Terça-feira, 31 de Julho de 2012

 

As provas dos Jogos Olímpicos podem ser acompanhadas através dos seguintes canais de televisão: RTP2, RTP Informação, RTP Olímpicos HD e Eurosport.

 

 

10h20

 

Pedro Oliveira - Natação, 200 m costas (séries)

Joana Castelão - Tiro, pistola de ar comprimido 25 m (eliminatórias)

 

11h10

 

Diogo Carvalho - Natação, 200 m estilos (séries)

 

12h00

 

Francisco Andrade e Bernardo Freitas - Vela, 49er (regatas 5 e 6)

João Rodrigues - Vela, RS:X (regatas 3 e 4)

Sara Carmo - Vela, laser radial (regatas 5 e 6)

Gustavo Lima - Vela, laser (regatas 5 e 6)

 

14h00

 

Rita Gonçalves, Diana Neves e Mariana Lobato - Vela, match racing (round robin)

 

14h15

Nélson Oliveira - Ciclismo (estrada), contra-relógio

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 


publicado por Alma Lusa às 22:45
Terça-feira, 31 de Julho de 2012

 

Onde: Londres (Inglaterra)

 

De Moscovo a Los Angeles, Alexandre Farto (ou Vhils) esculpe rostos gigantes em paredes, como se fossem graffiti. Aos 25 anos, este português alcançou reconhecimento invulgar na arte.

 

Aplicado o stencil na parede, agita a lata de tinta com que pinta buracos, reentrâncias e curvas do papel. Num gesto preciso, tira depois as folhas. Et voilá! Marcado na superfície rugosa está agora um rosto, ponto. Com o martelo pneumático, escava por cima da tinta, descasca, cria os baixos-relevos em que se define a volumetria da figura. Com um escopro, repete a batida com que diminui a irregularidade das linhas. No final, a imagem avassaladora do mesmo rosto, em grande escala.

 

O Seixal, na margem sul do Tejo, onde Alexandre Farto cresceu, impôs-lhe um contacto precoce com a mensagem dos murais que transpiravam política. Galerias a céu aberto, com os últimos slogans da revolução de Abril. Aos 13 anos, já os graffiti se tinham entranhado no quotidiano de Alexandre. Pintar comboios era actividade arriscada e impunha uma rotina pontuada por picos de adrenalina. Ao cair da noite, estudava-se os movimentos dos seguranças. Numa intervenção cronometrada, que não se estendia para lá dos dez minutos, cada elemento do grupo (da crew) fazia a pintura que havia de circular pela cidade. O coroar de uma performance não isenta de amargos de boca, como a detenção pela polícia, que resultou num sermão ouvido na esquadra.

 

Ao longo dos anos, repetiu-se nos comboios e nas paredes o jogo do pinta-e-foge. «Foi o caminho que me despertou para o lado, não só das artes, mas da participação na cidade. Ter um espaço em que podia dizer "eu estou aqui", confessa Alexandre, que já então assinava Vhils. Um tag sem significado que ainda hoje é a assinatura do artista. «Eram as letras que eu mais gostava de fazer e que fazia mais rápido.»

 

Em 2005, aos 18 anos, juntou-se a outros graffiti writers com quem pintava há anos e criou o colectivo Visual Street Performance (VSP) para organizar uma exposição que viria a ter cinco edições, até 2009. A exposição acontece no Espaço Interpress, no Bairro Alto, em Lisboa, e é visitada pela galerista Vera Cortês, que convida Alexandre a juntar-se à sua agência.

 

Começa a esculpir rostos em cartazes publicitários que se acumulam, em camadas, nos outdoors. Em 2007, formou-se em Belas-Artes na prestigiada Central Saint Martins, em Londres, e recebeu o convite de Tristan Manco (designer e crítico de arte urbana) para o projecto Pictures on Walls, que expõe e vende o trabalho de artistas de rua. Pouco depois integrou uma exposição colectiva na StolenSpace Gallery, Under a Red Sky, em 2008, ao lado de nomes da street art como o americano Shepard Fairey.

