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alma-lusa

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25
Fev15

DANÇA: Europa (Teatro Municipal Joaquim Benite - Almada/ 27 e 28 Fevereiro)

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Direcção: Miguel Moreira e Romeu Runa

Produção: Útero Associação Cultural

Intérpretes: Catarina Félix, Marta Cerqueira, Beatriz Dias, Sandra Rosado, Vânia Rovisco

 

Sinopse: Europa, espectáculo de dança com direcção de Miguel Moreira e Romeu Runa, teve como inspiração a obra de Javier Nuñez Gasco, o artista plástico espanhol que, em 2009, se filmou a desenhar o actual mapa da União Europeia a golpes de faca na parede de um convento do século XVI. O processo tortuoso que definiu as suas fronteiras, os conflitos que por conta delas se travaram, a sensação de segurança que muitas vezes faltou e que hoje continua a preocupar os cidadãos europeus explicam, por outro lado, o lugar simbólicos dos cobertores neste espectáculo.

25
Fev15

Maria Zamora (1974 - 2015)

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Faleceu ontem, aos 40 anos, a actriz Maria Zamora, que integrava o elenco da novela "Jardins Proibidos", em exibição na TVI.

 

Natural de Macedo de Cavaleiros, Maria Zamora vivia em Lisboa desde 2004. Na capital, formou-se artisticamente em companhias como a ACCCA-Companhia Clara Andermatt, o c.e.m.-centro em movimento ou a Casa da Comédia.

 

Maria Zamora trabalhava como actriz há 10 anos. Em televisão, participou na série "Inspector Max" e nas novelas "Fascínios", "Doce Tentação", "Destinos Cruzados" ou "Sol de Inverno", entre outros trabalhos. No cinema, entrou em filmes como "O Crime do Padre Amaro" ou "Operação Outono", tendo trabalhado também em teatro.

 

Maria Zamora integrava a Operação Nariz Vermelho, uma organização de doutores-palhaços que visitam regularmente as enfermarias de hospitais onde estão internadas crianças. Maria Zamora era a Doutora Tutti Frutti e espalhou alegria e cor pelos corações de milhares de crianças, familiares e profissionais de saúde.

 

24
Fev15

LETRAS LUSAS: "Desamparo", de Inês Pedrosa

 

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Sinopse: A saga de uma mulher, Jacinta Sousa, que foi levada do colo da mãe para o Brasil, aos três anos, e regressa para a conhecer mais de cinquenta anos depois, é o ponto de partida do novo romance de Inês Pedrosa. "No Brasil eu sempre fui a Portuguesa; em Portugal, passei a ser a Brasileira." Numa escrita inteligente, límpida e plena de humor, a autora cria um universo singular, uma aldeia em que se cruzam personagens e histórias de vários continentes. Emigrações e imigrações de ontem e de hoje, seres solitários e escorraçados que procuram novas formas de vida enquanto tentam sobreviver à maior depressão económica das últimas décadas. O amor, a traição, o poder, a inveja, o ciúme, a amizade, o crime, o medo, a vingança e, sobretudo, a morte atravessam este livro que faz a radiografia do Portugal contemporâneo, num enredo cheio de força e originalidade.

 

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Inês Pedrosa nasceu em 1962. Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na imprensa, na rádio e na televisão. Dirigiu a revista Marie Claire entre 1993 e 1996. Foi directora da Casa Fernando Pessoa entre 2008 e 2014. Mantém, desde há 13 anos, uma crónica semanal, primeiro no semanário Expresso e, actualmente, no semanário Sol.

 

Desamparo, editado em 2015, é o mais recente romance, mas a autora tem já 22 livros publicados, entre romances, contos, crónicas, biografias e antologias. A sua obra encontra-se publicada no Brasil, em Espanha, em Itália e na Alemanha. Romances: A Instrução dos Amantes, Nas Tuas Mãos (Prémio Máxima de Literatura), Fazes-me Falta, A Eternidade e o Desejo, Os Íntimos (Prémio Máxima de Literatura) e Dentro de Ti Ver o Mar.

