Quarta-feira, 09 de Dezembro de 2015

 Na série "O Povo que Ainda Canta" não podia deixar de haver um episódio dedicado exclusivamente a Miranda do Douro. Quem conhece estas terras saberá do que falamos. Quem não conhece, talvez este episódio ajude à descoberta. O planalto Mirandês é mítico. Já muito cinema e literatura e outras artes se dedicaram a estas terras e povoações. Mas ainda assim cada viagem a Miranda acorda sempre um pouco das entranhas profundas que nos fazem sentir ligados à terra. Acorda porque surpreende pela forma como aqui as tradições estão tão vivas que se renovam e recriam constantemente. Entre gaitas-de-foles, flautas de tamborileiro, pandeiros e outros instrumentos, viajamos com velhos e novos mestres para entender porque, em Miranda do Douro, a música tradicional nunca estancou em museus ou tentativas de fixação. Há os que se confundem com a própria terra como o Ti Ângelo Arribas ou o Ti Zé Maria Fernandes, os que se empenham na continuação do ensino da música e da língua mirandesa como Paulo Meirinhos, outros que, não sendo originalmente de Miranda, se apaixonam por esta terra a ponto de se mudar para lá como Ricardo Santos e há ainda, sobretudo, muitas crianças que nos mostram o poder que a música tem nas suas vidas.

 



publicado por Alma Lusa às 17:40

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Ricardo Carriço e Miguel Gizzas apresentam-se num concerto único, partilhando entre si, e os seus convidados, sons e emoções em palco, levando as suas músicas a uma dimensão diferente, retratadas numa cumplicidade de histórias musicais e teatrais.

Ricardo Carriço apresenta temas do seu EP de estreia a solo - "O Meu Mundo" - e do seu novo disco, e convida Beto di Ghetto, que exprime a sua arte através do Hip Hop e para quem a "
música é uma arma, que pode, e deve, ser encaminhada para o bem da humanidade".


Miguel Gizzas apresenta alguns dos temas do seu segundo álbum, "Até que o Mar Acalme", temas também incluídos no primeiro romance musical do mundo, com o mesmo título, e convida Kika Cardoso, a voz revelação que encantou Portugal no programa "Factor X" de onde saiu vencedora.

 



publicado por Alma Lusa às 14:14

Liebigstrasse é o local de culto para os portugueses que vivem na região de Colónia, na Alemanha. Faça chuva ou faça sol, este é o ponto de encontro da comunidade ali radicada e onde se provam os sabores nacionais.

 

Em Zurique, dois portugueses com origem na ilha da Madeira dão vida a um espaço que acolhe as gerações mais novas de portugueses e de lusodescendentes. 

 

Na Suazilândia, foi assinado um acordo histórico. A universidade local vai passar a ensinar a língua e a cultura portuguesas já no próximo ano.

 

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publicado por Alma Lusa às 11:03

Óscar Nazareth cresceu em Coimbra, estudou e trabalhou em Londres até que decidiu partir em busca das suas raízes familiares. Uma aventura que o levou até Goa, na Índia. Por ali ficou e desenvolveu um negócio de licor. Hoje é um exemplo e ajuda diversas empresas portuguesas a chegar a este lado do mundo.

 

Diniz Borges é uma figura incontornável para a comunidade portuguesa da Califórnia. Além de cônsul honorário, professor de Português e líder comunitário, foi este ano responsável pela organização da Conferência de Educação da Luso-American Education Foundation. 

 

Com a proximidade das eleições legislativas na Venezuela, regressa um sentimento de insegurança no país. A comunidade portuguesa está apreensiva. Na capital, Caracas, há centenas de homicídios por mês e os produtos alimentares básicos quase não existem.

 

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publicado por Alma Lusa às 10:51

 

Realização: Cristina Ferreira Gomes

Produção: Mares do Sul

 

Sinopse: Documentário da autoria de Cristina Ferreira Gomes sobre um dos mais acarinhados artistas portugueses: Max.

 

Nos anos 20 do século passado, uma criança, aprendiz de alfaiate, percorria as ruas do centro do Funchal, na ilha da Madeira, a assobiar canções populares. O menino do assobio, como lhe chamavam, acabaria por afirmar-se como um dos mais famosos intérpretes de música ligeira portuguesa.


O documentário, com a participação de Carlos do Carmo e Rui Vieira Nery, entre outros, conta a história de vida de Max, dos tempos em que animava as "noites da Madeira" aos êxitos gravados já em Lisboa. E descobre um artista menos celebrado pelo grande público: amante de jazz e de fado, autor de conhecidos temas musicais como "Porto Santo", "Nem às Paredes Confesso" ou "Pomba Branca". O filme revela a emocionante história de vida de um homem simples que acabou por tornar-se uma estrela do mundo do espectáculo da sua época.


Maximiano de Sousa, ou Max, como é conhecido pelo grande público, foi uma das mais populares e acarinhadas vedetas da rádio, do teatro e da televisão portuguesas, desde os anos quarenta até à sua morte, em 1980. A ele se devem êxitos como "Noites da Madeira", "Bailinho da Madeira" ou "A Mula da Cooperativa". E nada faria prever que este jovem madeirense, que sonhava ser barbeiro e fora alfaiate, viria a ser um dos mais populares artistas portugueses.

 

 



publicado por Alma Lusa às 09:03
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