Documentário sobre o compositor Alain Oulman, realizado pelo filho, Nicholas Oulman. É uma bela obra sobre a vida fascinante do compositor que foi tão importante na obra de Amália. É um documentário sobre o fado e sobre Amália e ainda um revelador documento sobre a vida portuguesa durante o Estado Novo. “Com que voz” teve, em 2009, o grande prémio no Festival Internacional de Documentário de Lisboa.
O ultramaratonista português Carlos Sá terminou a 28ª edição da Maratona das Areias em 7º lugar, com um tempo final de 21h20'52. Com este resultado, Carlos Sá alcançou, pela terceira vez consecutiva, um lugar no top 10 da classificação geral, depois do 8º lugar na sua estreia, em 2011, e do 4º lugar, em 2012.
A Maratona das Areias realiza-se anualmente no sul de Marrocos, no deserto do Sahara, com uma extensão total de 250 km, divididos por seis etapas. O vencedor desta edição foi o marroquino Mohamad Ahansal, que conquistou a prova pela 5ª vez, e Carlos Sá foi o terceiro melhor atleta europeu.
Carlos Sá, natural de Barcelos, tornou-se em Janeiro o homem mais rápido do mundo na ascensão ao Aconcagua, na Argentina, o ponto mais alto da América e do hemisfério sul, com 6962 metros de altitude. Para 2013, tem como objectivos participar nas outras duas ultramaratonas mais emblemáticas do mundo: a "Badwater", em meados de Julho, no deserto da Califórnia, e o "Ultra-Trail du Mont-Blanc", no final de Agosto, uma ultramaratona de montanha nos Alpes, que atravessa França, Itália e Suíça.
"O Preço da Ambição" mostra o que as pessoas são capazes de fazer para atingir uma riqueza fácil e rápida. É uma história emocionante passada em Luanda e que revela os golpes daqueles que não medem esforços para alcançar os seus fins. Centrada no dia-a-dia da redacção da revista Divo, um local onde o glamour se mistura com a ambição.
"Windeck - O Preço da Ambição" é uma novela angolana, do canal TPA (Televisão Popular de Angola). A novela contou com a participação de guionistas portugueses e a maioria das cenas de interiores foram gravados em Portugal, nos estúdios da SP Televisão. Do elenco fazem parte 4 actores portugueses (Rui Santos, Marta Faial, Pedro Martins e Solange Hilário) e 2 luso-angolanos (Eric Santos e Ery Costa).
De 2ª a 6ª, na RTP1, às 14h15, a seguir ao "Jornal da Tarde".
Faleceu hoje, aos 77 anos, o antigo realizador e ex-director de programas da RTP1 Luíz Andrade.
Luíz Andrade é um dos nomes mais importantes da história da televisão em Portugal e, nomeadamente, da RTP, estação onde trabalhou durante 46 anos, de 1961 a 2007. Dirigiu alguns dos programas mais emblemáticos da RTP, como "Zip Zip", "A Visita da Cornélia", "Jogos sem Fronteiras", "Sabadabadu" ou várias edições do Festival RTP da Canção, entre outros.
Começou por ser cantor de ópera, profissão que exerceu durante 8 anos e que o fez viajar por todo o mundo, e, pouco tempo depois de ter regressado a Lisboa, recebeu o convite para ir trabalhar para a RTP. A colaboração com a RTP terminou em 2007, ano em que coordenou as comemorações do 50º aniversário da estação pública. Em 2008, foi agraciado com a Ordem de Mérito atribuída pelo Presidente da República.
Luíz Andrade era pai da apresentadora Serenella Andrade, de Hugo Andrade, actual director de programas da RTP1, e de Ricardo Andrade, também profissional da RTP.
A RTP, e a televisão portuguesa, perdem hoje um dos seus profissionais mais emblemáticos e respeitados, a quem Nuno Santos, adjunto de Luíz Andrade entre 2002 e 2005 e que lhe sucedeu como director de programas em 2005, chamou "príncipe da televisão".
Sinopse: Num restaurante em Lisboa trabalha Zé Nuno, um ajudante de cozinha bastante romântico e peculiar, que emprega no seu trabalho o maior e mais importante ingrediente, o amor. Apesar de ser um profissional dedicado, Zé Nuno não conseguiu separar o profissionalismo do apelo do coração. Vanda, uma cliente regular do restaurante, incendiou a paixão em Zé Nuno. Mas, entre a sala de um restaurante e a cozinha, vai um mundo de distância, e, para um ajudante de cozinha, é impossível contrariar essa distância. Zé Nuno vai empregar todos os seus dotes culinários para fidelizar Vanda ao restaurante, fazer-se notar sem levantar suspeitas com os colegas e conquistá-la.
Carlos Sá, ultramaratonista português, partiu esta sexta-feira, dia 5 de Abril, para Marrocos, para participar na Maratona das Areias, uma das provas mais duras do Mundo.
O atleta português não esconde o desejo de vencer esta prova, isto depois de, no ano passado, ter terminado no quarto lugar e de ter sido o melhor atleta não africano. Esta prova, que se realiza todos os anos em Marrocos, tem início no próximo domingo, dia 7 de Abril, e conta com uma distância de 250 quilómetros, que serão divididos por seis etapas.
"É lógico que gostava de vencer, mas a realidade é que é difícil um atleta europeu, ou melhor, não africano, ganhar porque os africanos, além de serem excelentes atletas, conhecem o terreno como ninguém e estão habituados ao calor", começou por dizer o ultramaratonista português às notícias desportivas .
Apesar da sua vontade de vencer uma das provas mais duras do mundo, Carlos Sá sabe que será muito difícil isso acontecer. No entanto, o atleta português, que só vai ter um dia para se adaptar às condições do deserto, prometeu que irá fazer tudo o que estiver ao seu alcance para cumprir o seu objectivo. "É uma prova muito longa, o corpo reage de maneira diferente a cada dia. Prognósticos só mesmo no fim. Estar entre os 10 melhores do mundo já seria muito bom para mim e para o desporto português."
Esta será a sua terceira participação na Maratona das Areias, que já conta com 28 edições. Para se preparar para esta prova, Carlos Sá realizou treinos bidiários, de cerca de 30 quilómetros, tendo juntado ainda um treino específico para se preparar para os oito quilos que tem de levar às costas, desde o início ao fim da prova. "Nas outras provas basta levar hidratação e comida entre postos de abastecimentos, no máximo transportaria um quilo e pouco".
O atleta de 39 anos referiu anda que o desafio tem mais de capacidade mental do que capacidade física: "Temos de estar no máximo das nossas capacidades físicas, mas é um trabalho mental muito forte. Temos de querer muito fazer isto, gostar muito de fazer isto, sofrer muito".
Por último, o ultramaratonista português adiantou ainda que este ano tem mais duas ultramaratonas previstas. "Este ano quero participar nas três mais emblemáticas [ultramaratonas] do mundo, que são esta, depois, em meados de Julho, a Badwater, que são 220 quilómetros 'non stop', no deserto da Califórnia, e depois, no final de Agosto, em ambiente de montanha, o Trail do Mont Blanc, 180 quilómetros à volta do maciço do Mont Blanc. São desafios tremendos", concluiu.