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24
Fev17

REPÓRTER TVI: O que é feito da Guiné-Bissau? (Jornal das 8, TVI/ sábado e domingo - 20h00)

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A Guiné-Bissau é um país esquecido. Um país que faz parte da Lusofonia, mas onde a Língua Portuguesa sofre forte declínio. Terras de verde intenso e muitos rios, por passaram muitos milhares de jovens portugueses durante a Guerra Colonial. Um país de paisagens deslumbrantes e muitas riquezas. Um país que poderia ser o Paraíso na terra, mas não é. Um país de vários povos, gente orgulhosa, pacífica e resistente. Um Estado frágil, apanhado pela pobreza, pela instabilidade política e pela fama do narco-tráfico. Mas há sempre alguém que resiste e aposta no futuro, a começar por alguns portugueses que fizeram vida na Guiné-Bissau.


Uma equipa da TVI viajou pela Guiné-Bissau, de Bafatá ao arquipélago dos Bijagós, de Bissau a Cacheu. Um retrato de um país esquecido, ainda pobre mas cheio de oportunidades.

 

Uma grande reportagem de Victor Bandarra, com imagem de Bruno Vinhas e edição de João Ferreira, para ver este sábado e domingo, no Jornal das 8, na TVI.

 

24
Fev17

PERDIDOS E ACHADOS - Reis e Rainhas de Torres Vedras (Jornal da Noite, SIC/ sábado, 25 - 20h00)

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Ele é um ele. E ela também. Só um homem pode ser... rainha. "Perdidos e Achados" foi ao encontro dos actuais e antigos "monarcas", ainda vivos, da folia torreense.

 

António Agostinho, de 86 anos, foi rainha de Levy dos Santos. José Abrantes foi rainha de João Melo, que teve ainda as rainhas Luís e Alfredo Reis - de apelido -, que são irmãos. A rainha Alfredo fez também par com os reis Bruno Melo - filho de João Melo - e António Miranda Santos, pai do sucessor, Ricardo, que teve como rainha o Pedro Adam, que entregou a coroa ao Ricardo Rodrigues. Este ano, portanto, rei e rainha dão pelo nome de Ricardo. Confuso?! Esta é a história possível dos reis e rainhas do Carnaval de Torres, uma festa adoptada pelo ambiente republicano, que se conta com a inversão de papéis, inicialmente como sátira à Igreja e à monarquia. Em 2017, o Carnaval de Torres tem nova rainha, que, tal como o rei, e outros, é, desde que se conhece, de uma "raça" autóctone que aparece nesta altura do ano e que dá pelo nome de... Matrafonas.

 

Enraizada nos ciclos rurais, é ancestral esta folia da anormalidade social. Mas as referências a um entrudo em Portugal prévio à Quaresma remontam ao século XIII. As crónicas dão conta de brincadeiras por vezes violentas. Em Torres Vedras, já no século XVI havia queixas por brigas e brincadeiras. No século XIX, como acontecia em todo o lado, os salões organizavam os bailes de máscaras, mas havia pulhas a espalhar ofensa e sátira nas ruas. O Carnaval à semelhança do que temos hoje começou em 1923. Por influência estrangeira, apareceram os carros alegóricos, os cortejos.. e um rei, que só teria rainha no ano seguinte. E se Torres Vedras dá hoje nome ao Carnaval, será também pela memória acumulada de folias e dias que mexem na economia local. Revelamos ainda um filme da década de 1930, quando o Carnaval de Torres era projectado nas salas de cinema de Lisboa. Desses anos, nenhum monarca é vivo, mas os "descendentes" mais velhos recordam aqueles dias loucos que juntavam classes sociais nas ruas e libertavam as moças...

 

Para ver este sábado, no Jornal da Noite da SIC, com início às 20h00.

24
Fev17

ALTA DEFINIÇÃO - Ruy de Carvalho (SIC/ sábado, 25 - 14h10)

Entrevista a Ruy de Carvalho

 

Numa altura em que comemora nove décadas de vida (a 1 de Março), a SIC presta homenagem a um dos mais consagrados actores portugueses numa entrevista de vida.

 

No próximo sábado, Daniel Oliveira apresenta a conversa que teve com Ruy de Carvalho, numa entrevista em Alta Definição que pretende mostrar "o quanto gostamos dele e agradecer-lhe por tudo!"

 

Um testemunho para ver, este sábado, às 14h10, no Alta Definição, na SIC.

