Segunda-feira, 01 de Maio de 2017

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Editora: Guerra & Paz

 

Sinopse: O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016?


Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade e, no Verão de 2016, foram Campeões da Europa de Futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à História de Portugal.


Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa História. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.

 

 

Elizabete Agostinho nasceu em Paris, onde viveu até aos 18 anos, mas o desejo de voar pelas suas próprias asas trouxe-a até Coimbra, para tirar o curso de Jornalismo. Apesar de ter passado por Liverpool e Barcelona, foi em Portugal que decidiu viver, o sítio onde reencontrou as suas raízes. É jornalista, tradutora e escritora. É autora do livro Feliz Divórcio – Manual de Instruções e da biografia Nascemos para ser Felizes – A Vida de Emanuel Contada pelo Próprio, editados pela Guerra & Paz. Coordenou ainda a colectânea As Grandes Cartas de Amor, publicada também em Espanha. Sempre sentiu necessidade de contar histórias, por isso enveredou pelo Jornalismo, e o livro Os Dias em que Portugal foi Feliz é mais uma prova de que a realidade é frequentemente ainda mais entusiasmante que a ficção.

 



publicado por Alma Lusa às 16:13

 

E, pelo segundo ano consecutivo, o Óquei Clube de Barcelos é o vencedor da Taça CERS.

 

Depois de, em 2016, ter vencido o troféu, na final four disputada em Barcelos, o clube minhoto voltou a repetir a proeza. A final four da edição 2016/17 realizou-se em Viareggio, Itália, e juntou as quatro melhores equipas europeias da competição: Óquei de Barcelos, Caldes (Espanha), Sarzana (Itália), além da equipa da casa, Viareggio.

 

No sábado, o Óquei de Barcelos disputou a meia-final frente ao Sarzana e ganhou por 3-1. Este domingo, disputou a final com o Viareggio e levou de vencida a equipa italiana por 4-2. Os golos portugueses foram marcados por João Guimarães, Hugo Costa, Rúben Sousa e Vieirinha.

 

Esta é a terceira vez que o Óquei de Barcelos vence esta competição, depois dos triunfos em 1995 e 2016. A equipa portuguesa iguala em número de triunfos os espanhóis do Liceo de Corunha e os italianos do Novara e passa a integrar o lote das equipas com mais vitórias nesta competição, reflectindo assim o domínio de Portugal, Espanha e Itália no hóquei em patins europeu. 

 

Além do Óquei de Barcelos, agora com três vitórias, já houve outras vitórias lusas na Taça CERS: FC Porto (2), Benfica (2), Sporting (2), Paço de Arcos (1), GD Sesimbra (1), Oliveirense (1), Gulpilhares (1), Candelária (1) e HC Braga (1). 

 

Com mais esta vitória do Óquei de Barcelos, continua o momento de ouro do hóquei em patins nacional. A dupla vitória do clube minhoto na Taça CERS vem juntar-se à conquista da Liga Europeia e da Taça Continental, em 2016, pelo Benfica (ambas as finais foram com equipas portuguesas) e a conquista, pela Selecção Nacional, do Campeonato Europeu de Hóquei em Patins 2016. Em 2016, as principais provas de clubes e de selecções em hóquei em patins foram vencidas por Portugal.

 

PARABÉNS, ÓQUEI DE BARCELOS!!! 



publicado por Alma Lusa às 15:33

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Autoria: Gonçalo Pereira ( c/ Pedro Lopes, Ana Casaca, Catarina Bizarro, João Félix, Pedro Cavaleiro, Mafalda Ferreira, Marta Pais Lopes, Andreia Vicente Martins, Manuel Mora Marques)

Realização: Hugo Xavier (c/ Duarte Teixeira, Diego Schliemann, Catarina Gama Pereira)

Produção: SP Televisão

Locais gravações: Ílhavo, Aveiro, Açores, Islândia

Tema Genérico: "O Meu Lugar" (Amor Electro)

 

