Segunda-feira, 24 de Abril de 2017

E AGORA INVADIMOS O QUE ABRIL.jpg

 

Ano: 2016

País: EUA

Realização e Argumento: Michael Moore

Locais Rodagem: Portugal, Itália, França, Alemanha, Eslovénia, Noruega, Finlândia, Tunísia

 

Sinopse: O realizador Michael Moore, vestindo o papel de "invasor", visita uma série de nações europeias e africanas para entender como os EUA poderiam melhorar as suas perspectivas. Quer seja a Itália com as suas generosas férias pagas; França e os seus almoços escolares gourmet; o exemplo das políticas industrialistas da Alemanha; a Noruega e o seu sistema prisional; a despenalização das drogas leves em Portugal;  ou a forte presença feminina no governo e mundo empresarial existente na Islândia - Moore descobre que as soluções para os mais enraizados problemas da América já existem e apenas estão à espera para serem copiadas.

 

Em Portugal, o destaque é dado à nossa política de combate à toxicodependência, em que o consumo de droga é tratado como um problema de saúde e não do ponto de vista criminal. A política portuguesa de descriminalização do consumo de drogas, que já acontece há 15 anos, tem sido um caso de sucesso e de estudo a nível internacional.

 

Para o documentário, o realizador norte-americano esteve na Manifestação do 1º de Maio na Alameda Afonso Henriques, em Lisboa; falou com Arménio Carlos, líder da CGTP, e com alguns dirigentes comunistas; entrevistou um responsável do Instituto da Droga e da Toxicodependência e falou com agentes da PSP. Além disso, ainda provou a nossa gastronomia e ouviu fado. 

 

 



publicado por Alma Lusa às 20:15

Aquele Abril

 

Aquele Abril (11h25, RTP1)

 

A RTP1 volta a transmitir o programa "Aquele Abril", com Mário Soares, no ano em que faleceu um dos maiores nomes da democracia portuguesa. 

 

Um grupo de jovens visita alguns lugares emblemáticos da Revolução (prisão de Caxias, Largo do Carmo, Estação de Stª Apolónia) na companhia de Mário Soares, que lhes vai relatando factos sobre a ditadura e o ambiente que se vivia antes do 25 de Abril de 1974.

 

O Pátio das Cantigas - Minissérie

 

O Pátio das Cantigas (15h20, RTP1)

 

A RTP1 volta a transmitir os dois episódios da mini-série "O Pátio das Cantigas", uma das mais conhecidas comédias do cinema português adaptada à realidade por Leonel Vieira. 

 

"Bom dia, menina Rosa!" é como arranca o "O Pátio das Cantigas", onde mora a linda balconista Rosa e os seus dois pretendentes: Narciso, um guia turístico poliglota que trabalha noite e dia, e Evaristo, dono da mercearia gourmet, pessoa de génio agreste e pai da menina Celeste, aspirante a artista de telenovela. Já não tarda o Santo António, e eis o caso nunca visto das tentações do demónio do pátio do Evaristo. Partindo de uma atmosfera do argumento original de António Lopes Ribeiro, Vasco Santana e Francisco Ribeiro, este é um "Pátio das Cantigas" renovado, numa história contemporânea.

 

 

 

Sociedade Civil - Democracia (15h30, RTP2)

 

Democracia é associada a liberdade, pluralidade, responsabilidade, consenso. Por cá, foi implantada depois da Revolução dos Cravos, mas nem tudo é um mar de rosas. É um regime exigente com os cidadãos e exigente com quem os representa. É sobre democracia o próximo Sociedade Civil.

 

 

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A Voz e os Ouvidos do MFA (21h00, RTP1)

 

Docudrama histórico, de António-Pedro Vasconcelos e Leandro Ferreira, sobre a forma como foi feita a comunicação no 25 de Abril de 1974.

 

Docudrama sobre a aquisição de telefones para o Posto de Comando do Movimento das Forças Armadas (MFA), assim como a montagem de um cabo de transmissões que teria de ser prolongado do Colégio Militar até ao Posto de Comando (PC), instalado na Pontinha. Normalmente, o Movimento dos Capitães, que culminou com o golpe militar do dia 25 de Abril, é comemorado a partir do momento em que os tanques do capitão Salgueiro Maia entram no Terreiro do Paço, deixando na sombra toda a conspiração que, ao longo de muitos meses, tornou possível o sucesso da operação.

 



publicado por Alma Lusa às 19:28

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Esta terça-feira, assinalam-se os 43 anos da Revolução dos Cravos que, a 25 de Abril de 1974, deitou abaixo a ditadura e deu a democracia a Portugal.

 

A Sessão Solene Comemorativa do 43º aniversário do 25 de Abril terá lugar na Assembleia da República, em Lisboa, e será transmitida em directo, a partir das 9h30, na RTP1, RTP3, SIC Notícias e TVI24.



publicado por Alma Lusa às 18:47

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"Operação Condor" é fruto de nove anos de investigação e recolha de imagens do fotógrafo português João Pina e é assumida como um tributo à memória das vítimas desta operação, uma aliança político-militar que vigorou durante o auge da Guerra Fria entre as ditaduras de seis países latino-americanos: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Paraguai e Uruguai.

 

Esta operação militar secreta, instituída em 1975 por estes seis países governados por ditaduras militares de extrema-direita, tinha como missão eliminar a oposição política e resultou no desaparecimento de dezenas de milhares de pessoas, denominados de "subversivos" ou que faziam parte da chamada "ameaça comunista".