24
Fev17

E os nomeados para os Prémios Sophia 2017 são...

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Albano Jerónimo e Soraia Chaves divulgaram os nomeados para os Prémios Sophia 2017

 

A Academia Portuguesa de Cinema divulgou ontem, dia 23 de Fevereiro, a lista de nomeados para os Prémios Sophia e os Prémios Carreira 2017, numa conferência de imprensa que decorreu na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa.

 

A divulgação da lista de nomeados foi feita pelos actores, e membros da Academia, Soraia Chaves e Albano Jerónimo.

 

E os nomeados são: 

 

Melhor Filme

· "Cartas da Guerra", de Ivo M. Ferreira (O Som e a Fúria)

· "Cinzento e Negro", de Luís Filipe Rocha (Fado Filmes e Luz Mágica Produções)

· "A Mãe é que Sabe", de Nuno Rocha (Ukbar Filmes)

· "Estive em Lisboa e Lembrei de Você", de José Barahona (DAVID & GOLIAS e Refinaria Filmes)

 

Melhor Documentário em Longa-Metragem

· "Mudar de Vida - José Mário Branco, vida e obra", de Nelson Guerreiro e Pedro Fidalgo

· "O Cinema, Manoel de Oliveira e Eu", de João Botelho

· "A Toca do Lobo", de Catarina Mourão

· "Rio Corgo", de Sérgio da Costa e Maya Kosa

 

Melhor Banda Sonora Original

· Mário Laginha - "Cinzento e Negro"

· Filipe Raposo - "Refrigerantes e Canções de Amor"

· The Red Trio e Norberto Lobo - "Aqui, em Lisboa - Episódios da Vida de Uma Cidade"

· Nuno Malo - "A Canção de Lisboa"

 

Melhor Canção Original

· Refrigerantes e Canções de Amor - letra: Sérgio Godinho e música: Filipe Raposo - "Refrigerantes e Canções de Amor"

· Sobe o Calor – letra: Sérgio Godinho e música: Filipe Raposo - "Refrigerantes e Canções de Amor"

· Balada para uma dinossaura - letra e música: João Tempera - "Refrigerantes e Canções de Amor"

· Será Amor – composição de Miguel Araújo - "A Canção de Lisboa"

 

Melhor Actriz Principal

· Joana Bárcia - "Cinzento e Negro"

· Margarida Vila-Nova - "Cartas da Guerra"

· Ivana Baquero - "Gelo"

· Ana Padrão - "Jogo de Damas"

 

Melhor Actor Principal

· Miguel Borges - "Cinzento e Negro"

· Filipe Duarte - "Cinzento e Negro"

· Miguel Nunes - "Cartas da Guerra"

· Albano Jerónimo - "Gelo"

 

Melhor Atriz Secundária

· Inês Castel-Branco - "Gelo"

· Camila Amado - "Cinzento e Negro"

· Manuela Maria - "A Mãe é que Sabe"

· Dalila Carmo - "A Mãe é que Sabe"

 

Melhor Actor Secundário

· Carlos Santos - "A Mãe é que Sabe"

· Adriano Carvalho - "A Mãe é que Sabe"

· Adriano Luz - "John From"

· Ivo Canelas - "Gelo"

 

Melhor Realizador

· Ivo M. Ferreira - "Cartas da Guerra"

· Luís Filipe Rocha - "Cinzento e Negro"

· José Fonseca e Costa - "Axilas"

· Nuno Rocha - "A Mãe é que Sabe"

 

Melhor Fotografia

· André Szankowski - "Cinzento e Negro"

· João Ribeiro - "Cartas da Guerra"

· Luís Branquinho - "A Mãe é que Sabe"

· Rui Poças - "O Ornitólogo"

 

Melhor Argumento Original

· Luís Filipe Rocha - "Cinzento e Negro"

· Luís Galvão Teles, Gonçalo Galvão Teles e Luís Diogo - "Gelo"

· Mário Botequilha, José Fonseca e Costa – "Axilas"

· Roberto Pereira, Nuno Rocha - "A Mãe é que Sabe"

 

Melhor Argumento Adaptado

· Ivo M. Ferreira, Edgar Medina - "Cartas da Guerra"

· Hugo Vieira da Silva - "Posto-Avançado do Progresso"

· José Barahona - "Estive em Lisboa e Lembrei de Você"

· Julia Roy - "Até Nunca"

 

