LETRAS LUSAS: "Índias", de João Morgado
Sinopse: O novo romance de João Morgado, autor já com vasta obra publicada e premiada, centra-se na vida escondida de Vasco da Gama e numa época tão gloriosa quanto distante. Trata-se de um livro que, desde as primeiras páginas, ambienta o leitor no período áureo da nossa História e através do qual (re)descobrimos o lado obscuro do grande navegador português. Eis uma história de ódios, de vinganças, de ambições e conquistas. Romance vencedor do Prémio Literário Alçada Baptista.

João Morgado nasceu em 1965, em Aldeia do Carvalho, Covilhã. Poeta e romancista, é formado em Comunicação pela Universidade da Beira Interior e tem um mestrado em Estudos Europeus na Universidade de Salamanca, Espanha, e uma pós-graduação em Marketing Político pela Universidade Independente/Universidade de Madrid. É membro do Centro de Investigação Professor Doutor Joaquim Veríssimo Serrão. Trabalhou como jornalista e, para além da imprensa regional, escreveu no diário "Público" e semanário "Sol". Actualmente é consultor de comunicação nos meios empresariais e políticos.
Na literatura afirmou-se com dois romances: Diário dos Infiéis e Diário dos Imperfeitos. Estas duas obras foram adaptadas ao teatro pela ASTA – Associação de Teatro e outras Artes. Na sua incursão pelo romance histórico, lançou na Clube do Autor a obra Vera Cruz, sobre a vida desconhecida de Pedro Álvares Cabral, e um polémico romance biográfico de Vasco da Gama, Índias. Escreve ainda crónicas, contos ("O Pássaro dos Segredos" e "Meio-Rico", entre outros), poesia e Cabralito, uma versão ilustrada para crianças sobre a vida de Pedro Álvares Cabral. Colabora com jornais e é coordenador do DIÁSPORA – Festival Literário de Belmonte. Recebeu os seguintes prémios literários: Prémio Nacional de Literatura LIONS 2015, Prémio de Poesia Manuel Neto dos Santos 2015, Prémio Literário Fundação Dr. Luís Rainha, Correntes d’Escritas 2015, Prémio Literário Alçada Baptista 2014, 2º Prémio Concurso Literário Dr. João Isabel 2013 e Prémio Literário Vergílio Ferreira 2012.