 

Durante quase uma década, João Pina viajou atrás das pegadas do horror vivido e captou, através da sua lente, sobreviventes, familiares de vítimas e lugares de reclusão e tortura de uma operação militar que, nos anos setenta do século passado, terá beneficiado da anuência do então secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger, da cumplicidade da CIA e contado com a colaboração de antigos nazis.

 

Complementando a exposição, foi reeditado o livro "Condor" (ed. Tinta-da-China, 2014), num esforço de perpetuar este trabalho para que sobreviva à efemeridade que está associada à natureza de uma mostra temporária.

 

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João Pina nasceu em Lisboa, em 1980. Em 2005 formou-se no International Center of Photography, em Nova Iorque, especializando-se em Fotojornalismo e Fotografia Documental. Começou a trabalhar como fotógrafo aos 18 anos, tendo passado grande parte da última década a trabalhar na América Latina. Em 2007 publicou, em Portugal, o seu primeiro livro de fotografia (em colaboração com Rui Daniel Galiza, autor dos textos), «Por Teu Livre Pensamento», onde relata as histórias de 25 presos políticos portugueses. Este mesmo trabalho serviu de inspiração a uma campanha publicitária da Amnistia Internacional, a qual ganhou, em 2011, o prémio Lion d´Or no Cannes Lions International Festival of Creativity. O seu trabalho, que tem sido publicado por vários órgãos de comunicação de renome mundial, foi galardoado com vários prémios, bolsas e distinções, entre os quais se contam a bolsa Estação Imagem, o prémio Moving Walls, bem como a sua nomeação para finalista do Henri Nannen Award e do Care Award e o Pierre and Alexandra Boulat Grant. Este mês, João Pina recebeu mais um prémio: foi o vencedor do Estação Imagem 2017 com o trabalho "Rio de Janeiro - Preço pelos Eventos Desportivos" que mostra as consequências negativas que a cidade sofreu por ter recebido o Mundial de Futebol 2014 e os Jogos Olímpicos 2016. 

 

 

 



publicado por Alma Lusa às 10:58

Quando a Tropa Mandou na RTP

 

Reportagem do jornalista Jacinto Godinho sobre a importância e o papel da RTP nos acontecimentos políticos portugueses na altura da Revolução de Abril.


A RTP passou de ser uma televisão ao serviço da ditadura para ser uma televisão ao serviço da Revolução. Por ser o órgão de comunicação social mais importante do país foi, nesse período, alvo de uma feroz batalha pelo seu controlo administrativo e pelo controlo da informação. A RTP foi o próprio Período Revolucionário em Curso (PREC).



publicado por Alma Lusa às 10:20

cartas da guerra 2.jpg

 

Ano: 2016

Realização: Ivo M. Ferreira

Argumento: Ivo M. Ferreira e Edgar Medina (baseado no livro "D'Este Viver Aqui Neste Papel Descripto - Cartas da Guerra", de António Lobo Antunes - organização de Maria José e Joana Lobo Antunes)

Director de Fotografia: João Ribeiro

Produção: Sandro Aguilar e Luís Urbano (O Som e a Fúria)

 

Elenco: Miguel Nunes, Margarida Vila-Nova, Ricardo Pereira, João Pedro Vaz, Simão Cayatte, Isac Graça, Francisco Hestnes, João Pedro Mamede, Tiago Aldeia, Orlando Sérgio, David Caracol, Miguel Raposo, Gonçalo Carvalho, Raúl Rosário, Cândido Ferreira, Maria João Abreu, Ian Mucznik, Mitó Mendes, Daniel Seabra, João Arrais, Adriano Pina, Sérgio Sá Cunha, Miguel Lemos, Nicolas Brites, Welket Bungué, Pedro Ferreira, João Veloso, Tiago Araújo, Tiago Manaia, João Soares Reis, Ricardo Alas, João Nunes Monteiro, Rodrigo Cardoso, Nuno Machado, Tirsa Buta, Ricardo Simões, Joaquim Carvalho, Oseias Francisco, Job Neto, Almeida da Nazaré Fonseca, Aurélio Salomanhula, Pamela Santos Duran, Hugo Tourita, Manuel Lando, Judite Lumbai, Joseana Machado, Luciana Mélita, Angélica dos Anjos, José Duarte Costa, Luís Magalhães, João Robalo, Adérito Magno Ndulo, Rui Sá Macedo, João Pinhão, Luzinélia Lima, Ariegas Baptista, Pedro Moreno, Fernando Quarta, Feliciano Tomás, Mundial Jaime, Vagner Dulo, Cecília Cambinda, Mutango Cambinda Tunga, Lucas Kapanja, Cheila Lima, Alexandre Dinis, António Pedro, José Moz Carrapa, Luís Bastos, Joana Faria, Paula Ribeiro, Pedro Linares

 

Sinopse: 1971. António vê a sua vida brutalmente interrompida quando é incorporado no exército português, para servir como médico numa das piores zonas da guerra colonial – o Leste de Angola. Longe de tudo que ama, escreve cartas à mulher à medida que se afunda num cenário de crescente violência. Enquanto percorre diversos aquartelamentos, apaixona-se por África e amadurece politicamente. A seu lado, uma geração desespera pelo regresso. Na incerteza dos acontecimentos de guerra, apenas as cartas o podem fazer sobreviver.

 

 

 



publicado por Alma Lusa às 09:39
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