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alma-lusa

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30
Jun20

TEATRO: Mais respeito que sou tua mãe! (Teatro Villaret, Lisboa - a partir 1 Julho)

Mais Respeito Que Sou Tua Mãe: regresso em julho ao Villaret | M80 ...

 

Texto: Hernán Casciari (Argentina)

Encenação e Adaptação: Joaquim Monchique

Cenografia: Joaquim Monchique e Rui Filipe Lops

Desenho de Luz: Luís Duarte

Assistente de Encenação: Ana Brito e Cunha

Produção: Força de Produção

 

Elenco: Joaquim Monchique, Luís Mascarenhas, Joel Branco, Tiago Aldeia, Rita Tristão da Silva, Sofia Arruda, Rui Andrade, Diogo Mesquita, Bruna Andrade, Leonor Biscaia

 

 

Sinopse: A mãe de família e dona de casa mais desesperada da Baixa da Banheira e de Portugal está de volta nesta nova versão de Mais respeito que sou tua mãe!. Esmeralda Bartolomeu continua a sua luta pela sobrevivência no caos de um seio familiar onde tem de lidar com um marido desempregado que só tem apego ao futebol; um sogro de 80 anos tão ou mais adicto à marijuana que o seu filho mais novo; uma filha adolescente com um comportamento sexual mais desenvolvido (e desenvolto) que o seu; e um filho mais velho que é gay, e depois deixa de ser… e depois volta a ser… e depois deixa de ser outra vez!

 
Joaquim Monchique veste a pele de Esmeralda Bartolomeu e assina, também, a encenação e adaptação de uma das peças de maior sucesso na Argentina, de autoria de Hernán Casciari. Em Portugal, o espectáculo já foi visto por mais de 130 mil pessoas. 
 
 

 

 
29
Jun20

LETRAS LUSAS: "Renascer", de Luísa Jeremias

 

Editora: Casa das Letras

 

Sinopse: Carminho tinha tudo o que qualquer mulher pode desejar: amor, carreira de sucesso, dinheiro… Na verdade, tinha quase tudo, já que após dez anos de casamento continuava a não conseguir engravidar do seu príncipe encantado, Pedro. Até que, numa noite de Natal, tudo começa a mudar. Desde então, uma sucessão rápida de acontecimentos trágicos e inesperados transforma radicalmente a sua vida.

De um momento para o outro, Carminho sente que perdeu tudo e entra numa espiral de loucura. Está sem emprego, sem família, sem casamento, sem chão, a autodestruir-se. É nesse momento que decide que precisa renascer. Noutro lugar, em segredo, redescobrindo tudo, reaprendendo a viver… aos 40 anos. Mas para conseguir isso… tem de morrer primeiro.

 A história de Carminho é a história de uma mulher, como qualquer outra, que entra em colapso e que precisa pôr um ponto final no passado para começar do zero. Só que isso não é simples. É que quando alguém «desaparece» deixa sempre um rasto. Quem o vai seguir é Francisco de Assis, o polícia para quem não há morte sem corpo e tudo faz para encontrar Maria do Carmo que, acredita, forjou a sua própria morte e está viva.

Narrado a duas vozes, num misto de thriller e romance, Renascer é a história da procura do amor. Questiona a vida de aparências, vazia, que levamos, e faz pensar sobre o que é realmente importante para se ser feliz. Ao mesmo tempo mergulha no passado do Portugal pós-revolucionário para exorcizar os fantasmas do que é perder tudo, sobreviver e recomeçar.

 

Luísa Jeremias - FLASH!

 

Luísa Jeremias nasceu em Lisboa, a 30 de Julho de 1971, e é jornalista. Escreve desde que se conhece. Licenciou-se em Comunicação Social na Universidade Nova de Lisboa e começou a trabalhar em 1992 no jornal Diário de Notícias, passando por vários títulos. Fez breves incursões pela área do guião e documentário nas antigas produtoras NBP e Multicena. Em 2003 começou a dirigir revistas do segmento de Sociedade e Televisão, função que ainda hoje desempenha, acumulando a direcção dos títulos FLASH! e TV Guia e a coordenação-geral da área People do Correio da Manhã. Esteve na formação do canal de televisão CMTV, na criação do programa Flash!Vidas, no qual mantém a rubrica semanal Planeta Cor-de-Rosa - que é também o nome de uma crónica que assina desde 2006, página nas suas redes sociais e que deu origem ao livro Planeta Cor-de-Rosa, Confissões de Uma Diretora de Revistas de Sociedade, publicado pela Casa das Letras, em 2018, no qual são relatados episódios vividos ao longo de mais de 15 anos a dirigir publicações deste segmentos. Viaja o máximo que consegue e tem no Rio de Janeiro a sua "segunda casa". É autora do romance Preciso de Ti (2011) e co-autora de Noites de Lisboa (1998). Renascer é o seu segundo romance.

