Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2017

vulcão capelinhos.jpg

 

Na madrugada do dia 27 de Setembro de 1957, após dias com a terra a tremer continuamente, o vulcão dos Capelinhos, na ilha açoriana do Faial, despertava. O mar entrava em ebulição e, assim, começavam 13 meses de actividade.

 

O vulcão dos Capelinhos permanece uma jóia da vulcanologia por ser o único no mundo a ser fotografado, filmado, observado, estudado e interpretado desde o início até ao seu adormecimento. No entanto, este fenómeno natural teve um impacto brutal na vida da população. Dos cerca de 25 mil habitantes que existiam em 1957, mais de metade emigrou para os Estados Unidos e para o Canadá, mas para muitos foi o virar de uma página de vida dura e pouco auspiciosa.

 

As imagens de arquivo existentes são impressionantes. Nos muitos minutos de película arquivada, aparecem dezenas de pessoas. Entre elas, uma criança que seguia sozinha com uma trouxa à cabeça. Passados 60 anos, o Perdidos e Achados foi descobrir Maria Lúcia Faria e outras pessoas que testemunharam a erupção dos Capelinhos.

 

O vulcão continua a ser estudado e monitorizado e é ainda um verdadeiro ex-líbris dos Açores, não apenas pela impressionante paisagem de contornos lunares como pela importância do Centro de Interpretação ali construído.

 

Não perca a reportagem no próximo sábado, no Jornal da Noite da SIC, com início às 20h00.

 


publicado por Alma Lusa às 18:40
Janeiro 2017
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
14

15
21

22

29


pesquisar neste blog
 
blogs SAPO