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alma-lusa

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28
Jan15

CONCERTO: Penicos de Prata (Teatro Municipal Joaquim Benite - Almada/ 30 e 31 Janeiro)

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Nos dias 30 e 31 de Janeiro, os Penicos de Prata levam música e poesia erótica e satírica portuguesa à Sala Experimental do Teatro Municipal Joaquim Benite. O quarteto de voz e cordas, formado em Almada, adapta poemas de autores como Adília Lopes, António Botto, Fernando Pessoa, Liberto Cruz e Natália Correia.

Na origem dos Penicos de Prata está o desejo de sublimar através da música um património literário que entre nós tem conquistado muitos cultores, anónimos e consagrados. Os poemas eróticos e satíricos têm-se multiplicado sem cessar ao longo dos séculos, por bardos como Gil Vicente, Luís de Camões, Bocage ou António Botto, que ora se escudam na metáfora, ora usam e abusam do vernáculo. Este projecto nasceu em 2002, em Almada, quando André Louro e João Lima foram convidados a musicar alguns dos poemas incluídos na Antologia de poesia portuguesa erótica e satírica, organizada por Natália Correia. Transformou-se entretanto num quarteto de voz e cordas e é mantido em paralelo com as carreiras artísticas dos seus membros: André Louro e Catarina Santana são actores, Eduardo Jordão e André Pontífice são músicos de formação clássica.

28
Jan15

CINE TV: Sangue do meu Sangue (Cinemundo - 22h30)

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Ano: 2011

Realização e Argumento: João Canijo

Elenco: Rita Blanco, Anabela Moreira, Cleia Almeida, Rafael Morais, Marcello Urgeghe, Nuno Lopes, Fernando Luís, Beatriz Batarda, Teresa Madruga, Teresa Tavares, Francisco Tavares, Wilma de Brito

 

Sinopse: Márcia mora com a irmã, Ivete, num bairro camarário dos arredores de Lisboa. Juntas, criaram os filhos de Márcia: Cláudia, que estuda Enfermagem e é caixa num supermercado, e Joca, que se tornou num pequeno delinquente. Um dia, a vida da família é abalada para sempre: Joca tentou enganar o dealer para quem traficava e é apanhado; e Cláudia apresenta à mãe o seu novo namorado, seu professor e muito mais velho. E, quando esta o conhece, percebe que tem de fazer tudo para acabar com a relação, assombrada por uma tragédia sem nome. Esta é uma história de amor incondicional, de sacrifício e de redenção.

 

27
Jan15

Portugueses descobrem cinco planetas parecidos com a Terra

 

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Kepler-444

 

Um grupo internacional de astrofísicos, liderado pelo investigador português Tiago Campante, da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, descobriu um sistema solar que tem cinco planetas idênticos à Terra e que se formou numa fase ainda jovem do universo, há cerca de 11,2 mil milhões de anos. A descoberta foi publicada hoje na revista científica "The Astrophysical Journal".

 

A equipa que fez esta descoberta contou com 41 investigadores de 25 institutos de vários países, incluindo o português Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, que reúne investigadores das Universidades de Lisboa e do Porto. A equipa estudou as observações feitas pelo telescópio espacial Kepler ao longo de quatro anos e descobriu o, agora designado, Kepler-444, que se assemelha a uma miniatura do sistema solar: os seus cinco planetas de tipo rochoso, idênticos à Terra, estão comprimidos em órbitas muito próximas da sua estrela.

 

Este sistema com cinco planetas ter-se-á formado há 11,2 mil milhões de anos, ou seja, quando o Universo tinha um quinto dos actuais 13,8 mil milhões de anos de idade. Isto significa que, quando o Planeta Terra se formou, os cinco planetas deste sistema 2,5 vezes mais antigo do que o nosso Sistema Solar, já eram mais velhos do que a idade actual da Terra, o que faz com que este seja o mais antigo sistema estelar conhecido a albergar planetas do tipo terrestre.

