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alma-lusa

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03
Mar16

ESTREIA TV: Design.pt (RTP2 - 23h05)

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Um magazine cultural que se quer com perspectiva moderna e inovadora bem como, a nível técnico, com forte inovação estética sobre a temática do Design, nas suas várias vertentes, e exclusivamente dedicado à criatividade "made in Portugal". Este programa, apresentado por Isabel Lopes Gomes, irá privilegiar a informação visual e directa do design português, bem como difundir notícias sobre o design feito em Portugal, seja no domínio de marcas, produtos, da comunicação e das pessoas, nomeadamente os seus principais criadores e agentes, seja no campo da reflexão e do ensino da disciplina.


Este projecto, único na televisão portuguesa pelas suas características e tema, visa espelhar a excelência do design português através da demonstração da sua crescente importância na indústria e na exportação, bem assim como no reconhecimento externo do País e destina-se não apenas aos profissionais do sector como a toda a sociedade, procurando elevar o conhecimento que os portugueses têm do design produzido em Portugal. Além dos valores consagrados, pretende-se também destacar novos talentos e apresentar projectos e conceitos inovadores nas diversas áreas do design (design gráfico, design de interiores, de comunicação, de produto, bio-design, design social, etc.), dimensionando o papel cada vez mais importante do design na sociedade actual.

 

1º episódio

 

No primeiro episódio dedicado ao design português, destaque para o MUDE - Museu do Design e da Moda. A directora Bárbara Coutinho responde à questão "Como se Pronuncia Design em Português?" através
de inúmeros exemplos de design de produto desenhado e produzido por autores nacionais nos últimos sessenta anos.


Visita ao WHITE STUDIO, estúdio do designer Eduardo Aires que, a partir da cidade do Porto, tem desenvolvido trabalho reconhecido e premiado internacionalmente na área do design de comunicação.


O projecto Art on Chairs é um evento de nível internacional desenvolvido pela autarquia de Paredes para promover o design português. O comissário José Bártolo faz uma visita guiada pelo "Duets", o projecto mais mediático deste evento.


O Historiador de Design Rui Afonso Santos resgata da memória a arca desenhada por Sena da Silva em 1958 para a sala dos pequenos banquetes do Hotel Ritz, em Lisboa. Visita aos interiores deste luxuoso hotel da autoria de Pardal Monteiro e cujos interiores já fazem parte da história da arte e do design em Portugal.


Em todos os programas destaque para uma das peças mais icónicas do design e uma das mais difíceis de desenhar: a cadeira. Revisitamos em cada programa algumas das cadeiras que fazem parte da história do design português. Neste Design.pt, destaque para a cadeira Osaka 70, desenhada em 1969 por António Garcia no âmbito da participação portuguesa na Exposição Universal de Osaka'70, no Japão.

 

Quintas, às 23h00, na RTP2.

02
Mar16

Jorge Sequerra (1958 - 2016)

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Faleceu esta terça-feira, aos 57 anos de idade, o actor Jorge Sequerra.

 

Com uma carreira de 30 anos, Jorge Sequerra dividiu-se pelo teatro, cinema e televisão. No cinema, pudemos vê-lo em filmes como "Amália" ou "Corrupção". O seu último trabalho em cinema foi no filme "Leviano", que deverá estrear em 2016. 

 

Na televisão, Jorge Sequerra participou em dezenas de séries, mini-séries, novelas e telefilmes, como "Claxon", "Cinzas", "Nico d'Obra", "A Hora da Liberdade", "Médico de Família", "A Minha Sogra é uma Bruxa", "O Espírito da Lei", "Morangos com Açúcar", "Floribella", "Conta-me como foi", "Mundo ao Contrário", "Sol de Inverno", "Poderosas" ou "Bem-vindos a Beirais", entre muitos outros. 