 

29
Jun20

REPORTAGEM - Entre Duas Pandemias (RTP1 - 21h00)

Entre Duas Pandemias

 

"Entre Duas Pandemias" faz o retrato do Alentejo, uma região que enfrentou a Covid-19 com a lembrança do medo da Gripe Espanhola. Com histórias, lendas e poemas passados de voz em voz, as pessoas procuram não perder a memória para evitar repetir a tragédia sofrida há 102 anos.


Em Maio de 1918 entrava em Portugal, pelo Alentejo, uma doença que se tornou na mais mortífera pandemia da história da humanidade. Ficou conhecida como Gripe Espanhola e matou, pelos cálculos mais recentes, entre 50 a 100 milhões de seres humanos. Em 2020, o Alentejo é a região do país com menos casos de Covid-19. Existe aliás um conjunto de concelhos na região acima de Évora que, ao fim de quatro meses, ainda não registaram nenhum infectado com o novo coronavírus.


Acontece que, há 102 anos, foi no concelho de Vila Viçosa que aconteceu o primeiro caso de Gripe Espanhola, também chamada de pneumónica, trazida de Espanha por camponeses que trabalhavam do outro lado da fronteira, nos campos agrícolas de Olivença.


Tal como aconteceu em muitas partes do mundo, a pneumónica deixou em Portugal um rasto de morte de norte a sul do País. Estudos recentes apontam para 100 mil mortos, um número muito superior às somadas vítimas portuguesas da Primeira Guerra Mundial e da Guerra Colonial. Mas como a pandemia aconteceu durante a Primeira Guerra Mundial, num período em que havia censura em Portugal, não há praticamente registos em imagens de uma tragédia que rapidamente desapareceu dos jornais e que se esqueceu no país.


Em Vila Viçosa, a actual pandemia de Covid-19, despertou a curiosidade de Tiago Salgueiro, um jovem técnico do Palácio Ducal e historiador nas horas vagas, que rapidamente percebeu, para além do facto histórico de ter começado na sua terra natal, que pouco mais se sabia sobre os efeitos da Gripe Espanhola. Consultou documentos e procurou testemunhos orais nas aldeias do concelho e descobriu que uma delas foi particularmente afectada. Em São Romão, que na altura teria cerca de 900 habitantes, morreram 76 pessoas só no mês de Outubro de 1918.


Os repórteres da RTP Jacinto Godinho e Rui Manuel Silva acompanharam a investigação de Tiago Sagueiro, procurando perceber porque aconteceu uma mortandade tão grande em 1918 numa zona do Alentejo que actualmente ainda não tem casos positivos da nova pandemia. Tal como aconteceu há um século, actualmente a doença também atacou fortemente o outro lado da fronteira. A Extremadura, em Espanha, é uma região parecida com o Alentejo, em geografia e número de habitantes, mas tem dez vezes mais infectados com Covid-19 e 519 mortes. Até meados de Junho, o Alentejo registava apenas 2 óbitos.

29
Jun20

ESTREIA TV: ExperimentArte (RTP2 - 8h30 e 17h30)

 

Aproveitando a chegada do Verão, o ZIG ZAG, espaço infanto-juvenil da RTP2, apresenta uma nova grelha de programação. Agora, com o final das aulas, é tempo de férias, pelo que os mais novos podem aproveitar para explorar, brincar, rir e investigar com o ZIG ZAG, que oferece a programação certa para todos ocuparem os seus tempos livres.

 

Um dos novos programas é o ExperimentArte. Beatriz Frazão experimenta criar algo novo, como: personalizar uma t-shirt, fazer bolas de sabão gigantes, afasta-pesadelos, pinhatas, uma tenda tipi, um chuveiro para as tardes mais quentes ou até mesmo um espantalho. Serão também dadas dicas de como fazer uma horta em casa e plantar ervas aromáticas, pequenos frutos e vegetais, em todos os programas.

 

De 2ª a 6ª, às 8h30 e às 17h30, na RTP2.

