Quarta-feira, 29 de Março de 2017

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Realização e Argumento: Henrique Oliveira

Produção: HOP! (Henrique Oliveira) e Portocabo (Espanha)

Banda sonora original: Xavier Font (Espanha), Orquestra da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (Porto)

Local filmagens: Vidago Palace Hotel (Vidago, Chaves) e Verín (Galiza, Espanha)

 

Elenco: Mikaela Lupu, Pedro Barroso, David Seijo (Espanha), Anabela Teixeira, Marcantónio del Carlo, Margarida Marinho, João Didelet, Beatriz Barosa, Maria Henrique, Custódia Gallego, Sérgio Praia, Almeno Gonçalves, Cristina Homem de Mello, António Cordeiro, Susana Mendes, Jacob Jan de Graaf (Holanda), Bruno Schiappa, Pedro Roquette Almeida, Carolina Amaral, Hugo Mestre Amaro, Ricardo Trêpa, David Amor (Espanha), Catarina Campos Costa, Fernando da Costa, Sheyla Fariña (Espanha), Eva Fernández (Espanha), Pedro Frias, Ricardo Leite, Mariana Magalhães, Pedro Mendonça, José Mora Ramos, Manuel Tur, Antonio Mourelos (Espanha), David Novas (Espanha), Patrícia Queirós, Sérgio Quintana, Pedro J. Ribeiro, Sílvia Santos, Xosé A. Touriñán (Espanha)

 

Sinopse: Agosto de 1936. O Vidago Palace, um magnífico e luxuoso hotel situado no norte de Portugal perto da fronteira de Espanha, acaba de inaugurar o seu campo de golfe desenhado pelo célebre arquitecto escocês Philip Mackenzie Ross.

 

A combinação de um palácio com tratamentos termais e um campo de golfe de luxo acabaria por colocá-lo entre as estâncias europeias de maior prestígio, atraindo assim uma diversidade de clientes abastados, desde a mais fina aristocracia europeia até à mais robusta burguesia portuguesa. Todos apreciam especialmente as famosas festas nele organizadas e os longos passeios pela floresta envolvente.

 

Mas a Europa está em convulsão. Os ventos de guerra já sopram. Hitler recebe em Berlim a 11ª edição dos Jogos Olímpicos, precisamente nessa primeira quinzena de Agosto, e prepara o terreno para a Segunda Guerra Mundial. A Espanha acaba de mergulhar em plena guerra civil. Em Portugal, Salazar cria a Mocidade Portuguesa. Este é o pano de fundo para uma história repleta de romance, paixão, ódio, traição, mistério e suspense. 

 

A história central é, no entanto, um bela história de amor.
 É a história de Carlota (Mikaela Lupu), filha dos Condes do Vimieiro, nobres mas falidos, que todos os anos passam férias no Vidago Palace. Carlota está noiva de César Augusto (Pedro Barroso), filho de uns riquíssimos, mas sem berço, emigrantes portugueses no Brasil. O casamento está marcado para o dia 15 de Agosto.

 

O problema é que Carlota não ama César Augusto, mas sim Pedro (David Seijo), filho do recepcionista do Vidago Palace que, entretanto, por razões desconhecidas de todos excepto da mãe de Carlota, abandonou Portugal e se encontra a lutar na Guerra Civil de Espanha, ao lado da Frente Popular.

 

Só que o destino faz com que Carlota volte a encontrar Pedro neste Agosto de 1936, em situações dramáticas, e finalmente descubra toda a verdade. A partir daí, tudo é posto em causa…

 

"Vidago Palace", mini-série de 6 episódios, é a primeira co-produção entre a RTP e a TV Galiza, canal de televisão da região espanhola. Como tal, o elenco conta com vários actores galegos. 

 

Quintas, às 21h00, na RTP1.

 

 

 

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O Vidago Palace Hotel situa-se em Vidago, no concelho de Chaves, região de Trás-os-Montes e Alto Douro. Desenhado pelo arquitecto José Ferreira e Costa, foi inaugurado em 1910. Em 1936, o Vidago Palace Hotel passa a dispor de um percurso de golfe de 9 buracos, desenhado pelo célebre arquitecto escocês Philip Mackenzie Ross. A combinação de um palácio com tratamentos termais e um campo de golfe de luxo, acabaria por colocar o Vidago Palace Hotel entre as estâncias europeias de maior prestígio no período da 2ª Guerra Mundial. Nos anos 50 e 60, a fama do Vidago Palace Hotel intensifica-se devido às famosas festas organizadas no hotel. O Vidago Palace Hotel encerrou em 2006 e reabriu em 2010, com uma requalificação de Siza Vieira, cem anos após a sua inauguração.

http://www.vidagopalace.com/pt/

 



publicado por Alma Lusa às 20:49

Quando D. Afonso Henriques chegou a Lisboa já se rezava a Jesus na Mouraria, no lugar da Igreja de São Cristovão. Com raízes muito anteriores à tomada de Lisboa aos mouros, a Igreja de São Cristóvão foi refeita no século XVII e é um dos únicos edifícios da malha medieval da cidade que não ruíram com o terramoto de 1775. A Igreja de São Cristóvão é hoje um dos raros exemplares do Barroco primitivo português e apresenta 37 pinturas atribuídas à mesma oficina, do notável pintor Bento Coelho da Silveira. Paulo Pires do Vale, o nosso guia, curador de arte contemporânea que programou para o espaço desta igreja, descreve-a como uma preciosa jóia. Um segredo bem guardado.

