Cultura Saberes. Gravou o tema "Algema" para o primeiro álbum da banda Allamedah. Participou no disco de homenagem a Arlindo Carvalho, "Soalheira canta Arlindo Carvalho", seu parente. Executou algumas gravações com segundas vozes como, por exemplo, no álbum dos Gordo e os Indecentes, dos 40Ena, entre outros.

 

 

Helder Moutinho nasceu em Oeiras, em 1969, e tanto o mar como o Fado estiveram sempre presentes na sua vida. Irmão mais velho dos também fadistas Camané e Pedro Moutinho, no final da adolescência, depois de também se identificar com outros estilos musicais, o Fado começou a ganhar uma importância cada vez maior. Começou a cantar no Nónó, no Bairro Alto, em Lisboa, em 1994, ano em que participa no Ciclo de Fados da Mãe d'Água, no âmbito da Lisboa Capital Europeia da Cultura, e integrou o elenco da Taverna do Embuçado. A "vontade de fazer acontecer" levou-o à produção e ao management, primeiro na HM Música e agora na MWF-Music Without Frontiers. O seu nome está intimamente ligado ao nascimento de algumas das Noites de Fado mais emblemáticas de Lisboa, da abertura da Mesa de Frades em 2003 até à mais recente recuperação da mítica Casa da Severa, na Rua do CapelãoDesde a sua estreia discográfica, em 1999, com o álbum "Sete Fados e Alguns Cantos", editou mais quatro discos: "Luz de Lisboa" (2004), que lhe valeu o Prémio Amália Rodrigues, "Que Fado É Este Que Trago" (2008), "1987" (2013) e o mais recente, editado em 2016, "O Manual do Coração". Em 2018, recebeu o Prémio Prestígio na 2ª Gala do Fado da Voz do Operário, em Lisboa. 

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