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alma-lusa

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17
Jun16

EURO 2016: Portugal x Áustria (RTP1 e Sport TV1/ sábado, 18 - 20h00)

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Depois do empate a um golo no primeiro jogo, Portugal disputa este sábado o segundo jogo da fase de grupos no Campeonato Europeu de Futebol 2016.

 

Portugal e Áustria defrontam-se no Parque dos Príncipes, em Paris, e a Selecção Nacional ambiciona a vitória. 

 

O jogo Portugal x Áustria tem início às 20h00 e será transmitido pela RTP1 e Sport TV1.

 

FORÇA, PORTUGAL!!!

 

17
Jun16

LUSOS NO MUNDO - Michael Silva (cabeleireiro - Paris, França)

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Os jogadores de futebol são alvo de atenções dentro e fora de campo. As roupas que vestem ditam tendências e os cortes de cabelo personalizados estão cada vez mais na moda. Michael Silva é o cabeleireiro de muitos jogadores de futebol. O lusodescendente é especialista em cortes de cabelo artísticos e já teve como clientes Nani, Quaresma e até Paul Pogba da selecção francesa. 

 

16
Jun16

CINE TV: Aquele Querido Mês de Agosto (TVCine 2/ 6ª, 17 - 22h00)

aquele querido mes agosto.jpeg

 

Ano: 2008

Realização: Miguel Gomes

Argumento: Telmo Churro, Miguel Gomes, Mariana Ricardo

 

Elenco: Sónia Bandeira, Fábio Oliveira, Joaquim Carvalho, Manuel Soares, Emmanuelle Fèvre, Miguel Gomes, Andreia Santos, Armando Nunes, Diogo Encarnação, Bruno Lourenço, Maria Albarran, Nuno Mata, Paulo "Moleiro", Acácio Garcia, Luís Marante

 

Sinopse: "Aquele Querido Mês de Agosto" é uma história entre documentário e ficção. No coração de Portugal, serrano, o mês de Agosto multiplica os populares e as actividades. Regressam à terra, lançam foguetes, controlam fogos, cantam karaoke, atiram-se da ponte, caçam javalis, bebem cerveja, fazem filhos. Se o realizador e a equipa do filme tivessem ido directamente ao assunto, resistindo aos bailaricos, reduzir-se-ia a sinopse: «Aquele Querido Mês de Agosto acompanha as relações sentimentais entre pai, filha e o primo desta, músicos numa banda de baile». Amor e música, portanto.

 

 
16
Jun16

CINE ESTREIA: "Grandes Esperanças", de Miguel Marques

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Realização: Miguel Marques

Montagem: Miguel Marques, Luísa Marinho e Leonor Areal

Imagem: Miguel Marques, António Osório e Filipe Ribeiro

Som: Jonathan Saldanha

Produção: A. Valente e Miguel Marques 

 

Sinopse: Este filme é o resultado de um mês de filmagens contínuas na Loja do Cidadão do Porto. "Grandes Esperanças" dá-nos uma visão de conjunto única dos mecanismos de legitimação do indivíduo perante o Estado, mostrando como toda a nossa existência depende, do nascimento à morte, da instituição que organiza a vida em sociedade e que aqui aparece exposta num somatório de casos individuais que, em conjunto, tomam uma dimensão abstracta e coerciva. Entrar nos meandros da burocracia é uma aventura inesperada e, no mínimo, cómica. Um filme onde os cidadãos são os protagonistas.

 
Segundo o realizador, «Ao contrário de uma estatística, este filme está preocupado em mostrar casos particulares: uma escuta dos ruídos do tempo, com toda a ambiguidade possível e distância das dicotomias tudo vai mal ou tudo vai bem.»
 

 

 

Miguel Marques nasceu em Lisboa em 1970, mas vive e trabalha no Porto desde 2003. É autor de documentários como "Pots, Pans and Other Solutions" (2012), "Mulheres Traídas" (2007), "Porque é que Clara se Apaixona?" (2005), "Ruptura" (2003), para além de "Grandes Esperanças". Menção Especial para "Ruptura" no Festival Avanca 2003 e Prémio AVANCA - Melhor Montagem para "Porque é que Clara se Apaixona?", em 2005. Prémio Melhor Documentário para "Mulheres Traídas" no festival Caminhos do Cinema Português 2008 (Coimbra). 
 
Filmografia:
Pots, Pans and Other Solutions (2012)
Mulheres Traídas (2007)
Grandes Esperanças (2007)
Porque é que a Clara se Apaixona? (2005)
Ruptura (2003)
Vareiros (2000)
Refugos (1999)

 

 

Em complemento do documentário "Grandes Esperanças", estreia-se a curta-metragem de animação "O Acidente".

