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alma-lusa

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19
Jan16

ESPECIAL TV: Entrevista a Almeida Santos (RTP Memória - 00h00)

RTP Memória - Entrevista Almeida Santos

 

No dia da morte de Almeida Santos (1926-2016),  a RTP Memória vai recordá-lo numa entrevista conduzida por Carlos Pinto Coelho. "Conversa Maior", a partir da meia-noite, na RTP Memória.

 

Sinopse: Entrevista biográfica conduzida por Carlos Pinto Coelho (1944-2010) a António de Almeida Santos (1926-2016).

 

Almeida Santos foi jurista e político português, advogado (em Lourenço Marques, Moçambique), Ministro da Coordenação Interterritorial, Ministro da Comunicação Social e Ministro da Justiça, cargos que ocupou nos 4 primeiros governos provisórios. O seu papel no processo de descolonização, o seu cargo honorário no Partido Socialista, as revisões constitucionais em que participou, as obras literárias que escreveu e as referências a um período que abrange 60 anos da história contemporânea de Portugal.

19
Jan16

Almeida Santos (1926 - 2016)

Almeida Santos, 1926-2016

© Miguel A. Lopes - Agência Lusa

 

Faleceu na noite desta segunda-feira, aos 89 anos, António Almeida Santos, presidente honorário do Partido Socialista (PS) e um dos construtores da democracia portuguesa.

 

António de Almeida Santos nasceu a 15 de Fevereiro de 1926 na aldeia de Cabeça, concelho de Seia, na região da Beira Alta. Passou a infância em Vide, terra natal do seu pai, também no concelho de Seia. Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, foi ainda intérprete do fado e da guitarra de Coimbra. 

 

Em 1953, vai viver para Moçambique e estabelece-se em Lourenço Marques, actual Maputo, onde exerce advocacia. Vive na antiga colónia portuguesa durante mais de 20 anos, onde se destaca como um dos mais importantes defensores dos presos políticos e do direito à auto-determinação daquela província ultramarina. Pertenceu ainda ao Grupo dos Democratas de Moçambique e foi candidato, por duas vezes, às eleições para a Assembleia Nacional, em listas da Oposição Democrática.

 

Almeida Santos regressou a Portugal após a Revolução do 25 de Abril de 1974 e inicia a sua trajectória na política nacional, que o iria tornar uma das figuras mais importantes da democracia portuguesa. Foi Ministro da Coordenação Interterritorial dos I, II, III e IV Governos Provisórios e Ministro da Comunicação Social do VI Governo Provisório; Ministro da Justiça, no I Governo Constitucional, altura em que aderiu ao Partido Socialista; foi Ministro-Adjunto do Primeiro-Ministro, no II Governo Constitucional; desempenhou um papel determinante na revisão constitucional de 1982, que erradicou o Conselho da Revolução; foi Ministro de Estado e dos Assuntos Parlamentares, no Governo do Bloco Central, de 1983 a 1985; cabeça-de-lista às eleições legislativas de 1985, pelo PS, derrotado por Cavaco Silva; participou, de novo, na revisão constitucional de 1988; membro do Secretariado Nacional do PS, a partir de 1990; presidente da Assembleia da República e membro do Conselho de Estado, de 1985 a 2002. Foi Presidente do Partido Socialista de 1992 a 2011 e, desde o Congresso do PS de Setembro desse ano, é Presidente Honorário.

 

É autor de vários livros, incluindo ensaios jurídicos. Em 2006, publicou Quase Memórias, uma autobiografia em dois volumes, grande parte da qual dedicada ao processo de descolonização entre 1974 e 1975. Em 2004, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade e, em 2008, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo. 

 

Na última semana da campanha eleitoral para as presidenciais, a política portuguesa perde uma das suas maiores figuras, o "príncipe da democracia", e o país perde uma das suas figuras históricas. 

 

 

19
Jan16

"O Povo que Ainda Canta" - Baixo Alentejo

"Mondadeira alentejana vai mondando e vai cantando cantigas aos seus amores." Na monda, na ceifa, para "passar mais depressa a hora" ou para fazer esquecer a fome, entre mulheres e entre homens, o cante tem raízes profundas e mantém-se até hoje com um fulgor e imponência crescentes. Neste episódio da série "O Povo que Ainda Canta", mais do que de conversas ou entrevistas, é através das paisagens do Baixo Alentejo e das letras das modas que mergulhamos nas origens desta tradição musical tão enraizada quanto viva. A ligação telúrica ao Alentejo está presente de forma transgeracional. 

 

 

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