 

Para além do português Tiago Campante, que liderou o estudo, esta equipa internacional contou ainda com os portugueses Nuno Santos e Sérgio Sousa, e o arménio Vardan Adibekyan, do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço.

27
Jan15

VISITA GUIADA - Sinagoga de Tomar

A história portuguesa da perseguição aos judeus, a partir do início do séc. XVI, é muito mais complexa do que parece à primeira vista. A verdade é que Portugal foi, durante séculos, o oásis europeu da coabitação pacífica entre cristãos, muçulmanos e judeus. A Sinagoga de Tomar, fundada em meados do séc. XV, bem no centro da cidade, é o pretexto para uma revisão da relação de Portugal com os judeus.

 

27
Jan15

LETRAS LUSAS: "AUSCHWITZ - Um Dia de Cada Vez", de Esther Mucznik

 

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Sinopse: «Um companheiro de Auschwitz pergunta a Primo Levi por que motivo já não se preocupa com a higiene. Ele responde simplesmente: "Para quê, se daqui a meia hora estarei de novo a trabalhar com sacos de carvão?” É desse companheiro que recebe a primeira e talvez principal lição de sobrevivência: "Lavarmo-nos é reagir, é não deixar que nos reduzam a animais; é lutar para viver, para poder contar, para testemunhar; é manter a última faculdade do ser humano: a faculdade de negar o nosso consentimento”.» A capacidade de sobrevivência do ser humano é notável e, por mais terrível que fosse a existência em Auschwitz, todos os dias se lutava para sobreviver apesar de a morte estar ao virar de cada esquina. O campo de concentração de Auschwitz é sinónimo do mal absoluto preconizado pelo nazismo. Foi ali que judeus e ciganos serviram de cobaias às diabólicas experiências médicas, que acima de um milhão de seres humanos foram gaseados e que mais de 200 mil homens, mulheres e crianças morreram de fome, frio e doença, de exaustão e brutalidade, ou simplesmente de solidão e desesperança. No entanto muitos presos resistiam à total desumanização esforçando-se por manter alguma dignidade. Cuidar da higiene, ler, escrever, desenhar, ajudar alguém a sobreviver ou até a morrer eram actos que atribuíam condição humana a quem parecia ter desistido de viver. Esther Mucznik, autora dos livros Grácia Nasi e Portugueses no Holocausto, dá-nos a conhecer o dia-a-dia de Auschwitz através das vozes daqueles que ali acabaram por perecer e dos seus carrascos, do insuportável silêncio das crianças massacradas, das mulheres e homens violentados em bárbaras experiências médicas, mas também através dos relatos daqueles que sobreviveram para contar e manter viva a memória do horror da máquina de morte nazi. Para que ninguém possa alguma vez esquecer.

 

 

 


Esther Mucznik, filha de pais polacos, nasceu em Lisboa, viveu em Israel e em Paris onde estudou, respectivamente, Língua e Cultura Hebraicas e Sociologia na Sorbonne. É vice-presidente da Comunidade Israelita de Lisboa (CIL) e fundadora, em 1994, da Associação Portuguesa de Estudos Judaicos. É presidente e fundadora da Memoshoá – Associação Memória e Ensino do Holocausto –, co-fundadora do Fórum Abraâmico de Portugal para o diálogo inter-religioso e membro da Comissão Nacional de Liberdade Religiosa. Foi colunista do jornal Público de 2002 a 2011. Estudiosa das questões judaicas, tem coordenado cursos e seminários sobre história e cultura judaica, liberdade religiosa e diálogo inter-religioso, Israel e o Médio Oriente, e publicado numerosos trabalhos sobre estas temáticas, entre os quais Grácia Nasi - A judia portuguesa do século XVI que desafiou o seu próprio destino (2010) e Portugueses no Holocausto - Histórias das vítimas dos campos de concentração, dos cônsules que salvaram vidas e dos resistentes que lutaram contra o nazismo (2012).