 

Ainda em 2008, participa no The Cans Festival, organizado pelo britânico Banksy (o mais conhecido street artist da actualidade). O festival foi num túnel desactivado, na Leake Street, em Londres, e o trabalho de Vhils, dois rostos esculpidos na parede, exposto ao lado do de Banksy, vai parar à capa do jornal The Times. Depois do Cans, o galerista que representa Banksy, Steve Lazarides, convida-o a integrar a sua equipa e a exposição colectiva Outsiders, em Nova Iorque.

 

No arranque de 2009, faz a sua primeira exposição individual, Even if you win the rat race, you're still a rat, na Vera Cortês Agência de Arte, em Lisboa. A que se segue Scratching the Surface, a primeira exposição individual em Londres. Os rostos que esculpe são figuras anónimas que fotografa nas ruas, que desenha nos transportes públicos.

 

Começa a evoluir nos materiais, a trabalhar a serigrafia e a instalação, a usar a madeira, o papel ou o metal. E no metal usa para pintar materiais tão inusitados como tinta diluída em ácido, lixívia ou café. Nos últimos anos, avolumaram-se os convites para expor em galerias, museus e festivais, nos quatro cantos do globo, e os seus rostos esculpidos estão hoje em Moscovo, Los Angeles, Bogotá, Buenos Aires, Itália, Noruega, Japão, Miami, Nova Iorque, Berlim, São Paulo ou Xangai. Mas também em Lisboa, Porto, Covilhã, Elvas ou Torres Vedras. Em Agosto de 2011, o The Guardian elegeu a sua peça exposta no Cans Festival uma das dez melhores da actualidade. A editora alemã Gestalten lançou, em Outubro, VHILS, uma monografia que vem juntar-se a outro livro, editado em 2010, pela holandesa Lebowski Publishers.

 

Paralelo ao trajecto como artista, está o trabalho que Alexandre Farto desenvolveu como ilustrador e na videoarte. Fez vídeos para concertos dos Buraka Som Sistema e colaborou com bandas como Macaco do Chinês e Orelha Negra. Num teledisco feito para os Orelha Negra experimentou uma nova técnica, com explosivos, para revelar o rosto esculpido. O rosto é esculpido em cimento forte, são depois aplicadas cargas explosivase tapadas com estuque, que a seguir rebentam, num processo filmado em câmara lenta. Vhils está também envolvido em projectos de acção social, com o rapper Chullage, como o que desenvolveu com crianças ciganas em Peso da Régua ou com a Associação Khapaz, na Arrentela. Integrou o projecto Crono, que trouxe a Lisboa artistas como os Gêmeos, Blu e Sam3, que intervieram em prédios abandonados.

 

É em Londres que vive a maior parte do tempo. Tem um estúdio, cedido por um coleccionador de arte urbana. Ao estúdio que está a montar no Seixal regressa quando tem projectos em Portugal. Gosta de sublinhar que, apesar da sua linguagem artística estar hoje distante dos graffiti, continua a grafitar com as suas crews de sempre. E a detestar mostrar a cara.

 

(retirado do artigo "A rua como tela" publicado na edição nº 1053 - 29 Julho 2012 da revista Notícias Magazine)

 

http://alexandrefarto.com/

 

 

 

 

 
 


publicado por Alma Lusa às 18:23
Terça-feira, 31 de Julho de 2012


publicado por Alma Lusa às 17:46
Terça-feira, 31 de Julho de 2012

 

Origem: Lousã

 

Surgiu no século XIX na Lousã, ainda sem o nome pelo qual hoje é conhecido, e era comercializado numa farmácia. Tem por base diversas plantas - eucalipto, canela, alecrim e alfazema.

 

(retirado do artigo 1000 Motivos do nosso Orgulho publicado na 1000ª edição da revista Notícias Magazine)

 

http://www.licorbeirao.com/

 

 

 

 
 
 
 
 


publicado por Alma Lusa às 12:53
Terça-feira, 31 de Julho de 2012




publicado por Alma Lusa às 12:10
Segunda-feira, 30 de Julho de 2012

 

As provas dos Jogos Olímpicos podem ser acompanhadas através dos seguintes canais de televisão: RTP2, RTP Informação, RTP Olímpicos HD e Eurosport.

