Quinta-feira, 29 de Março de 2018

Aldina Duarte - Quando Se Ama Loucamente

 

O tema "Quando Se Ama Loucamente", escrito por Manel Cruz para Aldina Duarte, foi o mote para a fadista escrever uma autoficção em verso para fados tradicionais, um elogio da paixão, uma história a partir da obra literária de Maria Gabriela Llansol (1931 - 2008), uma das suas escritoras preferidas. "Quando Se Ama Loucamente" é um disco raro na história do fado e um tributo a Maria Gabriela Llansol. A voz e as interpretações únicas de Aldina Duarte atingem no disco o auge da fadista. A sonoridade, a tensão e a interioridade das interpretações vocais e instrumentais estão mais próximas do melhor que se ouve no fado ao vivo. 


São cúmplices criativos, para além de Pedro Gonçalves (Dead Combo), Paulo Parreira, Rogério Ferreira, Isabel Pinto, Rui Garrido, Manel Cruz, João Barrento, Hélia Correia e Pedro Cabrita Reis.

 

"Quando Se Ama Loucamente" inclui uma excelente parte do espólio de melodias do Fado Tradicional que não foram gravadas nos últimos trinta anos: "Casa do Esquecimento", no Fado Bizarro; "No Amor do teu Nome", no Fado Alexandrino Martinho d´Assunção; "Fora do Mundo", no Fado Calixto; "Quem Me Vê", no Fado Mortalhas; "Uma Graça Antiga", no Fado das Sardinheiras e "Senhora dos Meus Passos", no Fado Vanda. Ainda o "Beijo Enganador", de Maria do Rosário Pedreira, o emblemático "Fado Cravo", de Alfredo Marceneiro, e "Refúgio", no Fado Ferreira, um dos temas mais belos do disco, um novo fado tradicional que nasce na voz da fadista de uma composição inédita oferecida pelo músico Rogério Ferreira, da autoria do seu pai José Ferreira.

 



publicado por Alma Lusa às 16:50
Quinta-feira, 29 de Março de 2018

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Ano: 2014

Realização: João Botelho

Argumento: João Botelho (a partir da obra de Eça de Queiroz)

Figurinos: Sílvia Grabowski

Cenários: João Queiroz (as cenas exteriores foram todas gravadas em estúdio com cenários pintados por João Queiroz)

 

Elenco: Graciano Dias, Maria Flor (Brasil), Pedro Inês, João Perry, Hugo Mestre Amaro, Maria João Pinho, Adriano Luz, Filipe Vargas, Marcello Urgeghe, Pedro Lacerda, Rita Blanco, José Manuel Mendes, André Gonçalves (Brasil), José Neto, José Eduardo, Nuno Pardal, Ana Moreira, Nuno Casanovas, Rui Morisson, Catarina Wallenstein, João Barbosa, Cândido Ferreira, Diogo Vida, Dinarte Branco, Ricardo Aibéo, Francisco Tavares, Cláudio da Silva, João Pedro Vaz, Sandra Santos, Maya Booth, Sara Mestre, João Araújo, Laura Soveral, Rafael Fonseca, Tiago da Cruz, Alexandra Sargento, Leonaldo de Almeida, André Gomes, Solange Santos, Paulo Filipe, Miguel Monteiro, Dinis Gomes, Mitó Mendes, Júlia Cruz, Mário Sabino Sousa, Vera Jardim, Jorge Vaz de Carvalho (voz de Eça de Queiroz)

 

Sinopse: Entre Afonso da Maia e o seu neto Carlos, constrói-se o último laço forte da velha família Maia. Formado em Medicina na Universidade de Coimbra, e posteriormente educado numa longa viagem pela Europa, Carlos da Maia regressa a Lisboa no Outono de 1875, para grande alegria do avô. Nos catorze meses seguintes, nasce, cresce e morre a comédia e a tragédia de Carlos como a tragédia e a comédia de Portugal. A vida ociosa do médico aristocrata, invariavelmente acompanhado pelo seu par amigo, o génio da escrita e de obras "inacabadas", o manipulador João da Ega, leva-o a ter amigos, a ter amantes e ao dolce fare niente, cheio de convicções. Até que se apaixona de verdade por uma mulher tão bela como uma madona e tão cheia de mistérios, como as heroínas da estética naturalista. Um personagem novo num romance esteticamente revolucionário. A vertigem: paixão louca para lá dos negrumes do passado, um novo e mais negro precipício, o incesto. Mesmo sabendo que Maria Eduarda é a irmã, a paixão de Carlos não morre e vai ao limite. E depois termina abruptamente porque o velho Afonso da Maia morre para expiar o pecado terrível do seu neto, neto que era a razão da sua existência. E então, em vez da morte do herói, nova invenção de Eça. Carlos e Ega partem para uma longa viagem de ócio e de pequenos prazeres. Dez anos depois, voltam a encontrar-se em Lisboa, tão diferente e tão igual, a capital de um país a caminho da bancarrota. "Os Maias", escrito pelo genial Eça de Queiroz, grande, melodramático, divertido e melancólico, aponta um destino sem remédio, tanto para a família Maia como para Portugal. (João Botelho). 

