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13
Jul17

Américo Amorim (1934 - 2017)

americo amorim.jpg

 

Faleceu esta quinta-feira, aos 82 anos, o empresário Américo Amorim, o homem mais rico de Portugal.

 

Américo Amorim nasceu a 21 de Julho de 1934, em Mozelos, concelho de Santa Maria da Feira. Fez o Curso Geral de Comércio e ingressou na empresa de cortiça da família, com origem em 1870, tendo transformado a Corticeira Amorim na maior empresa mundial de produtos de cortiça, o que lhe valeu a alcunha de "rei da cortiça".

 

Em 2010, segundo a revista norte-americana Forbes, tornou-se o homem mais rico de Portugal, tendo perdido esse lugar em 2012 para Alexandre Soares dos Santos. Em 2015, volta a ocupar o primeiro lugar e, em 2016, é considerado novamente o homem mais rico de Portugal.

 

Américo Amorim foi cônsul-geral honorário da Hungria em Portugal. Em 1983, foi feito Comendador da Ordem Civil do Mérito Agrícola e Industrial e, em 2006, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

13
Jul17

CINE ESTREIA: "Treblinka", de Sérgio Tréfaut

treblinka-poster-pt.jpg

 

Realização: Sérgio Tréfaut

Argumento: Sérgio Tréfaut (baseado no livro de memórias "Treblinka: A Survivor's Memory", do polaco Chil Rachman)

Imagem: João Ribeiro

Acordeonista: Vitaly Kondrateko (Rússia)

Música original: Alfredo Costa Monteiro

Música: Hino da União Soviética (Aleksandr Alexandrov), Oração El Malei Rachamim por Chief Cantor Shai Abramson (Israel), Prelúdio em mi menor (Dimitriy Shostakovich) interpretado por Vitaly Kondrateko

Produção: FAUX (Sérgio Tréfaut, Catarina Almeida)

 

 

Com: Isabel Ruth e Kirill Kashlikov (Rússia)

Voz feminina: Nina Guerra

 

 

Sinopse: Rússia, Ucrânia e Polónia: viajamos num comboio fantasma a caminho dos campos de extermínio. Presente? Passado? Futuro? As vozes dos sobreviventes relatam aquilo que não é possível mostrar em imagens. Só é possível imaginar.

 

«Os vagões tristes levam-me para aquele lugar. Vêm de todas as direcções: leste, oeste, norte, sul. De dia e de noite. Os vagões chegam sem parar.»

 

«Houve um tempo em que também sonhei. Sonhei que este passado nunca mais voltaria. Mas estava enganada. Esse passado está sempre aqui. Até hoje tenho horror a estações de comboio, linhas férreas, vagões. É como se todos os comboios me levassem para Auschwitz, Dachau, Treblinka.»

 

Prémios: Melhor Longa-Metragem Portuguesa no IndieLisboa 2016

Prémio Especial do Júri Internacional no Panorama Internacional Coisa de Cinema de Salvador 2016 (Brasil)

 

 

 

Sérgio Tréfaut, filho de pai português e mãe francesa, nasceu no Brasil em 1965. Passou a infância em São Paulo e, em 1974, depois do 25 de Abril, vem com a família para Portugal. Em 1975, volta ao Brasil e, em 1977, regressa a Lisboa. Viveu ainda seis anos em Paris. Após um mestrado em Filosofia na Sorbonne (Paris), começou a trabalhar em Lisboa como produtor e realizador. Os seus documentários foram premiados internacionalmente e exibidos em mais de 40 países. Quase todos, como Outro País (1999), Fleurette (2002), Lisboetas (2005), A Cidade dos Mortos (2009), Alentejo, Alentejo (2014) tiveram distribuição em salas de cinema. A sua primeira ficção, Viagem a Portugal (2011), com Maria de Medeiros e Isabel Ruth, recebeu vários prémios internacionais. Em breve, deverá estrear a longa-metragem Seara de Vento, baseada no romance de Manuel da Fonseca.

 

Filmografia:

 

Treblinka (2017)

Alentejo, Alentejo (documentário, 2014)

Viagem a Portugal (2011)

Waiting for Paradise (curta-metragem, 2010)

A Cidade dos Mortos (documentário, 2009)

Lisboetas (documentário, 2004)

Novos Lisboetas (curta-metragem documental, 2003)

Fleurette (documentário, 2002)

Outro País: Memórias, Sonhos, Ilusões... Portugal 1974/1975 (documentário, 2000)

Alcibiades (curta-metragem, 1991)

13
Jul17

TV: Super Bock Super Rock (SIC Radical - 13 a 15 Julho)

super bock super rock 2017.png

 

www.superbocksuperrock.pt

 

De 13 a 15 de Julho, o Parque das Nações, em Lisboa, recebe a 23ª edição do Festival Super Bock Super Rock. A SIC Radical volta a ser o canal de televisão oficial e fará a cobertura do festival ao longo dos três dias.

 

Horários:

 

5ª, 13: 16h50 - 17h40/20h30 - 20h45/ 21h35 - 23h25

6ª, 14: 16h45 - 17h45/ 20h30 - 23h30/ 23h45 - 02h00

sábado, 15: 18h15 - 19h00/ 20h15 - 22h45/ 01h00 - 02h00

 

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