 

 

 

24
Fev15

Correntes D'Escritas 2015 (Cine-Teatro Garrett - Póvoa de Varzim/ 25 a 28 Fevereiro)

 

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De 25 a 28 de Fevereiro, o Cine-Teatro Garrett, na Póvoa de Varzim, recebe a 16ª edição do Correntes D'Escritas - Encontro de Escritores de Expressão Ibérica.

 

A grande novidade deste ano é o local de realização do evento, o Cine-Teatro Garrett, onde tudo acontecerá. A nova sala de espectáculos irá acolher as mesas, os lançamentos de livros, sessões de poesia, teatro e cinema, uma exposição e ainda a Feira do Livro.

 

O momento mais aguardado é a revelação do Prémio Literário Casino da Póvoa que vai acontecer, como habitualmente, na Sessão de Abertura, às 11h00, do dia 26 de Fevereiro, no Casino da Póvoa. Este é também o momento para apresentação da Revista Correntes D'Escritas, cujo número (14) é dedicado a Almeida Faria. A Conferência de Abertura realiza-se no mesmo dia, às 15h00, no Cine-Teatro Garrett, e o convidado deste ano é Guilherme d'Oliveira Martins.

 

 

 

24
Fev15

CINE TV: Box (MEO Videoclube)

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Esta 3ª feira, 24 de Fevereiro, a mais recente curta-metragem da Byron Produções, "BOX", estreia no MEO Videoclube e estará disponível para aluguer gratuito na secção de Filmes Portugueses.

 

Realização e Argumento: João Santos Silva

Elenco: Rita Delgado e João Santos Silva

Local Filmagens: Pavilhão KAIROS - LX Factory (Lisboa)

Sinopse: Um rapaz, uma rapariga. Dentro de um espaço idílico numa floresta, um encontro desperta dois jovens seres humanos, que se vão descobrindo e assumindo como seres sexuais.

 

João Santos Silva entrou para a ACT - Escola de Actores, de Patrícia Vasconcelos, em Outubro de 2011 e, dois anos mais tarde, participou no episódio piloto da série "Sangue Frio". Em 2014, realizou e co-protagonizou "BOX". Actualmente, encontra-se a filmar "O Grande Circo Místico", co-produção internacional encabeçada pelo Brasil e cujas filmagens decorrem em Portugal.

 

Rita Delgado estudou na ACT e, em 2013, esteve em cena no Teatro Rápido com a peça "Reunião da Sala 3", da sua autoria.

 

Em Outubro de 2014, ambos ingressaram na Escola Superior de Teatro e Cinema para prosseguirem os seus sonhos no mundo da representação.

23
Fev15

VISITA GUIADA - Casas Pintadas em Évora

Dos inícios do séc. XVI, as chamadas Casas Pintadas, em Évora, são um conjunto de frescos nas paredes de um alpendre a dar para um jardim. O mais antigo e mais bem preservado exemplar de pintura profana que se conhece em Portugal. Tanto mais surpreendente quanto estas delicadas pinturas são no exterior - o alpendre integra agora instalações que pertencem à Fundação Eugénio de Almeida. Esta é uma visita à cultura estética do Renascimento português. Estas pinturas "falavam" com os seus contemporâneos como hoje os títulos de jornais falam connosco.

 

 

 

 

23
Fev15

Português vence Óscar de Melhor Direcção de Arte com o filme "Grand Budapest Hotel"

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O português Gonçalo Jordão junto a um dos painéis que criou para o filme "Grand Budapest Hotel"

 

A noite passada realizou-se a 87ª edição dos Óscares, a grande festa do cinema americano, e, entre os vencedores, há um português. Gonçalo Jordão integrou a equipa, dirigida por Anna Pinnock e Adam Stockhausen, que conquistou o Óscar de Melhor Direcção de Arte com o filme "Grand Budapest Hotel".