 



publicado por Alma Lusa às 16:31

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A partir da Comédia Nova intitulada convidado de pedra ou D. João Tonorio, o dissoluto de Molière (tradução portuguesa de 1785)

 

Dramaturgia e encenação: Luis Miguel Cintra

Direcção de produção e assistência encenação: Levi Martins

Assistência de produção: Maria Mascarenhas

Ilustração e design gráfico: André Reis

Co-produção: Companhia Mascarenhas-Martins, Teatro Viriato

 

Elenco: André Pardal, Bernardo Souto, Dinis Gomes, Duarte Guimarães, Guilherme Gomes, Joana Manaças, João Reixa, José Manuel Mendes, Leonardo Garibaldi, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Nídia Roque, Rita Cabaço, Rita Durão, Sílvio Vieira, Sofia Marques 

 

Sinopse: Depois de um percurso de 43 anos à frente do Teatro da Cornucópia, Luis Miguel Cintra regressa ao trabalho com um grupo de actores ligados à companhia que entretanto terminou. Ao longo de 2017, o grupo visitará quatro cidades e, em cada uma delas, partilhará com os espectadores as diferentes fases de preparação de um espectáculo. No final, o objectivo consiste em regressar a cada um dos locais para apresentar a sequência total, o que se prevê que aconteça a partir de Janeiro de 2018.

 

Faz parte também do projecto ser partilhado por entidades de importância e natureza muito diferentes. Montijo será a primeira cidade visitada, com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, estando em negociações qual será o segundo local; o terceiro bloco será apresentado em Viseu, no Teatro Viriato (um teatro com larga prática de projectos de criação que aceitou tornar-se co-produtor de Um D. João Português) e o quarto prevê-se que seja em Guimarães.

 

Um D. João Português parte de uma tradução portuguesa anónima da peça de Molière, que se vendeu nas ruas como literatura de cordel. Na versão trabalhada por Luis Miguel Cintra, D. João e Esganarelo surgem como marginais da sociedade, sempre em fuga, quase como num road movie. "Tudo neste espectáculo a que chamei Um D. João Português é imperfeito, ou melhor, inacabado, bastardo, hesitante, incerto", afirma o encenador. Como a vida? Eis a pergunta que assoma inevitavelmente, quando o objectivo é, durante um ano, colocar este grupo em permanente viagem e trabalho, numa busca que Luis Miguel Cintra deseja partilhar com o público: "Queremos que os espectadores sejam cúmplices deste jogo, desta mistura que é igual a como funcionam as nossas cabeças nos seus melhores momentos. Para nós o Teatro é como um campo de treinos do desporto favorito dos seres humanos, aquele que o distingue dos animais: pensar. E aceitar ou não, ser moral e ser feliz."

 



publicado por Alma Lusa às 11:57

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A história de um português na política britânica. Guilherme Rosa é vereador no município londrino de Lambeth.


No dia em que o Reino Unido dá o primeiro passo para deixar a União Europeia, Guilherme Rosa vai à Grande Entrevista com Vítor Gonçalves. 



publicado por Alma Lusa às 11:03

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Ano: 2016

Realização e Argumento: Luís Filipe Rocha

Produção: Luís Galvão Teles (Fado Filmes) e Luz Mágica Produções (Brasil)

Director Fotografia: André Szankowski 

Música: Mário Laginha

Locais rodagem: Açores (Faial e Pico) e Lisboa

 

Elenco: Joana Bárcia, Filipe Duarte, Miguel Borges, Mónica Calle, Manuel de Blas (Espanha), Camilla Amado (Brasil), Ana Risueño (Espanha), Adriano Carvalho, Alex Miranda, David Pereira Bastos

 

Sinopse: "Cinzento e Negro" conta a história de Maria (Joana Bárcia), uma mulher traída pelo companheiro, David (Miguel Borges), quando este lhe rouba um saco de dinheiro e foge, refugiando-se na ilha do Pico. Furiosa e determinada a vingar-se, ela propõe a um inspector da Polícia Judiciária, Lucas (Filipe Duarte), perseguir e encontrar o companheiro. Entretanto, David, numa visita à ilha do Faial, apaixona-se por uma faialense, Marina (Mónica Calle), empregada do mítico bar Peter Café Sport. Maria e Lucas procuram David nos Açores, cruzam-se com Marina no Faial e os três vão descobrir David na sua casa da montanha, no cimo do Pico. Num confronto final, como numa tragédia grega, Maria e David ajustam as contas que o destino lhes traçou.

 

Prémios: Melhor Actor Principal (Miguel Borges), Melhor Banda Sonora Original (Mário Laginha) e Melhor Argumento Original (Luís Filipe Rocha) nos Prémios Sophia 2017

 

Melhor Actor (Filipe Duarte) nos Prémios CinEuphoria 2017

 

Melhor Realizador (Luís Filipe Rocha) e Melhor Actor (Filipe Duarte) nos Prémios Áquila 2016

 

Melhor Longa-Metragem, Melhor Realização (Luís Filipe Rocha), Melhor Argumento (Luís Filipe Rocha), Melhor Actriz Principal (Joana Bárcia) e Melhor Fotografia (André Szankowski) no Festival de Cinema Figueira Film Art 2015

 

Prémio do Público, Melhor Actor (Filipe Duarte) e Melhor Banda Sonora Original (Mário Laginha) nos Caminhos do Cinema Português 2015

 

 

 



publicado por Alma Lusa às 10:14
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