Elenco Principal: Mariana Pacheco, Vítor Silva Costa, Luísa Cruz, Sílvia Filipe, Renato Godinho, Marcantónio del Carlo, Lúcia Moniz, Lídia Franco, Alexandre de Sousa, Ricardo Carriço, Cristina Homem de Mello, Marina Mota, João Cabral, Luís Gaspar, Luciana Abreu, Filipe Vargas, Inês Curado, Liliana Santos, António Cordeiro, Ana Nave, João Ricardo, Susana Cacela, Valéria Carvalho, Pedro Lacerda, Carla Chambel, Diogo Martins, Amélia Videira, Rui Neto, João Mota, José Condessa, Carolina Torres, Gonçalo Norton de Matos, António Maria, Diana Lara, Maria Arrais, Diogo Nobre

 

Elenco Adicional: António Machado, Fernando Fernandes, João Bicho, Figueira Cid, Filipe Crawford, João Didelet, Joaquim Guerreiro, Mauro Hermínio, Márcia Leal, José Mateus, Carlos Oliveira, Inês Patrício, Pedro Pernas, Elisabete Piecho, Hugo Costa Ramos, Carlos Almeida Ribeiro, Elsa Valentim, Gustavo Vicente, Ana Videira

 

Sinopse: Uma novela centrada na luta de uma mulher a quem roubaram tudo e que tenta descobrir a família desaparecida e ficar com o único homem que pode amar.

 

Rita (Mariana Pacheco) é uma mulher que se sente sozinha no mundo e que procura a mãe e o irmão, desaparecidos há vinte anos, depois de o seu pai ter sido assassinado em circunstâncias pouco claras. A mãe, Luísa (Cristina Homem de Mello), profundamente perturbada e que sabe quem cometeu o crime, fugiu logo a seguir, levando consigo o filho ainda bebé, Kiko (António Maria), e nunca mais deu notícias.

 

Aos 24 anos, Rita sabe finalmente os nomes dos seus pais, através do dossiê do centro que a acolheu em criança. Nesse momento decide abandonar a Marinha, onde faz carreira, e transforma a busca pela família na missão da sua vida. Nesse mesmo dia apresenta-se na Faina Norte, a empresa que pertencera ao seu pai. É ali que começa a busca. Mas Rita não imagina que está a pôr-se nas mãos das pessoas que assassinaram o seu pai.

 

Sara (Luísa Cruz) e Fernando (Marcantónio del Carlo) estão casados e à frente da Faina Norte. Quando Rita chega, é ameaçada a harmonia em que viviam. Apaixonados desde adolescentes, foram eles que planearam e executaram o crime, há vinte anos, com o objectivo de ficarem juntos. Mas o plano não correu exactamente como era esperado. O marido de Sara, Nuno (Ricardo Carriço), acabou por não morrer e houve uma vítima colateral que foi Álvaro (João Cabral), o seu sócio. Tudo o que Sara mais preza – os filhos e a empresa – passa a estar em risco. Por isso, está decidida a impedir Rita de chegar à mãe e de saber a verdade acerca da morte do pai. Mas, apesar dos esforços de Sara, Rita revela-se um perigo muito real. Hoje, a mãe de Rita trabalha numa plantação de chá nos Açores, em São Miguel. Foi ali que Luísa se escondeu, sob falsa identidade, acreditando que nunca mais teria de se confrontar com o pesadelo que deixara para trás. Só que, afinal, encontra-se muito mais próxima do homem que matou o seu marido do que alguma vez imaginara.

 

Há vinte anos, Fernando estava para se casar com Carmo (Lúcia Moniz), filha dos donos da plantação de chá, mas este abandonou-a no altar, para ficar com Sara. O drama de Carmo marcaria para sempre a família Goulart, uma vez que ela se encontrava grávida de Fernando. E depois de muitas discussões sobre o que fazer com aquela criança, acabam por ser os pais de Carmo a assumir a paternidade do neto. Quando, vinte anos depois, Fernando descobre que tem um filho, e vai atrás dele para o conhecer, Luísa fica novamente em perigo. É nesse momento que Luísa começa a ceder e se dispõe a tentar encontrar a filha, e a enfrentar os pesadelos que a torturam há tantos anos e que a levaram a esconder a terrível verdade de Jaime (Luís Gaspar), o homem com quem vive, e do filho Kiko.

