Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2017

 



publicado por Alma Lusa às 15:41

americana rainha portugal.jpg

 

Editora: Manuscrito

 

Sinopse: Quando D. Afonso, príncipe real, saiu do automóvel junto ao Paço Real de Sintra naquele ameno dia 8 de Junho de 1908, Nevada Hayes sentiu um calafrio e foi subitamente acometida por um pressentimento: um dia seria sua mulher. Um dia seria rainha de Portugal.

Nascida nos Estados Unidos, filha de um merceeiro, cedo percebeu que estava destinada a uma vida melhor. E lutou com todas as suas forças para a conseguir. Trabalhou em Washington e Nova Iorque, casou por amor e por interesse, teve um filho que abandonou, viveu em França, Itália, viajou por países exóticos, divorciou-se duas vezes e viu-se envolvida em vários escândalos. O seu nome fez correr tinta na imprensa, nomeadamente quando conseguiu casar com D. Afonso, apesar da recusa e indignação de D. Manuel II, seu irmão e último rei de Portugal, então no exílio em Inglaterra. Tornara-se finalmente duquesa do Porto, princesa de Bragança.

Houve quem a retratasse como uma mulher fria, calculista, mal-educada, mas em A Americana Que Queria Ser Rainha de Portugal, Ana Anjos Mântua conta-nos a sua história para além do rol dos seus incontáveis defeitos. Através de uma investigação cuidada, a autora traz-nos um romance empolgante sobre esta extraordinária mulher, que se transformou ao longo da vida para se tornar uma das figuras mais admiradas e faladas pela imprensa internacional e pela aristocracia europeia da época.

Nevada Hayes morreu a 11 de Janeiro de 1941, viúva do «seu amor» D. Afonso, e depois de ter conseguido reclamar ao Estado Português a herança que considerava sua por direito.

 

 

Ana Anjos Mântua é licenciada em História, variante de História da Arte, e é pós-graduada em Arte, Património e Restauro pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Desde Maio de 2013, é Coordenadora da Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves, em Lisboa. Anteriormente desempenhou funções de investigação e curadoria de exposições no Mosteiro dos Jerónimos/Torre de Belém e Museu Nacional do Azulejo. Em 2004, enquanto Técnica Superior do IPPAR-Instituto do Património Arquitectónico e Arqueológico, desenvolveu um projecto internacional de salvaguarda do património na Ilha de Moçambique. Tem vindo a publicar artigos nas áreas do património e do coleccionismo, nomeadamente «As proveniências da Colecção e o Mercado de Arte em Portugal entre 1925 e 1965», in Coleccionar para a Res Publica, Lisboa, 2010; «O Coleccionismo e o Mercado de Arte em Portugal» (1910-1965), in Dicionário da História da I República e do Republicanismo, Assembleia da Republica, Lisboa, 2014; «As escolhas de um coleccionador», in Museus, Palácios e Mercado de Arte, SRIBE, Lisboa, 2014; «Nevada: a herdeira americana da família real portuguesa», in ARTIS: revista de História da Arte e Ciências do Património. Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2014. N.º 2



publicado por Alma Lusa às 15:33

noite iguana.jpg

 

De: Tennessee Williams (EUA, 1911 - 1983)

Encenação: Jorge Silva Melo 

Tradução: Dulce Fernandes

Cenografia e figurinos: Rita Lopes Alves

 

Interpretação: Nuno Lopes, Maria João Luís, Isabel Muñoz Cardoso, Joana Bárcia, Pedro Carraca, Tiago Matias, João Meireles, Vânia Rodrigues, Pedro Gabriel Marques, Catarina Wallenstein, Américo Silva, João Delgado, Bruno Xavier, Ana Amaral

 

Sinopse: «Há três anos a frequentar os textos de Tennessee Williams. Tantas surpresas. Tão diferentes dos belíssimos filmes que geraram. Quatro produções, muitas cidades visitadas. Livros. Porque voltámos a Tennessee Williams? O que é feito da sua febre?» – Jorge Silva Melo

 
Jorge Silva Melo faz um balanço dos espectáculos que dirigiu, a partir de 2014, com textos de Tennessee Williams: Gata em Telhado de Zinco Quente (2014- 2016), Doce Pássaro da Juventude (2015-20166), Jardim Zoológico de Vidro (2016). E agora, A Noite da Iguana.
 
Uma modesta pensão junto ao mar, na costa do Pacífico. Um ex-pastor no limiar de um colapso nervoso. Uma viúva, Maxine, é quem se ocupa do hotel. E surge uma pintora amadora que tenta vender os seus quadros, enquanto passeia o seu avô moribundo de hotel em hotel, sem dinheiro. E uma iguana presa que se vai soltar naquela noite.
 
Sessão em Língua Gestual Portuguesa: 29 Janeiro (17h30)
 
 
Digressão:
Teatro Nacional de São João, Porto - 9 a 26 Fevereiro
Teatro Aveirense, Aveiro - 4 Março
Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada - 25 e 26 Março
Cine-Teatro Louletano, Loulé - 31 Março
 
 



publicado por Alma Lusa às 15:08

 

Tema Genérico "Haja o que Houver" - Madredeus

 

"Há mais em ti" - Pedro Madeira

 

"When I'm Gone" - Benshee

 

"A Vida Não Chega" - Viviane

 

"Fado do Beijo" - Viviane

 

"Here We Go" - Johan Rodrigues

 

"Porto de Abrigo" - Rogério Charraz

 

"Sempre que o amor nos acontece" - Rogério Charraz c/ Luanda Cozetti

 

"Fado Morno" - Marta Dias

 

"Gave Me Love" - Mimicat

 

"O Amor És Tu" - Nuno Norte

 

"O Mapa do Teu Coração" - Coração Noir

 

"Put Your Love In Me" - Diana Martinez & The Black Mamba

 

"Sem pensar em nada" - Paulo Brissos e os Conselheiros de Estrada



publicado por Alma Lusa às 11:59
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