Prémio Sophia Estudante

· "Marvin’s Island", de António Vieira, Filipa Burmester, Pedro Oliveira

· "A Instalação do Medo", de Ricardo Leite

· "Post-Mortem", de Belmiro Ribeiro

· "Pronto, era Assim", de Joana Nogueira e Patrícia Rodrigues

 

Melhor Direcção Artística

· Nuno G. Mello - "Cartas da Guerra"

· Isabel Branco - "Cinzento e Negro"

· Ana Paula Rocha e João Martins - "Gelo"

· Joana Cardoso - "A Mãe é que Sabe"

 

Melhor Som

· Ricardo Leal - "Cartas da Guerra"

· Carlos Alberto Lopes, Elsa Ferreira - "Cinzento e Negro"

· Olivier Blanc, Branko Neskov - "Gelo"

· Pedro Melo,Tiago Raposinho e Tiago Matos - "A Mãe é que Sabe"

 

Melhor Guarda-Roupa

· Lucha d'Orey - "Cartas da Guerra"

· Isabel Branco - "Cinzento e Negro"

· Ana Paula Rocha e Sílvia Siopa - "Gelo"

· Mia Lourenço - "A Mãe é que Sabe"

 

Melhor Maquilhagem e Cabelos

· Nuno Esteves "Blue" - "Cartas da Guerra"

· Sandra Pinto - "Cinzento e Negro"

· Emanuelle Fèvre, Iracema Machado - "Gelo"

· Ana Lorena, Natália Bogalho - "Axilas"

 

Melhor Montagem

· Sandro Aguilar - "Cartas da Guerra"

· António Pérez Reina - "Cinzento e Negro"

· Pedro Ribeiro - "Gelo"

· Paula Miranda - "A Mãe é que Sabe"

 

Melhor Documentário em Curta-Metragem

· "A Vossa Terra", de João Mário Grilo

· "Balada de um Batráquio", de Leonor Teles

· "António, Lindo António", de Ana Maria Gomes

· "Portugueses do Soho", de Ana Ventura Miranda

 

Melhor Curta-Metragem de Ficção

· "Menina", de Simão Cayatte

· "Bastien", de Welket Bungué

· "Uma Breve História da Princesa X", de Gabriel Abrantes

· "Campo De Víboras", de Cristèle Alves Meira

 

Melhor Curta-Metragem de Animação

· "Estilhaços", de José Miguel Ribeiro

· "Fim De Linha", de Paulo D’Alva

· "Última Chamada", de Sara Barbas

· "A Casa Ou Máquina De Habitar", de Catarina Romano

 

Prémio Mérito e Excelência

· Ruy de Carvalho

 

Prémios Carreira

. Adelaide João (actriz)

. Elso Roque (director de fotografia)

 

Os vencedores serão conhecidos na cerimónia que decorre no dia 22 de Março, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

 

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Ruy de Carvalho - Prémio Sophia de Mérito e Excelência

 

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Adelaide João - Prémio Sophia de Carreira

 

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Elso Roque - Prémio Sophia de Carreira

 

 

24
Fev17

EXPOSIÇÃO: A Cidade Global - Lisboa no Renascimento (Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa - 24 Fevereiro a 9 Abril)

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A história desta exposição começa em 1866, num dia cinzento de Abril, quando o pintor e poeta pré-rafaelita Dante Gabriel Rossetti sai de sua casa em Chelsea, Londres, para avaliar um quadro que havia visto numa pequena loja de antiguidades. O mundo da arte britânico havia despertado para a pintura espanhola e os coleccionadores procuravam trabalhos de grandes mestres, como El Greco, Velázquez e Goya. Mesmo não reconhecendo a cidade representada no quadro, Rossetti não deixou de adivinhar a sua origem ibérica.

Passados 150 anos, as historiadoras britânicas Annemarie Jordan Gschwend e Kate Lowe identificaram a pintura comprada por Rossetti (dividida em duas, ainda no século XIX) como sendo uma vista da Rua Nova dos Mercadores, destruída pelo Terramoto de 1755. Ou seja, uma representação da principal artéria de comércio na Lisboa do século XVI, repleta de mercadores, saltimbancos, músicos, vendedores ambulantes, cavaleiros, jóias, sedas, especiarias, animais exóticos e outras maravilhas importadas de África, do Brasil, da Ásia.


Reconstituir o coração da cidade mais global da Europa do Renascimento é o objectivo desta exposição.