 

02
Mar16

LETRAS LUSAS: "As Duas Condessas", de Pedro Beltrão

duas condessas.jpg

 

 

Sinopse: Logo a seguir às Invasões Francesas, com o País depauperado e ainda não completamente refeito do terror, as novas ideias liberais, a falta de competitividade face a uma Europa em grande desenvolvimento, a emergência de uma burguesia que vive da usura e dos empréstimos e a perda do Brasil geram pobreza, instabilidade e tensão que, por sua vez, criam reviravoltas no poder e nos costumes do povo. É neste período que vivem as duas condessas – Isabel e Maria Mância, mãe e filha, ambas órfãs de pai desde pequenas, ambas viúvas em menos de três anos de casamento, ambas casadas pouco tempo depois de enviuvarem. Damas com elevada cultura adquirida em França e mal entendidas pela sociedade do seu tempo, herdeiras ricas e da melhor fidalguia portuguesa, passam por grandes privações e desgostos, mas, apoiando-se incondicionalmente uma na outra, conseguem lutar contra as adversidades e manter de pé a sua querida Quinta de Subserra. Partindo de um conjunto significativo de cartas, esta é a história de duas mulheres de uma coragem sem limites – uma história de sofrimento, evidentemente, mas com momentos de indizível felicidade.
 
 

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Pedro Beltrão estudou no Liceu Pedro Nunes, em Lisboa, onde teve professores que despertaram o seu interesse pela História - Santana Dionísio e Rómulo de Carvalho - e o levaram, desde muito jovem, a fazer investigação e a aprender a ler documentos antigos. O seu gosto pela escrita não nasceu sozinho, pois é gémeo da escritora Luísa Beltrão. Estudou Engenharia, mas não terminou o curso devido ao serviço militar, tendo cumprido uma movimentada comissão em Angola entre 1965 e 1967. Desenvolveu a sua actividade profissional na área da direcção de empresas, por força da qual muito viajou por quase todo o mundo e enriqueceu a sua cultura histórica e humana. Publicou Histórias com História, livro com quatro novelas passadas nos séculos XVI e XVII, O Tesouro de D. Sebastião, romance histórico no qual aprofunda as diferenças entre as culturas cristã e islâmica, Tempos de Esperança, um romance histórico que se passa durante as Invasões Francesas e tem por protagonistas dois irmãos separados pelo mar e pela guerra, e As Duas Condessas
02
Mar16

TEATRO: Toda a gente e ninguém (Cinema-Teatro Joaquim d'Almeida, Montijo - 3 a 5 Março)

TGN 3 (créditos Eduardo Martins).jpg

 

 ©Eduardo Martins

 

Texto: Levi Martins e Maria Mascarenhas

Encenação: Levi Martins

Cenografia, luz e figurinos: Adelino Lourenço

Música original: André Reis

Piano: Inês Monteiro Pires
Construção de cenário: Valter Reis e Rui Elias; Canivete Sim Sim

 

Interpretação: João Jacinto e Maria Mascarenhas

 

Sinopse: "Eu hei nome Todo o Mundo e meu tempo todo enteiro, sempre é buscar dinheiro e sempre nisto me fundo". "E eu hei nome Ninguém e busco a conciência". Quando Gil Vicente escreveu o Auto da Lusitânia (1532), imaginou as personagens Todo o Mundo e Ninguém. A sua interacção revelava, de forma simples, a oposição que existe entre estes dois conceitos gerais: "toda a gente" e "ninguém". Foi a partir dessa mesma oposição que surgiu Toda a gente e ninguém, uma criação que coloca em cena três pares de personagens que se confrontam com aquilo que acontece no decorrer de um só dia. O espectáculo de estreia da Companhia Mascarenhas-Martins, nova estrutura sediada no Montijo, parte da preocupação dos seus criadores em pensar que teatro pode fazer-se na actualidade, que consiga dialogar com as inquietações e o quotidiano dos espectadores.

 

02
Mar16

TV: Campo Pequeno TV (Março)

Grandes Lides a Cavalo - C. Pequeno 2015 - 2ª Par

 

 

A pensar num público fiel e conhecedor, a Campo Pequeno TV preparou um mês com grandes destaques da Tauromaquia portuguesa, onde não faltam estreias e figuras de culto. Das lides às pegas, não esquecendo o toureio a pé e corridas que ficaram para a história, esta é uma programação pensada para deleitar os maiores fãs do espectáculo tauromáquico.

