Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016

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De 29 de Janeiro a 26 de Março, o Museu Municipal de Arte Moderna Abel Manta, em Gouveia, recebe a exposição "Vergílio Ferreira - Os Caminhos da Escrita ou O Fascínio da Arte", inserida no ciclo de actividades comemorativas do centenário do nascimento do escritor Vergílio Ferreira.

 

Vergílio Ferreira nasceu a 28 de Janeiro de 1916, em Melo, no concelho de Gouveia, região da Beira Alta. Organizada pela Câmara de Gouveia, através da Biblioteca Municipal Vergílio Ferreira, em colaboração com a Biblioteca Nacional, esta exposição inspira-se no tempo circular de alguns dos mais relevantes romances do autor e encontra-se arquitectada em seis núcleos ou partes de um romance imaginário que se pretende dar a conhecer aos visitantes.


Os núcleos temáticos estão divididos por vários painéis e têm os seguintes títulos: I) Escrever e Pensar: A Recriação do Mundo; II) Conta-Corrente: Vida e Obra; III) Arte Tempo: A Oficina da Escrita; IV) Do Mundo Original: A Marginalia ou A Escrita em Diálogo; V) Espaço do (In)visível: Os Lugares da Escrita (Melo e a Aldeia Eterna; Coimbra numa Balada; Fundão e Guarda, Disforia e Melancolia; Évora e a Aparição; O Livro de Fontanelas; Da Minha Língua Vê-se O Mar); VI) A Recriação do Mundo: Pensar e Escrever.



publicado por Alma Lusa às 20:58
Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016

RTP1 - Linha da Frente - Em Unhais da Serra

 

Em 1975, Unhais da Serra viveu momentos de grande agitação. O povo revoltou-se contra o domínio de duas famílias. A Quinta da Vargem, a maior propriedade da zona, foi ocupada e a fábrica de lanifícios, dos mesmos donos, também. Anos depois, a fábrica e a quinta voltaram para os antigos proprietários.

40 anos depois, a fábrica continua a ser o maior empregador da terra e a Quinta é agora um turismo rural. O futuro de Unhais da Serra, uma pequena vila no sopé da Serra da Estrela, passa cada vez mais pelo turismo... Um novo hotel construído em 2008 trouxe turistas e novas oportunidades de negócio.

"Em Unhais da Serra", uma grande reportagem da jornalista Berta de Freitas, com imagem de Pedro Carvalhinho e edição de Paula Meira, onde se recupera também reportagens de 1975 do riquíssimo arquivo da RTP. O retrato de uma época e as perspectivas do futuro da pequena vila beirã de Unhais da Serra.

Uma reportagem do programa Linha da Frente, a não perder este sábado, a seguir ao Telejornal, na RTP1.



publicado por Alma Lusa às 20:38
Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2016

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Sinopse: "Padre Motard" é um documentário que mergulha na vida de um homem muito singular. O padre José Fernando tem uma paixão aparentemente incompatível com a sua opção de vida. Ou talvez não...


O gosto pelas motas, o prazer da liberdade no contacto próximo com a estrada e o convívio com a comunidade motard vem de trás na vida do padre José Fernando. Mas foi o cancro que o levou a assumir mais radicalmente a sua condição de motard. Condição que não só não o afastou da Igreja como trouxe à Igreja muitos motards. A vida do padre José Fernando desafia estereótipos e faz com que tenha um estatuto muito especial junto de uma comunidade muitas vezes conotada com um tipo de comportamento... pouco convencional.

 

"Padre Motard" é um documentário realizado em 2010. O padre José Fernando viria a falecer em 2013.