 

No próximo fim-de-semana - sábado, 25 e domingo, 26 -, a entrada na exposição "A Cidade Global - Lisboa no Renascimento" será gratuita. Mantém-se paga a entrada no Museu.

23
Fev17

DOC TV: Rhoma Acans (TVCine 2/ 6ª, 24 - 11h35)

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Ano: 2012

Realização: Leonor Teles

Argumento: Francisco Adão

 

Sinopse: A história de família de um pai cigano e de uma mãe não cigana serve de inspiração à realizadora para ir à procura do que a sua vida teria sido se o pai, inspirado pela sua própria mãe, não tivesse quebrado a tradição onde nasceu.

 

 

 
23
Fev17

Zeca Afonso morreu há 30 anos

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José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos nasceu a 2 de Agosto de 1929, em Aveiro. A sua infância e juventude foi passada entre Angola, Moçambique e Portugal (Aveiro, Belmonte e Coimbra). Foi um dos maiores cantores e compositores portugueses, ficando conhecido como Zeca Afonso ou, simplesmente, Zeca. A sua música, de forte pendor intervencionista, abraçava causas e lutava contra a falta de liberdade e a repressão do regime ditatorial. Mesmo depois do 25 de Abril, continuou com a sua veia intervencionista. Os seus últimos concertos aconteceram nos coliseus de Lisboa e do Porto, em 1983, já doente. Zeca Afonso faleceu a 23 de Fevereiro de 1987, em Setúbal, aos 57 anos de idade, vítima de esclerose lateral amiotrófica. 

 

 

23
Fev17

LETRAS LUSAS: "Zeca Afonso: O Que Faz Falta", de José Jorge Letria

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Editora: Guerra & Paz

 

Sinopse: Foi há 30 anos que nos despedimos de José Afonso (1929 - 1987) – o eter­no Zeca Afonso –, poeta-cantor símbolo da nossa liberda­de. Porque é urgente preservar a memória de um dos maio­res criadores e intérpretes da música popular portuguesa, José Jorge Letria, um dos companheiros do cantor antes do 25 de Abril, fala-nos da vida e obra de Zeca Afonso. E, como num dos temas que todos conhecemos, «traz outro[s] amigo[s] também»: diversos músicos e amigos juntam os seus depoimentos a este livro, contando histórias curiosas, divertidas, memoráveis.

 

Esta é uma viagem de descoberta do homem por trás da música e da intervenção política. E é também um registo importante de momentos históricos, incluindo os bastido­res da escolha do tema «Grândola, vila morena» como senha para dar início à revolução que nos devolveu a liberdade!

 

Depoimentos de: Alípio de Freitas, António de Almeida Santos, António Victorino d'Almeida, Benedicto Garcia Villar, Carlos Alberto Moniz, Carlos de Almada Contreiras, Carlos do Carmo, Durval Moreirinhas, Francisco Fanhais, Isabel do Carmo, João Paulo Guerra, José Barata-Moura, José Fanha, José Luís Louro, José Tengarrinha, Júlio Pereira, Luiz Goes, Manuel Freire, Pedro Abrunhosa, Teresa Rita Lopes, Vasco Lourenço, Vitorino

 

 

José Jorge Letria nasceu em Cascais, em 1951. É ficcionista, mas também jornalista, poeta, dramaturgo. Tem livros traduzidos em mais de uma dezena de idiomas e foi premiado em Portugal e no estrangeiro, destacando-se dois Grandes Prémios da APE, o Prémio Aula de Poesia de Barcelona, o Prémio Internacional UNESCO, o Prémio Eça de Queirós-Município de Lisboa e o Prémio da Associação Paulista de Críticos de Arte. O essencial da sua obra poética encontra-se condensado nos dois volumes da antologia O Fantasma da Obra. Ao lado de nomes como José Afonso e Adriano Correia de Oliveira, foi um dos mais destacados cantores políticos portugueses, tendo sido agraciado, em 1997, com a Ordem da Liberdade. Mestre em Relações Internacionais, e doutorando em Ciências da Comunicação, é presidente da Sociedade Portuguesa de Autores e do Comité Europeu de Sociedades de Autores. Em 2014, publicou, com a chancela da Guerra & Paz, o seu mais recente romance, A Volta ao Medo em 80 Dias.