 

3 de Março

 

Grandes Lides a Cavalo - C. Pequeno 2015 - 1ª Parte

A temporada de 2015 em Lisboa foi rica em actuações de grande nível. Neste programa, será possível rever três delas, interpretadas pelos seguintes cavaleiros – Manuel Telles Bastos, Luís Rouxinol e Diego Ventura – com comentários de José Cáceres e Manuel Jorge de Oliveira.

 

Corrida dos Triunfadores 2012 - 6-6-2013

Corrida do Campo Pequeno com os cavaleiros Luís Rouxinol e João Moura Caetano, os forcados Tertúlia T. Terceirense, o toureio a pé de Antonio Ferrera e Manuel Dias Gomes e a ganadaria Varela Crujo.

 

10 de Março

 

Grandes Pegas - C. Pequeno 2015 - 2ª Parte

Neste 2º programa dedicado às melhores pegas da temporada 2015 em Lisboa, os espectadores terão oportunidade de rever desempenhos notáveis e emocionantes, com os comentários de José Cáceres e Jorge Faria.

 

Grande Concurso de Ganadarias - 14-6-2007

Corrida do Campo Pequeno, com os cavaleiros Luís Rouxinol, Rui Fernandes e Sónia Matias, os forcados de Évora, Coruche e Aposento da Moita e as ganadarias S. Lupi, F. Castro, B. Paes, S. Torcato, S. Maria e R. Tenório.

 

17 de Março

 

O Toureio a Pé em Portugal - Diagnóstico e Cura

Programa dedicado à análise e reflexão do toureio a pé em Portugal. A auscultação de várias personalidades ligadas ao meio taurino, representando diversos quadrantes da festa, permitirá entender o momento actual e repensar formas de incrementar esta arte em Portugal.

 

24 de Março

 

Grandes Lides a Cavalo - C. Pequeno 2015 - 2ª Parte

No final da retrospectiva da temporada 2015 em Lisboa, este 2º programa dedicado às grandes lides a cavalo apresenta um conjunto de grandes actuações, realizadas por João Telles Jr., Ana Batista e Diego Ventura, com comentários de José Cáceres e Nuno Pardal.

 

Corrida do Sporting - Noite de Bandarilhas 17-7-1997

Corrida do Campo Pequeno, com os cavaleiros Joaquim Bastinhas e Luís Rouxinol, os forcados de Barrete Verde de Alcochete e Moura, os matadores Vítor Mendes e Rui Bento Vasques e as ganadarias Vinhas e Cabral Ascensão.

 

31 de Março

 

Grandiosa Corrida Flash - 30-6-2011

Corrida do Campo Pequeno, com os cavaleiros Rui Salvador, Diego Ventura e Francisco Palha, os forcados de Santarém e Évora e a ganadaria  Maria Guiomar Cortes Moura.

 

 

02
Mar16

GRANDE REPORTAGEM: Porto, Lisboa - Na Rota do Mundo (Jornal da Noite, SIC - 20h00)

rota mundo.jpeg

 

Porto e Lisboa vivem tempos de euforia em torno do turismo, com o surgimento de inúmeras actividades ligadas à hotelaria, transportes, restauração, lazer, cultura e serviços, e hordas de cidadãos estrangeiros que demandam os portos e os aeroportos das duas principais cidades portuguesas. Hotéis e hostels despontam como cogumelos; as ruas da baixa de Lisboa foram invadidas por tuk-tuks que obrigaram a Câmara a limitar a circulação; a Livraria Lello, no Porto, passou a cobrar bilhetes para organizar as visitas dos turistas estrangeiros que ali acorrem aos milhares. Porto e Lisboa somam distinções internacionais e estão definitivamente na moda, mas há quem olhe com apreensão para esta espécie de "corrida ao ouro". Os bairros históricos estão a ser tomados de assalto pelos hotéis e pelos chamados "alojamentos locais", o que levou já o presidente da Junta de Freguesia da Zona Histórica do Porto a sugerir o estabelecimento de quotas para moradores. De outro modo, como já alguém disse, "um destes dias vai ser preciso contratar figurantes para fazerem de conta que residem nos locais mais procurados pelos turistas".

 

Uma Grande Reportagem para ver no Jornal da Noite, da SIC, com início às 20h00.