 



publicado por Alma Lusa às 08:49
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016

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Realização: Patrícia Sequeira

Argumento: Filipa Leal 

Director de Fotografia: Renato Falcão

Montagem: Nuno Lopes

Banda Sonora: David Rossi, Paulo Sousa

Local rodagem: Casas do Sal (Alcácer do Sal)

 

Elenco: Ana Nave, Ana Padrão, Fátima Belo, Maria João Luís, Rita Blanco

 

Sinopse: Depois do velório de Marta, as suas cinco melhores amigas vão passar a noite no turismo rural que ela não chegou a inaugurar. Essa longa noite é uma viagem labiríntica pelos caminhos da amizade, na qual cada uma se revela como se fosse o último dia. Na véspera do enterro, fala-se da vida e de uma amizade que sobreviveu a tudo. Mas será esta amizade capaz de sobreviver à morte?

 

 

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Patrícia Sequeira nasceu em Lisboa, em 1973. Realizadora e produtora com um amplo historial de trabalho em televisão, como as séries "Conta-me como foi" ou "Depois do Adeus", duas incursões ao passado de Portugal que tentaram reflectir sobre a história recente do país, ou as telenovelas "Sol de Inverno", "Mar Salgado" e "Laços de Sangue", que lhe valeu um Emmy, entre muitas outras. Está ligada à produtora SP Televisão desde o seu início, em 2007. É realizadora da série "Terapia", actualmente em exibição na RTP1. Assinou também trabalhos de publicidade e vídeos para peças de teatro. Depois de duas curtas-metragens, "Jogo de Damas" é a primeira longa-metragem de Patrícia Sequeira.

 

Filmografia: 

Jogo de Damas (2016)

Inbox (curta-metragem)

O Elevador (curta-metragem, 2004)



publicado por Alma Lusa às 12:16
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016

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País: EUA

Realização: Tom McCarthy

Elenco: Mark Ruffalo, Michael Keaton, Rachel McAdams, Liev Schreiber, John Slattery, Stanley Tucci, Brian d'Arcy James, Joseph Oliveira (Portugal), Richard Pacheco (EUA/Portugal), Eddie Resendes (EUA/Portugal)

 

Sinopse: "O Caso Spotlight" conta a fascinante e verídica história da investigação realizada pelo jornal The Boston Globe, e premiada com o Prémio Pulitzer, que viria a abalar a cidade e causar uma crise numa das instituições mais antigas e credíveis do mundo. Quando a tenaz equipa de repórteres denominada "Spotlight" investiga as alegações de abuso no seio da Igreja Católica, acaba por descobrir décadas de encobrimento aos mais altos níveis das instituições de Boston - religiosas, legais, e mesmo do governo, desencadeando uma onda de revelações por todo o mundo. Realizado por Tom McCarthy, "O Caso Spotlight" é um intenso thriller de investigação, que acompanha os passos de uma das maiores histórias de crimes dos tempos modernos.

 

Um dos jornalistas retratados no filme norte-americano "O Caso Spotlight", nomeado para o Óscar de Melhor Filme, é o lusodescendente Michael Rezendes. Filho de pai português, da ilha açoriana de São Miguel, Michael Rezendes nasceu em Bangor, nos EUA. É o único jornalista da equipa de investigação que deu origem ao filme que se mantém na Spotlight, a divisão de jornalismo de investigação do jornal The Boston Globe. No filme, Michael Rezendes é interpretado pelo actor norte-americano Mark Ruffalo, que está nomeado para o Óscar de Melhor Actor Secundário por este papel.

 

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O actor norte-americano Mark Ruffalo e o jornalista lusodescendente Michael Rezendes 

 

Mas a marca lusa não se fica por aqui neste filme já que no elenco estão 3 actores de origens portuguesas: Joseph Oliveira, Richard Pacheco e Eddie Resendes.

 

José Benjamim Oliveira, de nome artístico Joseph Oliveira, nasceu na ilha de São Miguel, nos Açores, e emigrou na adolescência para os EUA. Começou no teatro com 10 anos, ainda na sua ilha natal, e, ao longo da sua carreira, já participou em vários filmes e séries norte-americanos. No filme "O Caso Spotlight" interpreta um condutor.

 

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Joseph Oliveira 

 

Richard Pacheco nasceu em New Bedford, EUA, filho de pai português e de mãe luso-americana. No filme, Richard Pacheco interpreta um jornalista do The Boston Globe. 