23
Fev17

CINE ESTREIA: "Stefan Zweig - Adeus, Europa" c/ actores portugueses

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País: Áustria

Realização: Maria Schrader (Alemanha)

Argumento: Maria Schrader e Jan Schomburg (Alemanha)

Produção: X Filme Creative Pool (Alemanha), Idéale Audience (França), Maha Productions (França), Dor Film (Áustria), Cinemate (Portugal)

Locais rodagem: Lisboa e São Tomé e Príncipe

 

Elenco Principal: Josef Hader (Áustria), Barbara Sukowa (Alemanha), Aenne Schwarz (Alemanha)

 

Actores Portugueses: Nicolau Breyner, João Cabral, Maria Vieira, Márcia Breia, Virgílio Castelo, João Lagarto, João Didelet, Matamba Joaquim, Manuel Cortez, Daniel Sasportes, Ruben Chama

 

Sinopse: "Stefan Zweig - Adeus, Europa" narra episódios da vida do escritor austríaco Stefan Zweig no exílio. No auge da sua fama mundial, é obrigado a emigrar e desespera perante a consciência do ocaso da Europa, que já previra precocemente. Rio de Janeiro, Buenos Aires, Nova Iorque e Petrópolis são quatro estações do exílio de Stefan Zweig que, apesar do refúgio seguro, do acolhimento hospitaleiro e da natureza tropical fascinante, não tem paz e não encontra ali substitutos para a pátria. A história de um fugitivo, a história da perda da velha pátria e da procura de uma nova.

 

Stefan Zweig, um dos escritores de língua alemã mais lidos na sua época, nasceu a 28 de Novembro de 1881, em Viena, Áustria, e faleceu a 22 de Fevereiro de 1942, em Petrópolis, no Brasil.

 

O filme austríaco "Stefan Zweig - Adeus, Europa" tem algumas cenas filmadas em Lisboa, mas a maior parte da rodagem decorreu em São Tomé e Príncipe, que recria o Brasil. O elenco tem vários actores portugueses, entre os quais Nicolau Breyner, que faleceu em Março de 2016, aos 75 anos.

 

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Virgílio Castelo (à frente, à esqª) e João Lagarto (à esqª, de barba) no filme "Stefan Zweig - Adeus, Europa"

 

23
Fev17

CINE ESTREIA: "Os Olhos da Minha Mãe" c/ Kika Magalhães

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País: EUA

Realização e Argumento: Nicolas Pesce

Elenco: Kika Magalhães (Portugal), Diana Agostini, Will Brill, Joey Curtis-Green, Flora Diaz, Paul Nazak, Clara Wong, Olivia Bond

 

Sinopse: Numa casa isolada de uma fazenda, uma mãe, ex-cirurgiã em Portugal, ensina à sua jovem filha, Francisca (Olivia Bond), a compreender a anatomia e a ser imperturbável pela morte. Uma tarde, um visitante misterioso rompe horrorosamente com o idílio da vida familiar de Francisca, traumatizando profundamente a jovem.

 

Anos mais tarde, e já adulta, Francisca (Kika Magalhães) adquire uma forma distintamente obscura, com uma sede de vingança pelo que aconteceu no passado, idealizando um plano para que o homem pague por aquilo que fez.

 

O filme norte-americano "Os Olhos da Minha Mãe" é protagonizado pela actriz portuguesa Kika Magalhães, que interpreta "Francisca", curiosamente é também o nome próprio da actriz. Além de "Francisca" ser uma personagem portuguesa, há outras referências a Portugal neste filme: a banda sonora inclui fados de Amália Rodrigues; numa das cenas, "Francisca" surge a comer arroz de cabidela; e algumas cenas são faladas em português.

 

Kika Magalhães tem 31 anos e é natural de Vila Nova de Famalicão. Estudou Cinema na Universidade Independente, em Lisboa, e fez pequenas participações nas séries juvenis "Diário de Sofia" (RTP1) e "Morangos com Açúcar"(TVI). Viveu alguns anos em Londres e Barcelona e, em 2012, mudou-se para Nova Iorque para estudar representação na escola de teatro Neighborhood Playhouse. Actualmente, vive em Los Angeles. Entre os trabalhos mais recentes no cinema, Kika Magalhães participou em "City of Gold", produzido e protagonizado por Gus Van Sant, e em "Tapestry", onde desempenha o papel de mulher de Stephen Baldwin, ambos ainda não estreados.

 

Em 2016, o filme "Os Olhos da Minha Mãe" esteve em competição no Festival de Cinema de Sundance, nos EUA, e a crítica considerou a actriz portuguesa Kika Magalhães uma das grandes revelações, tendo o seu desempenho recebido muitos elogios.

 

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