 

 



publicado por Alma Lusa às 16:40
Quinta-feira, 29 de Março de 2018

reporter tvi.jpg

 

Escondido do Portugal urbano, jovem ou litoral, há um outro país que teima em existir. E ele sai à rua na Quaresma, como fez durante séculos, para exibir a riqueza cultural da piedade popular.

 

Em Trás-os-Montes, acontecem as encomendações das almas. Na Beira Interior, resistem as procissões dos penitentes. Mas qual o futuro dessas tradições seculares, agora que aldeias e vilas da metade oriental do país mal têm crianças para ir à escola? Irão elas sobreviver num mundo hostil, à sombra turística de municípios ou sob a mudança das mentalidades?

 

"Penitência", uma reportagem da autoria de Victor Moura-Pinto, com imagem de Francisco Ferreira e edição de Pedro Guedes.

 

Repórter TVI, a não perder, no Jornal das 8, este sábado de Páscoa.



publicado por Alma Lusa às 16:30
Quinta-feira, 29 de Março de 2018

 

Estamos na época da Páscoa. É tempo de celebrar!

 

É normal oferecer  aos amigos, familiares, e a todos os meninos e meninas,  ovos de chocolate e amêndoas nesta época.

 

Sabiam que, durante as festividades realizadas com a chegada da Primavera, depois do longo Inverno, os ovos (de galinha) eram cozidos e pintados com desenhos que lembravam plantações e outras imagens  relacionadas com o período das colheitas?

 

As  amêndoas, se pensarmos bem,  parecem ovos mais pequeninos e são também um presente delicioso, um presente popular e específico da doçaria da quadra pascal.

 

Sabiam que ovos de Páscoa ficaram ainda mais populares com a revolução da indústria do chocolate? E  percebemos porquê. Quem não adora chocolate?!

 

E, para completar a festa, criaram-se brincadeiras à volta dos ovos de chocolate,  existe a tradição de esconder ovos de Páscoa e criar jogos e brincadeiras  para as crianças procurarem. Quem encontra, ganha e pode saborear um belo de um ovo de chocolate, recheado de amêndoas, mas nada melhor do que partilhar esse achado, essa delícia, com os irmãos, os amigos ou os pais.

 

Bom, depois de tanta conversa, vamos mas é celebrar com a Caderneta do Panda e claro, o próprio Panda, com mais um divertido programa . Divertido e saboroso… nham nham nham nham!!

 



publicado por Alma Lusa às 16:25
Quinta-feira, 29 de Março de 2018

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Ano: 2014

País: EUA

Realização: Christopher Spencer

Elenco: Diogo Morgado (Portugal), Amber Rose Revah, Sebastian Knapp, Darcie Lincoln, David Rintoul

 

Sinopse: Com o português Diogo Morgado a liderar um importante elenco internacional, o filme relata-nos a história da vida de Jesus Cristo contada a partir das suas humildes origens e culminando nos seus ensinamentos, crucificação e posterior ressurreição. Diogo Morgado interpreta Jesus Cristo no filme norte-americano "O Filho de Deus".

 

O filme "O Filho de Deus", protagonizado pelo actor português Diogo Morgado, é baseado na série "A Bíblia", que conta a história do Antigo e Novo Testamentos. O filme centra-se na vida de Jesus Cristo (Diogo Morgado) com cenas exibidas na série e outras inéditas.

 



publicado por Alma Lusa às 16:22
Quinta-feira, 29 de Março de 2018

 

Esta sexta-feira santa e sábado, 30 e 31 de Março, a SIC volta a exibir a série "A Bíblia", que conta com o actor português Diogo Morgado no papel de Jesus Cristo. Quando foi exibida nos EUA, a produção histórica tornou-se no programa mais visto da história da televisão por cabo, com uma audiência superior a 13,1 milhões de telespectadores, um dos maiores sucessos da TV moderna.

 

 

A série norte-americana, que retrata o Antigo e o Novo Testamento, tem um total de 10 episódios que a SIC irá exibir nos dois dias.

 

A SIC exibe a série "A Bíblia" em duas partes, na Sexta-feira Santa (14h15 - 20h00) e no Sábado (15h30 - 20h00).

 

 

Diogo Morgado é Jesus Cristo na série "A Bíblia"

 

 

 



publicado por Alma Lusa às 16:16
Quinta-feira, 29 de Março de 2018

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A Páscoa culmina em dias de celebração religiosa, onde a família e o convívio à mesa têm papéis de destaque. Tradições mais comuns, iguarias mais cobiçadas e as origens mais curiosas... 


A Páscoa à sua mesa, no próximo Sociedade Civil!



publicado por Alma Lusa às 16:02
Quinta-feira, 29 de Março de 2018

 

Autoria e Realização: Alexandrina Pereira e Rui Pinto de Almeida

Produção: Alexandrina Pereira

 

Sinopse: Mini-série documental, de 4 episódios, sobre a história da Constituição da República Portuguesa.