01
Mar16

"O Povo que Ainda Canta" - Polifonia de Lafões

No Vale do Vouga qualquer cantiga, tradicional ou moderna, se desdobra em duas ou três vozes. Ali a polifonia vem naturalmente a quem gosta de cantar, e a prática apura o ouvido. Aquilo que soa estranho e desentoado para quem está habituado à escala temperada e aos acordes fixos dos instrumentos modernos pelos quais afinam as vozes educadas é, ao invés, uma afinação deliberada entre vozes para se obter uma cor e uma textura determinadas. Alguém que sabe dar o tom certo sem diapasão, nem demasiado agudo nem demasiado grave para conforto de todos, homens e mulheres, começa a cantar. Acima da melodia principal projectam-se uma ou duas vozes de mulher em terça e a seguir o brilho da quinta, com a pequena dissonância necessária para produzir a nota final, áspera e carregada de energia, que se prolonga enquanto durar o fôlego e o prazer do acorde. Com muita sorte pode estar presente o raro guincho, que faz a oitava da voz principal sem pronunciar as palavras, de tão agudo que é, e que quem ouviu nunca mais esquece. É um canto de ar livre, que convive mal com salas fechadas e sistemas de amplificação. Um pequeno outeiro que permita cantar em semi-círculo para que todos se ouçam, de costas contra o vento que leve as vozes até longe, é tudo o que é preciso para que a alta voltagem do canto se liberte e percorra os corpos de quem canta e de quem ouve. 

 

01
Mar16

Marco Silva conquista título de campeão na Grécia com Olympiacos

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Este domingo, o Olympiacos, clube de futebol treinado pelo português Marco Silva, sagrou-se campeão nacional da Grécia, ao derrotar o Veria por 3-0. Foi o sexto título nacional consecutivo da equipa de Atenas e o 43º do seu historial. Na temporada passada, a vitória também teve carimbo português já que o treinador era Vítor Pereira.

 

Marco Silva, de 38 anos, chegou ao clube da capital grega no início desta temporada substituindo o compatriota Vítor Pereira, que foi para a Turquia. Natural de Lisboa, Marco Silva iniciou a sua carreira de treinador em 2011, no Estoril, clube que orientou até 2014. Na temporada 2014/15 treinou o Sporting Clube de Portugal, tendo conquistado a Taça de Portugal. No início da temporada 2015/16, vai para a Grécia orientar o Olympiacos, um dos maiores clubes helénicos, e acaba de conquistar o primeiro título de campeão nacional da sua carreira. O Olympiacos está ainda na luta pela Taça da Grécia. 

 

O Olympiacos conquistou o título nacional, quando ainda faltam 6 jornadas para o fim do campeonato, com 67 pontos, que equivalem a 22 vitórias em 24 jogos (apenas uma derrota e um empate). Marco Silva bateu um recorde ao serviço do clube grego, ao vencer 17 jogos consecutivos no campeonato. 

 

01
Mar16

DOC TV: João Bénard da Costa - Outros Amarão as Coisas que Eu Amei (TVCine 2 - 22h00)

outros amarão as coisas que eu amei.jpg

 

 

Ano: 2015

Realização: Manuel Mozos

 

Sinopse: Uma homenagem ao cinema a pretexto da extraordinária vida de João Bénard da Costa, director da Cinemateca Portuguesa durante 18 anos mas também actor, cinéfilo, escritor inspirado e leitor criativo. Esta é uma inusual biografia que conta a vida do homem através dos seus amores, medos e contemplações, impressas na arte da pintura, do cinema e literatura. Da pintura barroca à literatura de Borges, "Outros Amarão as Coisas que Eu Amei" é o amado diário de um homem universal.

 

Durante o mês de Março, às terças-feiras, o Especial Documentários: Bastidores do Cinema presta homenagem a cinco figuras ímpares da Sétima Arte, que influenciaram a História da indústria e deixaram a sua marca. João Bénard da Costa, pensador e eterno director da Cinemateca Portuguesa; Marlon Brando, o mais lendário dos actores; Jerry Weintraub, o poderoso e influente produtor de Hollywood; Nora Ephron, uma espécie de faz-tudo na meca do Cinema; e Mike Nichols, cinco vezes nomeado ao Óscar e vencedor de uma estatueta como Melhor Realizador.

 

 

 

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