 

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Richard Pacheco

 

Eddie Resendes, que também interpreta um jornalista do The Boston Globe, nasceu em East Providence, EUA, numa família de origem portuguesa.

 

 

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Eddie Resendes

 



publicado por Alma Lusa às 10:24
Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2016

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Autoria: Cátia Aldeagas

Realização: Pedro Clérigo

Produção: Panavídeo

 

Sinopse: Um documentário biográfico sobre o bispo controverso, D. António Ferreira Gomes. A carta, o exílio e a dissidência fazem de D. António Ferreira Gomes uma das maiores figuras da Igreja do século XX.


"Personalidade granítica", "homem capaz de liberdade e construtor de homens livres", "um pastor da Igreja", "uma figura austera", "alguém que resistiu", assim testemunham Carlos Azevedo, Manuel da Silva Martins, Fernando Ferreira Gomes, José Barreto, Irene Pimentel, José Ferreira Gomes, Mário Soares e António Costa Pinto, num documentário biográfico sobre o bispo controverso, D. António Ferreira Gomes.


Nasce no início do século XX na freguesia de Milhundos, Penafiel. António era o quarto de nove filhos de um casal de agricultores abastados. Com uma forte tradição religiosa no seio familiar, não foi de estranhar que com apenas 10 anos fosse enviado para o Seminário. Faz o curso de Teologia no Seminário da Sé e, com 19 anos, rasgou horizontes e foi continuar os estudos no Colégio Pontifício Português em Roma. Firmado no seu imperturbável pensamento, após o regresso dedica-se ao ensino e foi um exigente professor de Filosofia no Seminário de Vilar. Sobressai entre o corpo de docentes pelo seu lado humanizante, apreciado com entusiasmo pelos alunos.


Quando nada o fazia prever, é nomeado Bispo de Portalegre e Castelo Branco, sendo na altura um dos Bispos mais novos em Portugal, e aí a sua vida mudou irremediavelmente, como o próprio diz "o problema foi tornarem-me Bispo". A sua sensibilidade vem desde logo ao de cima com a situação do proletariado alentejano. Pouco tempo depois é nomeado Bispo do Porto. As eleições fraudulentas de 1958 ditaram a história do país e a sua. Escreve o famoso pró-memória (conhecido como Carta a Salazar), documento que antecipa os pontos de discussão de uma entrevista agendada com o ditador. Linhas intermináveis de uma crítica cerrada à miséria social do povo português, ao corporativismo do Estado e à exigência da livre expressão do pensamento e acção política. Terminaram, assim, os tempos de quietude. Controlado e perseguido pela PIDE, acusado de louco, de comunista, de ser "o bispo das oposições" tornou-se, segundo Irene Pimentel, "a figura incómoda para o regime".


Pagou alto o preço dos seus ideais, com dez longos anos de exílio, vividos em condições miseráveis, entre Espanha, Alemanha, Itália e França. Abandonado pelo episcopado português e sempre pressionado a renunciar ao seu cargo de Bispo do Porto, inclusive pelo Papa, conseguiu manter-se fiel até ao fim e nunca renunciou. Com Marcello Caetano no poder, vislumbrou o fim do exílio. Regressou à diocese, como se nunca tivesse saído. Depois do 25 de Abril, foi a figura da Igreja mais identificada com a democracia, por ter sido protagonista de um momento na história que marca uma maior autonomia entre a Igreja Católica e o regime autoritário.


Aceitou livremente a morte com a mesma lucidez com que viveu, "De joelhos diante de Deus, de pé diante dos homens". Até ao fim com a dignidade de estar de pé, de não se vergar perante o poder. D. António Ferreira Gomes (1906-1989), o Bispo ao serviço da liberdade. 