 

Existe uma relação constante - como não poderia deixar de ser - entre a história constitucional e a história política portuguesas. Aqui, como noutros países, são os factores decisivos na história política que, directa ou indirectamente, provocam o aparecimento das Constituições, as suas alterações ou as suas quedas. No caso português, podemos falar em três períodos constitucionais: o das Constituições Liberais; o da Constituição de 1933; e o actual, o da Constituição de 1976. A época liberal, que compreende o período de 1820 a 1926, abordará em dois episódios as Constituições de 1822, 1826, 1838 e 1911. O Estado Novo, um período com um Constitucionalismo diferente, em que podemos falar de uma perturbação ao Estado Constitucional representativo e de Direito. A Constituição de 1933 marca um período Constitucional corporativo, autoritário, onde Leis especiais regulavam matérias «especiais» como a Liberdade de Pensamento, mas que, apesar de tudo, assenta numa Constituição, ao revés do que se passa na mesma altura em Itália, na Alemanha ou em Espanha. A Constituição de 1976 e o fim do interregno liberal, fruto de um momento revolucionário, aponta caminhos ideológicos que serão abandonados durante a primeira revisão constitucional. Em todo o caso, esta Constituição significa a abertura a novos horizontes, a aspiração ao Estado Social e ao Estado de Direito democrático, porque só ela consagrou o sufrágio universal, e a separação completa de poderes.

 

Episódio nº1 

 

Na alvorada do Liberalismo, as ideias do Iluminismo também chegam a Portugal pela mão dos «afrancesados» e pelas tropas do exército francês. Sobre os escombros da Guerra Peninsular ergue-se um estado constitucional, embora dominado pela instabilidade político-social que resulta da proclamação da independência do Brasil por D. Pedro e das lutas que se seguiram entre liberais e absolutistas. A divergência entre estes é responsável pelos frequentes conflitos armados e pela apresentação de modelos constitucionais diferentes: ora de liberalismo democrático - defensor do alargamento do direito de sufrágio e do parlamentarismo puro com uma câmara apenas - ora do Liberalismo conservador que defendia uma maior intervenção do Rei e a existência de duas câmaras de representantes. É também neste período que surgem várias famílias políticas que darão origem a dois partidos monárquicos: o Progressista Histórico e o Partido Regenerador, que se vão alternar no governo a partir de meados do século 19, surgindo no seu final o Partido Republicano. Durante o período constitucional monárquico, os portugueses tornam-se cidadãos e passam a ver defendidos os seus direitos civis individuais. A instituição da monarquia constitucional em 1822, e as suas três constituições, garantiram aos cidadãos portugueses direitos fundamentais, que vigorarão até à revolução de 1910, a qual transforma uma das mais antigas monarquias europeias numa República.

 

Quartas, às 23h15, na RTP2. 



publicado por Alma Lusa às 09:59
Quarta-feira, 28 de Março de 2018
Esta semana, A Cidade na Ponta dos Dedos abre-lhe as portas da Mercearia do restaurante Prado, que encantou a cidade de Lisboa no final de 2017. Esta é uma morada que elogia as mercearias antigas e, por isso, a genuinidade da história da cidade.


publicado por Alma Lusa às 15:45
Quarta-feira, 28 de Março de 2018

O Arquiteto de Lisboa

 

Autoria e Realização: Joaquim Vieira

Produção: Nanook

 

Sinopse: Documentário da autoria de Joaquim Vieira sobre um dos pioneiros do modernismo arquitectónico, Pardal Monteiro (1897 - 1957), que transformou a face de Lisboa nas décadas centrais do século XX.

 

O arquitecto Porfírio Pardal Monteiro transformou a face de Lisboa nas décadas centrais do século XX com projectos tão emblemáticos como a Gare Ferroviária do Cais do Sodré, o Instituto Superior Técnico, o Instituto Nacional de Estatística, o Seminário dos Olivais, a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, o edifício do Diário de Notícias, as Gares Marítimas de Alcântara e da Rocha do Conde de Óbidos, o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, a Cidade Universitária (Reitoria e Faculdades de Direito e de Letras), os Hotéis Tivoli, Mundial e Ritz, ou a Biblioteca Nacional. 

 

Discípulo de Miguel Ventura Terra, outro importante arquitecto com influência na imagem urbana da capital, Pardal Monteiro foi um dos pioneiros do modernismo arquitectónico em Portugal. Foi amigo e colaborador de Duarte Pacheco, com quem partilhava os ideais republicanos. Ministro das Obras Públicas e Presidente da Câmara Municipal de Lisboa nos primeiros anos do regime do Estado Novo, Duarte Pacheco foi o principal teorizador e autor do grande plano de requalificação da capital. 


Pardal Monteiro manteve uma relação complexa com o salazarismo, simultaneamente de colaboração e de conflito. Cineasta amador, Pardal Monteiro deixou um valioso testemunho visual da sua época, da actividade profissional e da vida familiar. 


Partindo do manuscrito inédito que escreveu nos últimos anos de vida, um documento fundamental para a compreensão da sua personalidade criativa e opções estéticas, de testemunhos da filha e de especialistas, o documentário de Joaquim Vieira analisa e destaca os aspectos mais marcantes do legado criativo de Pardal Monteiro.

 

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publicado por Alma Lusa às 10:24
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