26
Jan15

VISITA GUIADA - Figuras de africanos nas igrejas do centro histórico de Faro

Quatro igrejas do centro histórico de Faro testemunham, através de uma surpreendente iconografia, o processo (atípico) de assimilação dos escravos que se deu no Algarve a partir do séc. XVI. Em meados do séc. XVI viviam, em Faro, 500 escravos da África subsariana para pouco mais de dois mil cidadãos livres. Em poucas décadas, todos tiveram carta de alforria. A assimilação desta população pelos autóctones está testemunhada nas imagens das igrejas mais antigas de Faro.

 

26
Jan15

ESTREIA TV: Grande Valsa (RTP2 - 23h45)

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Apresentada por André Cunha Leal, esta série de programas destina-se a promover os jovens instrumentistas da música erudita, num ambiente informal e em espaços "improváveis". Ao mesmo tempo que apreciaremos a qualidade dos jovens intérpretes não deixaremos também de ver consagrados intérpretes e autores e de conhecer o que se edita em Portugal e no estrangeiro. Entre a música haverá pequenos espaços de conversa destinados a contextualizar os temas e a conhecer as carreiras e vivências de intérpretes e autores.

 

Segundas-feiras, às 23h45, na RTP2.

25
Jan15

Mário Jacques (1939 - 2015)

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Faleceu hoje, aos 75 anos, o actor Mário Jacques.

 

Natural do Porto, onde nasceu em 1939, estreou-se como actor em 1960, no Teatro Experimental do Porto. Com uma bolsa da Fundação Gulbenkian, estudou na Escola Dramática de Estrasburgo e na Escola de Arte Dramática Charles Dullin, em Paris. Estagiou com Roger Planchon, no Teatro da Cidade de Villeurbanne, e com Georges Wilson, no Teatro Nacional Popular.

 

Quando regressou a Portugal, ingressou na Companhia Rey Colaço-Robles Monteiro, sedeada no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa. Em 1970, fundou o grupo de teatro independente Os Bonecreiros e, em 1982, foi para Moscovo estudar no Instituto de Arte Dramática Lunatcharski e no Teatro Mayakovski.

 

Em 1990, recebeu o Prémio de Interpretação Masculina Palmira Bastos/António Silva, da Câmara Municipal de Lisboa, pela sua interpretação na peça "Quem tem medo de Virginia Woolf?".

 

Com uma carreira fortemente ligada ao teatro, Mário Jacques participou também em várias produções de cinema e televisão. No cinema, o último filme em que participou foi "Duas Mulheres" (2009). Na televisão, o seu último trabalho foi na telenovela "Mulheres", em exibição na TVI.

24
Jan15

CINE TV: Sei Lá (TVCine 1/ domingo, 25 - 21h30)

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Ano: 2014

Realização: Joaquim Leitão

Argumento: Margarida Rebelo Pinto (adaptação do romance "Sei Lá" de Margarida Rebelo Pinto)

 

Elenco: Leonor Seixas, Ana Rita Clara, Patrícia Bull, Gabriela Barros, António Pedro Cerdeira, David Mora (Espanha), Rita Pereira, Pedro Granger, Renato Godinho, Paula Lobo Antunes, João Baptista, Tina Barbosa, Tiago Costa, Filipe Crawford, Duarte Grilo, Lourenço Henriques, Rui Unas, Afonso Vilela, Nuno Reis, Carlos Saltão, Tino Navarro

 

Sinopse: Madalena é subitamente abandonada pelo amor da sua vida, um misterioso espanhol chamado Ricardo. Apoiada pelas suas melhores amigas, Mariana, Catarina e Luísa, tenta reconstruir a sua vida e conhece Francisco que tudo faz para que ela esqueça Ricardo. Mas as coisas complicam-se quando Ricardo reaparece… "Sei Lá" é um retrato das mulheres de trinta anos – dos seus sonhos, medos, dúvidas, ambições, fraquezas e preconceitos – na perspectiva de Madalena, que descobre que as pessoas raramente são aquilo que aparentam.

 

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