 

 



publicado por Alma Lusa às 08:01
Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016

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Realização: João Botelho

Produção: Filmes do Tejo

Com: João Queiroz, Jorge Queiroz, Pedro Tropa, Francisco Tropa

 

Sinopse: Dois irmãos, João e Jorge Queiroz. Outros dois irmãos, Pedro e Francisco Tropa. Quatro dos mais importantes artistas portugueses contemporâneos. Pintura, desenho, fotografia, escultura. Amigos, cúmplices, diferentes, mas todos obcecados na aventura estranha que é a produção artística neste início do séc. XXI.

 

 

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João Botelho nasceu a 11 de Maio de 1949, em Lamego. Frequentou a Escola de Cinema do Conservatório Nacional e o Curso Superior de Engenharia Mecânica na Universidade de Coimbra. Cineclubista, no Porto e em Coimbra (onde dirigiu o CITAC - Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra). Foi crítico de cinema em várias publicações, como a Gazeta da Semana ou a revista M (de que foi fundador). Inicia-se na realização com 2 curtas-metragens para a RTP e o documentário de longa-metragem "Os Bonecos de Santo Aleixo" para a cooperativa Paz dos Reis. Teve filmes premiados nos festivais de Figueira da Foz, Antuérpia, Rio de Janeiro, Veneza, Berlim, Salsomaggiore, Pesaro, Belfort, Cartagena, etc. Distinguido por duas vezes com o prémio da OCIC, da Casa da Imprensa e dos Sete de Ouro. Todas as longas-metragens tiveram exibição comercial em Portugal, quase todas em França e algumas em Inglaterra, na Alemanha, em Itália, em Espanha e no Japão. Teve retrospectivas integrais em Bergamo (1996), com edição de uma monografia sobre a obra em La Rochelle (1998) e na Cinemateca de Luxemburgo (2002). Distinguido com a Comenda da Ordem do Infante, de Mérito Cultural (2005).

 

Filmografia:

 

Quatro (documentário, 2016)

Nos campos em volta (curta-metragem documental, 2015)

A Arte da Luz tem 20.000 anos (documentário, 2014)

Os Maias - Cenas da Vida Romântica (2014)

Bravo Som dos Tambores (curta-metragem documental, 2012)

La Valse (curta-metragem, 2012)

Enquanto esta Língua for Cantada (documentário, 2012)

Filme do Desassossego (2010)

Oh Lisboa, Meu Lar (curta-metragem documental, 2010)

Para que este Mundo não Acabe! (documentário, 2009)

A Corte do Norte (2008)

A Terra Antes do Céu (documentário, 2007)

Corrupção (2007)

A Baleia Branca - Uma Ideia de Deus (telefilme documental, 2007)

Avé Maria (curta-metragem, 2006)

A Luz na Ria Formosa (2005)

O Fatalista (2005)

A Mulher que acreditava ser Presidente dos EUA (2003)

Viagem ao Coração do Douro, a Terra onde Nasci (curta-metragem documental, 2002)

Quem és tu? (2001)

Se a memória existe (curta-metragem, 1999)

Tráfico (1998)

Érase unha vez en Compostela (curta-metragem documental, 1997)

Três Palmeiras (1994)

Aqui na Terra (1993)

No Dia dos Meus Anos (1992)

Tempos Difíceis (1988)

Um Adeus Português (1986)

Conversa Acabada (1981)

Alexandre e Rosa (curta-metragem, 1978)

O Alto do Cobre (1976)

Um Projecto de Educação Popular (documentário, 1976)

 



publicado por Alma Lusa às 16:07
Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016

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Realização: Caroline Richards (Reino Unido)

Com: Afonso Pinto, Victor Torpedo, Pedro Chau, Chris Low e David Barnett

 

