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alma-lusa

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03
Jan14

FILMES TVI - Regra de Três (TVI - 24h00)

 

Argumento: Eduardo Gaspar

Realização: Nuno Franco

Elenco: Rui Unas, Diana Nicolau, Catarina Gouveia, Pedro Giestas, Renato Godinho, Catarina Siqueira

 

Sinopse: "Regra de Três" é a história de um homem (Rogério) que mantém um relacionamento bígamo com duas mulheres (Carla e Cristina). Com o  passar do tempo, Rogério começa a baralhar-se com as histórias que inventa para cada uma delas. Já não discerne para qual das mulheres disse ser um empresário influente, com qual delas prometeu casar-se, as datas dos aniversários… na sua cabeça reina a confusão geral. Para tentar livrar-se desta situação, pede ajuda a um primo, Pedro, que sugere a Rogério que faça uma tabela, com uma precisão matemática, dos gostos e maneira de ser de cada uma das mulheres. Dessa forma, vai deixar de confundir os dois relacionamentos. Porém, nada disto resulta e o inusitado acaba por acontecer: as mulheres descobrem o jogo duplo de Rogério e a vingança não tardará a acontecer.

 

 

02
Jan14

APOSTAS 2014 - João Melo Costa (moda)

 

(a escolha do designer de moda Luís Buchinho)

 

 

Há 24 anos a ditar as tendências de moda cá e lá fora, o veterano Luís Buchinho não precisou de pensar muito para eleger um ex-estagiário que, acredita, não passará despercebido em 2014. «Acho que o João Melo Costa vai sobressair, porque tem uma visão particular sobre o seu próprio conceito e identidade. Imprime às suas peças um estilo gráfico muito contemporâneo, numa onda descontraída. E tem uma mais-valia, fundamental num designer de moda nos dias que correm, que é aliar bem o conceptual e o comercial.» De facto, se há preocupação que acompanha João Melo Costa durante o processo de criação é essa: fazer roupas que as pessoas usem no dia-a-dia, sem sacrificar a liberdade de criar. E os resultados não se têm feito esperar. Com 23 anos e apenas dois de experiência, obra feita não falta a este miúdo de Valongo. Já pôs cá fora cinco colecções de roupa para mulher, das quais destaca as «três mais importantes»: StressLook, Mo(u)rning e Welcome Back.

 

Porque para este estilista a moda não deve ser passiva, todas as colecções têm uma mensagem subliminar. Com a primeira recriou o stress que toma conta do criador quando está a criar: «Era importante transmitir logo no primeiro conjunto o momento em que a ideia surge e explode. Por isso utilizei vivos estampados para materializar esses momentos luminosos na vida de um artista.» Na segunda colecção retratou o luto com alusões ao mar, aos pescadores, à perda de alguém no mar: «Tinha que ver com a relação de quem espera, de quem fica em terra e de quem parte para a faina e não volta. Usei cores escuras.» Na terceira, apresentada em Londres há três meses, voltou às cores alegres para «celebrar a vida e o regresso de alguém que partiu». Em nenhuma destas colecções há uma peça parecida com a primeira que desenhou aos 15 anos: «É natural. O meu estilo evoluiu. Era um vestido azul às bolinhas para a minha irmã levar a uma festa. Não sei bem onde pus o desenho, era mesmo giro.» A irmã acabou por recorrer ao pronto-a-vestir, mas o vestido que João desenhou para ela foi o início de uma paixão que culminou no momento de escolher uma profissão: «Depois do ensino secundário, decidi tirar o curso de Moda no CITEX. Ainda andei três meses em Belas-Artes, mas a moda fazia mais sentido para mim.»

 

E as mulheres parecem estar a acolher bem o estilo arrojado de João. «Não tenho a veleidade de competir com a Zara (ri-se). Sempre tive consciência de que as primeiras colecções eram para me posicionar. Queria perceber primeiro quem é o meu público-alvo.» E percebeu: «A mulher moderna que não tem medo de arriscar e que está atenta ao que se passa na moda.»

 

(retirado do artigo "14 Apostas para 2014" publicado na edição nº 1127 da revista Notícias Magazine)

 

 

 

02
Jan14

TV: O Triunfo do Espírito (RTP1 - 22h45)

RTP Inf - O Triunfo do Espírito

 

Quando Portugal caminhava para a sua Fundação, o Movimento Beneditino marcava o rosto humano da Europa.

 

O serviço público de televisão leva até si a herança cultural que está na origem da União Europeia e do modelo social europeu. De Subiaco e Montecassino à Europa do nosso tempo. Os sucessos e os fracassos. A Guerra e a Paz. A dignidade e o privilégio de ser europeu.

 

Um documentário de Fátima Campos Ferreira

01
Jan14

APOSTAS 2014 - Susana Moreira Marques (literatura)

 

(escolha de Carlos Vaz Marques, jornalista, director da revista literária Granta e editor da Tinta-da-China)

 

 

Susana Moreira Marques estreou-se na literatura em 2012, e pôs-se logo a escrever sobre a morte. «Era um tema que me fascinava, mas eu sabia que era fácil cair na lamechice. Ou então o contrário, uma escrita tão científica e técnica que se tornaria grotesca, quando o assunto tinha uma tão grande dimensão espiritual.» Nas palavras de Carlos Vaz Marques, que a elegeu como o nome a ter em conta na área da literatura em 2014, Susana conseguiu uma escrita «contida, sem uma única palavra a mais». O que é que torna tudo diferente? Agora e Na Hora da Nossa Morte não era um livro de ficção.

 

A aposta literária para 2014 não diz que não venha um dia a escrever romances, mas não já. «A realidade tem uma força que a ficção não tem. Quando vemos um filme e, no fim, percebemos que a história que nos contaram é verídica, há um impacto completamente diferente.» Susana, que é jornalista freelancer, tem um novo projecto literário em mãos. Uma memória oral do país, através das histórias de figuras como um resistente antifascista, um pescador da Nazaré, um agricultor ou um contrabandista. «No Verão fiz uma série de artigos para o Público que contava a história do país através de histórias de vida. É incrível o material que recolhi, são incríveis as histórias que estão por contar neste país.»

 

Susana Moreira Marques tem 37 anos, passou cinco em Inglaterra como correspondente do jornal Público e no serviço em português para África da BBC. «O mundo anglo-saxónico cuida melhor da sua história, referencia constantemente o passado e actualiza-o para o presente. Em Portugal não tratamos nada bem a nossa memória.» No quotidiano português, quantas vezes nos lembramos de que ainda há quarenta anos vivíamos em ditadura, estávamos em guerra ou que recebemos de um dia para o outro centenas de milhares de refugiados de África?

 

Um livro de não-ficção não precisa de ser escrito como um artigo jornalístico. Nem como um ensaio. Pode ser escrito como um romance e foi isso que Susana fez com a sua obra de estreia - e isso nem sequer impediu que no livro também fossem publicadas fotografias de André Cepeda. E a autora usa a primeira pessoa, coisa rara em trabalhos de não-ficção. «Expomos tanto a vida dos outros que é quase uma falta de respeito não nos expormos também. No jornalismo aprendemos a retirar-nos da cena, porque isso é o mais honesto. Mas às vezes o mais honesto é assumirmos que estivemos lá.»

 

(retirado do artigo "14 Apostas para 2014" publicado na edição nº 1127 da revista Notícias Magazine)

 

 

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