 

Sara quer livrar-se de Rita e tudo faz para que isso aconteça. Rita, que é uma sobrevivente, não se deixa abater e as duas envolvem-se numa guerra cada vez mais dura, que apenas terminará com a destruição de uma delas. Mas esta é uma luta desigual. Rita tem inicialmente apenas a sua força de vontade e um punhado de amigos. Mas um aliado inesperado, Nuno, que regressa secretamente em busca de vingança contra aqueles que tentaram matá-lo, e que depois tudo fizeram para que fosse acusado da morte do sócio e amigo.

 

Nesta caminhada, há mais alguém que entra na vida de Rita. Para desespero de Sara, António (Vítor Silva Costa), o filho mais novo dela e de Nuno, apaixona-se por Rita. É um amor arrebatador, que vai ser posto à prova por Sara, que tudo fará para o impedir, embora em vão. A paixão de Rita e de António vai falar sempre mais alto. Rita, que sempre sonhou ter alguém com quem partilhar a vida, compreende que António é o homem que lhe está destinado, como se os dois tivessem sido feitos um para o outro. Também António se rende à evidência da paixão. A história deles é a de uma ligação inevitável, que começou quando ainda eram crianças e nunca mais terminará.

 

Também o reencontro de mãe e filha é inevitável, mas as duas têm feridas profundas para tratar. Acabarão por perceber que tudo o que passaram foi um pesadelo e que saírem dele só depende de ambas.

 

"Espelho d'Água" é profundamente marcada pelas imagens de mar e de pesca do bacalhau: Ílhavo, Aveiro e Açores são os espaços geográficos em que se movimentam as nossas personagens.

 

Uma novela dramática, de alguém a quem roubaram tudo, mas que encara o futuro com a força e o humor de quem está disposta a lutar até ao fim.

 

A SIC estreia esta noite "Espelho d'Água", a sua nova telenovela, que será exibida entre as novelas "Amor Maior" e "Rainha das Flores", que está nos últimos episódios. De 2ª a sábado, na SIC.

 



publicado por Alma Lusa às 11:17

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Realização: Leonel Vieira

Guião: Tiago R. Santos

Argumento Original (1947): João Bastos, Félix Bermudes, Ernesto Rodrigues

Música: Nuno Malo

 

Elenco: Miguel Guilherme, Sara Matos, Dânia Neto, Manuela Couto, Ana Varela, Aldo Lima, Alexandra Lencastre, José Raposo, André Nunes, Vítor Norte, Manuel Marques, Luís Afonso, David Arcanjo, Welket Bungué, Júlio César, Joaquim Nicolau, Elisabete Piecho, Luís Simões

 

Sinopse: Remake da popular comédia de 1947, realizada por Arthur Duarte, com António Silva, Milú, Maria Eugénia e Laura Alves no elenco principal. Na versão de 2015, realizada por Leonel Vieira, há poucas coisas na vida de Anastácio, um modesto funcionário público, a que ele dá valor: à família, claro, à sua mulher de sempre, Carla, e às duas filhas, Branca e Joana, apesar das constantes dores de cabeça que elas lhe provocam. E, logo a seguir, os Leões de Alcochete, o clube do seu bairro que pode regressar à glória com uma vitória em Barrancos do Inferno, no Alentejo. É um jogo que Anastácio não pode perder. O problema é que Joana espatifou o carro. Miguel, o mecânico que está envolvido com Rosa, a sobrinha, oferece uma solução: há na garagem um táxi que transporta oito pessoas. Agora só precisam de fingir que são ricos para passarem a noite na quinta da família de Eduardo Barata, um amigo de Facebook de Joana. Um plano tão absurdo que tem tudo para funcionar.

 

No feriado do Dia do Trabalhador, a RTP1 volta a exibir a mini-série "O Leão da Estrela".

 

 



publicado por Alma Lusa às 10:07

36º Festival da Canção Infantil da Madeira

 

 

Programa de entretenimento, musical e infantil, que consiste no desfile de 12 músicas, interpretadas por igual número de crianças, com idade limite de 10 anos. 



publicado por Alma Lusa às 09:08
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