Sinopse: Afonso Pinto (vocalista), Victor Torpedo (guitarrista) e Pedro Chau (baixista) conheceram-se em Coimbra e, em 2000, rumaram a Londres, juntando-se a Chris Low (baterista) e fundando os The Parkinsons. Passados dois anos, já tinham conquistado Londres. Lançaram o primeiro álbum, «A Long Way To Nowhere», aparecendo com frequência na Comunicação Social e apresentando-se nos principais festivais do Reino Unido. A banda incendiava o público nos concertos e dava que falar por onde ia passando, conquistando notoriedade internacional. No Japão foi bem recebida, com a maior digressão, até então, de uma banda ocidental… Contudo, o grupo separou-se em 2005, reunindo-se depois pontualmente em ocasiões especiais: em 2012, estiveram no Optimus Alive e lançaram o álbum «Back to Life». São a banda portuguesa com a maior repercussão internacional, especialmente num mercado tão competitivo como a cena rock londrina. A história dos The Parkinsons é extraordinária e é aqui recordada a partir de centenas de horas de filmagens de concertos e entrevistas, num singular, hilariante e comovente testemunho de Rock n’ Roll. Da tela para o palco, em concerto, The Parkinsons!! 

 

Na próxima 6ª feira, dia 29, o Teatro das Figuras, em Faro, recebe a estreia nacional do documentário "The Parkinsons – A Long Way To Nowhere", com a presença da realizadora britânica Caroline Richards e com um concerto da banda portuguesa.

 



publicado por Alma Lusa às 11:34
Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2016

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Autoria: Inês Leitão

Realização: Daniela Leitão

 

Sinopse: Um documentário que aborda a vida de quatro Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus: Laurinda (62 anos), Paula (42), Sara (29) e Susana (29); duas gerações de mulheres que decidiram abraçar a vida religiosa. O que pensam as irmãs do mundo que as rodeia? O que queriam ser quando eram crianças? Terão vivido uma infância comum? Como foi a entrada para a Congregação? Que sonhos tinham? Terão sido cumpridos? Como olham para os doentes mentais que personalizam o seu carisma? Como vivem a vida religiosa no séc. XXI e que histórias têm para nos contar.

 



publicado por Alma Lusa às 09:23
Terça-feira, 26 de Janeiro de 2016

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Faleceu esta terça-feira, aos 51 anos, o actor José Boavida, que se encontrava em estado de coma há cerca de duas semanas, após ter sofrido uma paragem cardiorrespiratória.

 

José Boavida nasceu a 23 de Agosto de 1964, em Castelo Branco. Viveu em Chaves até aos 12 anos e passou a adolescência nos arredores de Lisboa, entre Queluz e a Amadora. Começou como actor amador no Teatro Infantil de Lisboa, tendo entrado em várias produções infanto-juvenis, e tornou-se actor profissional no grupo de teatro A Barraca. Seguiu-se a Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul, onde criou o grupo de teatro Alta Cena. Foi director artístico da colectividade até 2014.

 

Em 2015, José Boavida tinha celebrado 30 anos de carreira. Em televisão, participou nas séries "Os Malucos do Riso" (SIC), "Médico de Família" (SIC), "Jornalistas" (SIC), "Bastidores" (RTP1), "Maré Alta" (SIC), "Floribella" (SIC), "Morangos com Açúcar" (TVI) e nas telenovelas "Verão Quente" (RTP1), "Na Paz dos Anjos" (RTP1), "Jardins Proibidos" (TVI), "Ganância" (SIC), "Mistura Fina" (TVI), "Doce Tentação" (TVI), "Dancin'Days" (SIC) ou "Sol de Inverno" (SIC), entre muitos outras. O seu último trabalho televisivo foi para a série "Bem-vindos a Beirais", onde interpreta o mecânico "Manuel Pedroso", e que está actualmente em exibição de 2ª a 6ª feira, na RTP1. 

 

No cinema, José Boavida entrou nos filmes "A Falha", "Até Amanhã, Camaradas", "Amália", entre outros. 

 

Em 2015, para assinalar os 30 anos de carreira, o actor lançou o livro de crónicas Nunca te esconderei o meu sorrriso. José Boavida tinha entrado recentemente para a equipa da escola Palavras Ditas e, em Fevereiro, iria começar a dar formação a jovens actores. 

 

Esta noite, a RTP1 emite um episódio especial da série "Bem-vindos a Beirais", onde José Boavida interpreta uma das figuras mais populares, e que lhe será dedicado.

  



publicado por Alma Lusa às 18:24
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