 

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Realização: André Marques e Carlos Silva

Argumento: André Marques

Produção: Cine-Clube de Avanca e Filmógrafo

Música: Fernando Augusto Rocha

Voz: Fernando Mendonça

 

Sinopse: "O Acidente" relata uma participação ao seguro de alguém que sofreu um aparatoso acidente de trabalho. Um assentador de tijolos um tanto ou quanto desajeitado, as leis da gravidade e a negligência na segurança são a base de uma inesperada sequência de situações particularmente perigosas.

 

Prémio: 2º Prémio de Animação no Twin River Media Festival de Asheville (EUA, 2009)

 

André Marques é um realizador, animador e ilustrador com um largo curriculum em filmes premiados, sendo nesta obra também o autor do argumento e da criação gráfica.


Carlos Silva é um dos realizadores da primeira longa-metragem do cinema de animação português, "Até ao Tecto do Mundo", para além de ser um especialista em pós-produção.

16
Jun16

CINE ESTREIA: "E Agora Invadimos o Quê?" (rodado em Portugal)

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País: EUA

Realização e Argumento: Michael Moore

Locais Rodagem: Portugal, Itália, França, Alemanha, Eslovénia, Noruega, Finlândia, Tunísia

 

Sinopse: O realizador Michael Moore, vestindo o papel de "invasor", visita uma série de nações europeias e africanas para entender como os EUA poderiam melhorar as suas perspectivas. Quer seja a Itália com as suas generosas férias pagas; França e os seus almoços escolares gourmet; o exemplo das políticas industrialistas da Alemanha; a Noruega e o seu sistema prisional; a despenalização das drogas leves em Portugal;  ou a forte presença feminina no governo e mundo empresarial existente na Islândia - Moore descobre que as soluções para os mais enraizados problemas da América já existem e apenas estão à espera para serem copiadas.

 

Em Portugal, o destaque é dado à nossa política de combate à toxicodependência, em que o consumo de droga é tratado como um problema de saúde e não do ponto de vista criminal. A política portuguesa de descriminalização do consumo de drogas, que já acontece há 15 anos, tem sido um caso de sucesso e de estudo a nível internacional.

 

Para o documentário, o realizador norte-americano esteve na Manifestação do 1º de Maio na Alameda Afonso Henriques, em Lisboa; falou com Arménio Carlos, líder da CGTP, e com alguns dirigentes comunistas; entrevistou um responsável do Instituto da Droga e da Toxicodependência e falou com agentes da PSP. Além disso, ainda provou a nossa gastronomia e ouviu fado. 

 

 
15
Jun16

DOC TV: Quatro (RTP2/ 5ª, 16 - 23h55)

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Realização: João Botelho

Produção: Filmes do Tejo

Com: João Queiroz, Jorge Queiroz, Pedro Tropa, Francisco Tropa

 

Sinopse: Dois irmãos, João e Jorge Queiroz. Outros dois irmãos, Pedro e Francisco Tropa. Quatro dos mais importantes artistas portugueses contemporâneos. Pintura, desenho, fotografia, escultura. Amigos, cúmplices, diferentes, mas todos obcecados na aventura estranha que é a produção artística neste início do séc. XXI.

 

15
Jun16

DOC TV: O Mundo de Cá (RTP2/ 5ª, 16 - 23h00)

o mundo de cá.jpg

 

 

A expressão "O Mundo de Cá" foi usada pelo vice- rei D.Francisco de Almeida, em 1505, numa carta ao rei D. Manuel. D. Francisco referia-se à Índia, ao mundo oriental.


O propósito desta série documental é mostrar as civilizações que os portugueses encontraram quando chegaram ao sub-continente indiano e a Ceilão. Não se trata de outro documentário sobre os vestígios portugueses no Oriente. Trata-se, pelo contrário, de pôr em evidência a cultura dos outros: dos indianos e dos cingaleses.


Os 6 programas percorrem três áreas geográficas distintas e três grandes culturas (a hindu, a muçulmana e a budista). "O Mundo de Cá" procura abordar o chamado "encontro de culturas" entre os portugueses e os povos do Oriente, mas também os desencontros e os conflitos.


Coordenada e realizada por Camilo Azevedo , que também é co-autor com Paulo Varela Gomes, esta série é produzida pela RTP em colaboração com a Comissão Nacional para a Comemoração dos Descobrimentos. Apresentação de Paulo Varela Gomes e locução de Maria Flor Pedroso. 