 

Gonçalo Jordão, especialista em pintura decorativa, foi o responsável pela pintura das paredes do lobby do hotel do filme "Grand Budapest Hotel", realizado pelo norte-americano Wes Anderson . O português criou oito painéis com paisagens bucólicas ao estilo de Caspar David Friedrich, um pintor romântico alemão.

 

Gonçalo Jordão, de 41 anos, nasceu em Lisboa e reside em Mourão, no Alto Alentejo, onde gere com a mulher, Raquel Jordão, uma empresa de pintura mural, a Afterwall. Formado em Pintura pelo Instituto de Artes e Ofícios da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, tem o bacharelato em Design de Mobiliário e a licenciatura em Peritagem em Arte/Mobiliário, da Escola Superior de Artes Decorativas (ESAD) da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, em Lisboa. Exerce a actividade profissional de conservador-restaurador de património, que concilia com a pintura. Algumas das suas obras no âmbito do restauro e pintura decorativa: Restaurante Tavares Rico (Lisboa), Casino do Luso, Câmara Municipal de Lisboa, Palácio de Queluz, Convento de Santo António (Recife - Brasil), Palacete Sottomayor (Lisboa), Reitoria da Universidade de Coimbra, Palácio Hotel Meliá (Lousã), Teatro da Trindade (Lisboa), Palácio Nacional da Ajuda (Lisboa), Palácio de Belém (Lisboa), Jardim da Sereia (Coimbra), Convento da Ordem Terceira, Igreja da Ordem Terceira e Igreja de Santo António (Ponte de Lima), entre muitas outras.

 

Entretanto, começou a trabalhar com os estúdios Babelsberg, na Alemanha, onde se filmaram algumas cenas do filme "Grand Budapest Hotel". Antes deste, Gonçalo Jordão já tinha trabalhado noutros filmes, como "A Bela e o Monstro" (2014) e "O Quinto Poder" (2013), para o qual pintou alguns murais.

 

Neste momento, Gonçalo Jordão está a recuperar pinturas murais numa casa, em Viana do Castelo, onde viveu Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português em Bordéus que salvou mais de 30.000 vidas da perseguição nazi.

 

23
Fev15

CINE TV: Diamantes Negros (TVCine 2 - 22h00)

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Ano: 2014

País: Espanha/Portugal/Estónia

Realização e Argumento: Miguel Alcantud (Espanha)

Produção: Carlo D'Ursi (Espanha), Luís Galvão Teles  e João Fonseca - Fado Filmes (Portugal), Anu Veermae (Estónia)

 

Elenco: Hamidou Samaké (Mali), Setigui Diallo (Mali), Carlo D'Ursi (Espanha), Guillermo Toledo (Espanha), Carlos Bardem (Espanha), Victor Gonçalves (Portugal), Jorge Araújo (Portugal)

 

Sinopse: Chegaram com 15 anos à Europa vindos de África e com a promessa de que seriam estrelas de futebol. Amadou e Moussa, amigos de infância, são descobertos no Mali por um olheiro, separados das suas famílias e levados para Madrid para triunfarem. Uma viagem por Espanha, Portugal (Faro e Lisboa) e Estónia, que nos mostra os podres do mundo do futebol e a exploração das hipotéticas estrelas pelos agentes. Um negócio que deixará de tratá-los como crianças para os ver como "Diamantes Negros".

 

22
Fev15

VISITA GUIADA - Castelo e poço-cisterna de Silves

Fazendo justiça ao que nos deixou escrito o grande Al-Mutamid, o rei-poeta de Sevilha entre 1069 e 1091, o castelo da cidade muçulmana de Silves permanece de uma beleza desconcertante. E o poço-cisterna, do período imediatamente anterior à reconquista cristã, é emocionante se conhecido pela mão de Rosa Varela Gomes, a arqueóloga que escavou os vestígios do al-Andalus em Silves. O lado português da Península Ibérica foi muçulmano durante quase cinco séculos, herança que lateja na nossa cultura e nas nossas veias.

 

 

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