27
Jun20

LETRAS LUSAS: "Livro de Vozes e Sombras", de João de Melo

Bertrand.pt - Livro de Vozes e Sombras

 

Editora: Dom Quixote

 

Sinopse: Cláudia Lourenço, jornalista, é enviada de Lisboa à ilha de São Miguel ao serviço do Quotidiano. Tem por missão entrevistar um conhecido ex-operacional da Frente de Libertação dos Açores (FLA) e reaver a crónica do independentismo insular durante a Revolução. Depara-se-lhe um homem-mistério, voz e sombra do jogador, das suas verdades que mentem, das suas mentiras que dizem a verdade.

Ela, que pertence à geração seguinte, não parece ter memória histórica do país de então: vive no de agora, e o passado é um território longínquo, cuja narração flui no interior de um imaginário algo obscuro. A história da FLA (e a da FLAMA, na Madeira) comporta em si o país de todos os regressos: a Ditadura, o fim das guerras em África, a descolonização e o retorno à casa europeia pelos caminhos de volta, os mesmos que levaram as naus a perder-se nos mares da partida. O país que a si mesmo se descoloniza vibra na exaltação revolucionária. E é dos avanços e recuos dessa Revolução que nasce a tentação separatista do arquipélago.

Na longa e secreta entrevista ao homem da FLA, a jornalista vê-se enredada numa história de logros políticos, compadrios, interesses de propriedade, conluios estrangeiros e outros equívocos do movimento separatista, onde não há lugar para as vítimas da FLA, nem para o desamparo dos regressantes de África. Mas Cláudia Lourenço encontrará maneira de lhes dar voz.

 

João de Melo - Portal da Literatura

 

João de Melo nasceu nos Açores, em 1949. Aos 11 anos, deixa a sua ilha natal, São Miguel, para prosseguir os estudos no Continente, como aluno interno do Seminário dos Dominicanos, onde permanece entre 1960 e 1967. Abandonado o seminário, passa a viver em Lisboa, prosseguindo os estudos enquanto trabalha e iniciando colaborações na imprensa escrita. É, aliás, num jornal, o Diário Popular, que publica o seu primeiro conto, aos 18 anos. A partir de então publicará contos, crítica literária e poemas em diversos periódicos de Lisboa e dos Açores, integrando-se na geração literária que, sediada em Angra do Heroísmo - e ligada ao suplemento literário do jornal A União - renovou a literatura açoriana contemporânea. A incorporação no exército, com o posto de furriel e a especialidade de enfermeiro, em 1970, e a posterior ida para Angola, onde permaneceu 27 meses numa zona de guerra, marcá-lo-ão em termos pessoais e literários, sendo tema de vários livros seus, de que se destaca, na ficção, Autópsia de Um Mar de Ruínas, romance que é uma referência na literatura portuguesa sobre a guerra colonial. Já após a revolução de Abril de 1974, João de Melo licencia-se em Filologia Românica pela Faculdade de Letras de Lisboa, mantendo sempre colaboração em diversas revistas literárias (Colóquio-Letras, Vértice e, mais tarde, Sílex, Ler, etc.). No início da década de 80, torna-se professor do ensino secundário, actividade em que reparte até hoje o seu tempo com a escrita literária.

27
Jun20

TV: Sara Correia no Capitólio (RTP2/ domingo, 28 - 23h55)

Sara Correia no Capitólio

 

Concerto de apresentação do álbum de estreia da fadista, uma grande voz da nova geração.

 

Sara Correia apresenta no Capitólio, em Lisboa, o seu muito aplaudido álbum de estreia, na companhia de um quarteto de luxo com Diogo Clemente na viola, Ângelo Freire na guitarra portuguesa, Marino de Freitas no baixo e Vicky Marques na percussão.

 

Sara Correia começou a frequentar casas de fado desde muito pequena. Vem de uma família de músicos e fadistas, o que a fez despertar desde muito cedo para essa arte. Amália Rodrigues foi a sua grande inspiração, juntamente com Hermínia Silva, Fernanda Maria ou Beatriz da Conceição, entre outras grandes vozes. Aos 13 anos de idade, quando participou e venceu a Grande Noite do Fado de Lisboa, sentiu que queria ser fadista. Depois de um longo percurso por casas de fado, onde cresceu e aprendeu, actuou em palcos célebres como o Centro Cultural de Belém, os festivais Caixa Alfama e Caixa Ribeira. Agora, Sara Correia lança o seu primeiro álbum, na companhia de Diogo Clemente na viola, Ângelo Freire na guitarra portuguesa, Marino de Freitas no baixo e Vicky Marques nas percussões.