 

 

10h23

 

Sara Oliveira - Natação, 200 m mariposa (séries)

 

10h30

 

Francisco Andrade e Bernardo Freitas - Vela, 49er (regatas 3 e 4)

Sara Carmo - Vela, laser radial (regatas 3 e 4)

João Rodrigues - Vela, RS:X (regatas 1 e 2)

 

12h05

 

Afonso Domingos e Frederico Melo - Vela, star (regatas 5 e 6)

 

13h30

 

Rita Gonçalves, Diana Neves e Mariana Lobato - Vela, match racing (round robin)

 

 

14h00

 

Carolina Borges - Vela, RS:X (regatas 1 e 2)

 

16h30

 

 

 

19h55

 

Sara Oliveira - Natação, 200 m mariposa (meias-finais)

 

 

 

 
 
 
 
 
 


publicado por Alma Lusa às 23:18
Segunda-feira, 30 de Julho de 2012

 

Origem: Barcelos

 

Marca de vestuário infantil, nasceu em Barcelos e tem nome francês porque foi fundada por uma francesa que morava em Portugal. A modelo Heidi Klum e a actriz Courtney Cox são fãs. Já tem mais lojas no estrangeiro do que em Portugal. O Japão, a Índia e, eventualmente, a China poderão passar a constar do mapa.

 

(retirado do artigo 1000 Motivos do nosso Orgulho publicado na 1000ª edição da revista Notícias Magazine)

 

http://www.petitpatapon.com/

 

 

 
 
 
 


publicado por Alma Lusa às 17:56
Segunda-feira, 30 de Julho de 2012

 

A presença portuguesa nos Jogos Olímpicos de Londres não se faz apenas com os atletas que compõem a comitiva nacional. Há outra marca bem lusitana nestes Jogos: uma obra do artista português Mário Pires Cordeiro foi a escolhida para decorar o bar do Centro de Imprensa no Parque Olímpico de Londres.

 

A pintura representa as cores e a paisagem arquitectónica de Londres e foi escolhida num concurso, feito a nível nacional em universidades britânicas, cujo objectivo era a reprodução das divisas dos Jogos Olímpicos, "Mais Rápido, Mais Alto, Mais Forte", e dos Paralímpicos, "Espírito em Movimento".

 

Mário Pires Cordeiro optou, no entanto, por representar na sua obra - "Higher" - as cores e formas da cidade, usando tons castanhos, pretos, vermelhos, azuis ou verdes, em quatro hexágonos ligados entre si. Natural de Lisboa, o artista português de 37 anos vive e trabalha entre Londres e a capital portuguesa e actualmente é estudante de doutoramento no Chelsea College of Art and Design. A 26 de Setembro, vai inaugurar uma exposição individual na Galeria Presença, no Porto.

 



publicado por Alma Lusa às 15:54
Segunda-feira, 30 de Julho de 2012

 

A tenista portuguesa Maria João Koehler venceu a prova de singulares do ITF Woman Astana, no Cazaquistão, ao bater na final a russa Marta Sirotkina. Esta foi a terceira vitória da portuguesa em campeonatos ITF, depois das conquistas, na mesma categoria, em Cantanhede e em Amarante, em 2009. Esta prova, conquistada pela tenista lusa, foi organizada pela Federação Internacional de Ténis e decorreu entre 23 e 29 de Julho, no Centro Nacional de Ténis de Astana, no Cazaquistão, tendo participado 32 atletas de vários países.

 

Maria João Koehler tem 19 anos e é natural do Porto. Em Junho, ficou em 2º lugar no torneio de Notthingham (Inglaterra), na categoria de pares, e, na semana passada, sagrou-se vice-campeã num campeonato em Donetsk, na Ucrânia.



publicado por Alma Lusa às 15:43
Segunda-feira, 30 de Julho de 2012



publicado por Alma Lusa às 13:50
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