 

A série documental "O Mundo de Cá" foi exibida na RTP em 1995 e, agora, a RTP2 volta a exibi-la. O apresentador da série, Paulo Varela Gomes, escritor, cronista e historiador de arte, faleceu no passado mês de Abril, aos 63 anos de idade. 

 

Quintas-feiras, às 23h00, na RTP2.

 

1º episódio - Pedras de Cambaia

Os primeiros contactos dos portugueses com a cultura e a civilização indianas assentaram num grande equívoco histórico: o mito de que a Índia era ou teria sido cristã. É este o tema do 1º programa de "O Mundo de Cá".

Depois de uma introdução à arte e à religião hindus nos templos de Badami (esculpidos na rocha no século VII d. C.), contam-se histórias de esculturas hindus trazidas para Portugal no século XVI, viaja-se até à região da actual Bombaim para ver os templos de Elefanta e Kaneri, visitados por Garcia da Orta e D. João de Castro. Na região de Cochim, por entre lagunas e santuários, seguem-se os passos do Apóstolo S. Tomé, o lendário evangelizador da Índia. 

 

2º episódio - Taprobana

Do mito de uma Índia cristã, abordado no 1º programa, passa-se agora ao desabar de outro mito: o do Paraíso Terreal.

Conta-se a história da chegada dos portugueses à lendária Taprobana, Ceilão (hoje Sri Lanka), e dos primeiros contactos com a cultura budista. No velho santuário de Kellanyia, recordam-se alguns aspectos essenciais dessa cultura e mostram-se seguidamente dois sítios espectaculares: o palácio de Sigyria, construído sobre uma rocha a 200 metros de altura, e as ruínas da velha capital budista de Pollonaruwa.


Confrontados com as civilizações da ilha, os portugueses percebem que não tinham chegado ao paraíso de que falavam velhas lendas ocidentais mas a uma região muito rica pela qual valia a pena lutar.

 

3º episódio - Benastarim

O programa começa em Goa, a cidade onde os portugueses quiseram fazer um espelho de Portugal. Alguns templos perdidos no interior mostram o passado próprio do território e uma viagem até às belíssimas arquitecturas de Bijapur, no interior da Índia, introduz a cultura muçulmana e a obra dos sultões Adil – Shah que dominavam Goa antes da chegada dos portugueses. No Passo de Benastarim, referem-se os contactos entre portugueses e muçulmanos.

O documentário volta às extraordinárias paisagens de Ceilão para contar como ocorreu uma fatalidade histórica: a guerra sem quartel entre os portugueses, os seus aliados cingaleses, e os reinos budistas da ilha. 

 

4º episódio - O Dente de Buda

Em Kandy, nas montanhas de Ceilão, as imagens do grande Templo e das cerimónias aí realizadas recordam a destruição pelos portugueses de uma das mais preciosas relíquias do budismo: o dente de Buda.

O tema central deste programa é, de facto, a luta da cultura católica e ocidental dos portugueses contra as culturas do oriente na tentativa de as subjugar. Em Ceilão, em Goa e em Bijapur, percorrendo muitos templos, mesquitas e igrejas católicas pouco conhecidas ( Rachol, Talaulim), lendo os velhos papéis dos arquivos goeses, o programa conta histórias de intolerância e fanatismo, mas também de influências mútuas e de oportunidades perdidas.

 

5º episódio - Embaixada ao Badur

A primeira parte deste programa mostra o modo como as artes portuguesa e indiana de Goa constituem produtos híbridos de uma luta de culturas, através de imagens das igrejas de Assagão e S. Caetano, dos templos de Shri Lakshimi Narasinha e Shri Mangesh.

Na segunda parte, "O Mundo de Cá" viaja até aos bastiões de Diu. O tema é agora o confronto com os muçulmanos do sultanato de Cambaia e com o seu Sultão e Badur.

Seguindo as pisadas de embaixadores portugueses, o programa termina em Mandu, uma cidade longínqua e esquecida que foi capital do Badur no século XVI. 

 

6º episódio - O Vice-Rei

Fechando o grande círculo de "O Mundo de Cá", o último programa volta aos contactos iniciais dos portugueses com o Oriente: no interior do planalto do Decão mostram-se as extraordinárias ruínas do maior reino hindu do sul da Índia, o reino de Vijaianagar com o qual os portugueses tiveram muitos contactos. O confronto com costumes sexuais estranhos provocou as primeiras reacções de espanto e sedução.

Na segunda parte do programa, chega-se ao fim da história: nos restos soalhentos da Goa pacata do início do século XX e nas sombrias ruínas de Chaul, despedimo-nos do mundo de lá, definitivamente abandonado à lenda e à história. 

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