 

 

27
Jun20

TV: 7 Maravilhas da Cultura Popular - Abertura das Votações (RTP1/ domingo, 28 - a partir 11h30)

7 Maravilhas da Cultura Popular

 

Em 2020, vamos celebrar a cultura popular!


Nesta edição vão ser eleitas as 7 Maravilhas da Cultura Popular portuguesa, nas categorias: Artesanato, Mitos e Lendas, Festas e Feiras, Músicas e Danças, Rituais e Costumes, Procissões e Romarias, Artefactos.

 

Das muitas razões que explicam porque Portugal está, hoje, na moda, uma das mais marcantes é seguramente a sua base cultural e a importância da sua cultura popular. Fruto do nosso desenvolvimento social e cultural, e ao contrário de muitos países que se renderam às maravilhas da globalização, resultando na indiferenciação e quebra de autenticidade, Portugal afirma-se hoje pelos seus valores únicos e pela dimensão da sua multiculturalidade, onde a expressão da sua autenticidade se encontra em cada um de nós, em cada aldeia, vila ou cidade.


É a manutenção e a afirmação inequívoca desta autenticidade, com manifestações em múltiplas categorias culturais, que queremos homenagear com a eleição das 7 Maravilhas da Cultura Popular. 

 

Este domingo, as 7 Maravilhas da Cultura Popular estarão em directo de Bragança, cidade anfitriã da grande final das 7 Maravilhas da Cultural Popular. Uma emissão conduzida por Vanessa Oliveira e José Carlos Malato, das 11h30 às 13h e das 15h às 20h, onde se irá proceder à abertura das votações e aproveitar para conhecer o que Trás-os-Montes tem para nos mostrar.

 

27
Jun20

CINE TV: Longe da Vista (RTP2 - 23h50)

RTP2 - Home | Facebook

 

Ano: 1999

Realização: João Mário Grilo

Argumento: Paulo Filipe, João Mário Grilo

 

Elenco: Canto e Castro, Francisco Nascimento, Henrique Viana, Zita Duarte, Rita Blanco, Rogério Samora, José Mora Ramos, Heitor Lourenço, Carlos Carvalheira, José Pinto, João Nabais, Filipe Cochofel, Luís Lucas, Mário Moutinho, Fernando Heitor, Luís Alberto, Miguel Hurst, António Simão, Natália Luiza, Alexandre Melo, Catarina Furtado, Paulo Oom, Luís Elgris, Inês Menezes, Nelson Traquina, António Calvário

 

Sinopse: Um belo e comovente drama psicológico de João Mário Grilo sobre a solidão e a amargura da prisão, baseado em factos verídicos.

 

Eugénio (Canto e Castro), um simpático sexagenário, cumpre pena numa prisão portuguesa. Para passar o tempo torna-se correspondente de um emigrante português nos Estados Unidos sob o pseudónimo e a personalidade forjada de uma mulher, Maria da Luz. Inventando uma história dramática, Eugénio obtém algum dinheiro do emigrante que o ajuda a suportar os longos anos de prisão. Um dia, um jovem recluso, Vasco (Francisco Nascimento), vem partilhar a cela com Eugénio que lhe revela o seu invulgar passatempo, no qual aquele participa com as suas fotografias. Quando Eugénio morre, doente e desiludido, Vasco pega na caneta e começa a escrever uma carta ao emigrante.

 

Partindo de um argumento baseado em factos verídicos, João Mário Grilo assina um belo, comovente e inteligente drama psicológico sobre a melancolia, a solidão e a amargura da prisão. Rodado em décors reais de instituições prisionais, "Longe da Vista" é um irónico poema sobre a impossibilidade de deter o espírito humano, a partir da história do velho e desiludido recluso que, para matar o tempo, assume a personalidade de uma jovem mãe solteira com uma atribulada e infeliz vida que vai narrando em longas cartas ao seu correspondente nos Estados Unidos, um emigrante português em busca de uma mulher para casar que se apaixona e comove com as cartas da infeliz portuguesa, nunca imaginando tratar-se de um velho, doente e imaginativo recluso. "Longe da Vista" é um dos filmes mais surpreendentes de João Mário Grilo que deu a Canto e Castro (1930-2005) um dos papéis mais marcantes da sua carreira no cinema.

 

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