Terça-feira, 16 de Maio de 2017

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Editora: D. Quixote

 

Sinopse: O Pianista de Hotel transporta-nos numa melodia. 


É uma entrada para um mundo regido pela linguagem da música, pela sua força e beleza, presentes no ritmo de cada frase, de cada parágrafo rigorosamente medido. Livro em camadas, nele se cruzam diversos planos, diversas histórias perpassadas pelo poder redentor da música que entra e rasga, a solidão, a dor e o vazio das pessoas que habitam nestas páginas. Com um vasto subtexto, a densidade das personagens está carregada de mistérios que nos prendem a sucessivas interrogações.

Há um pouco de nós em todas elas.
Há muito de nós neste mergulho ao mais fundo da alma humana.
É um romance que se lê e ouve, que mantém todos os sentidos alerta. Uma pauta musical, com andamentos diversos, que acabam por se cruzar numa vertigem imprevisível de autêntico thriller psicológico.

E, depois, há o pianista…

 

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Rodrigo Guedes de Carvalho nasceu em 1963, no Porto. Recebeu o Prémio Especial do Júri do Festival Internacional FIGRA, em França, com uma Grande Reportagem sobre urgências hospitalares (1997). É um dos rostos mais conhecidos da informação em Portugal. Estreou-se na ficção com o romance Daqui a nada (1992), vencedor do Prémio Jovens Talentos da ONU. Seguiram-se-lhe A Casa Quieta (2005), Mulher em Branco (2006) e Canário (2007). Elogiado pela crítica, foi considerado uma das vozes mais importantes da nova literatura portuguesa. É ainda autor dos argumentos cinematográficos de Coisa Ruim (2006) e Entre os Dedos (2009), e da peça de teatro Os pés no arame (estreada em 2002, com nova encenação em 2016). Regressa ao romance com O Pianista de Hotel (2017).



publicado por Alma Lusa às 16:07

 

O documentário "Luz Obscura", da realizadora portuguesa Susana de Sousa Dias, foi distinguido com a Menção Especial do Júri da Competição Internacional de Longas-Metragens da DocumentaMadrid, festival de cinema documental da capital espanhola.

 

"Luz Obscura" foi feito a partir dos arquivos da PIDE, a polícia política do Estado Novo. No documentário, a realizadora mostra fotografias de cadastros de presos políticos, em que estes aparecem acompanhados da família, e foca-se, em particular, na família de Octávio Pato, militante e dirigente comunista que faleceu em 1999. 

 

Este documentário vem no seguimento de outros que a realizadora tem feito sobre a ditadura portuguesa, como "48" (2010), "Natureza Morta" (2005) e "Processo-crime 141/53 - Enfermeiras no Estado Novo" (2000). 

 



publicado por Alma Lusa às 11:32
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