Sábado, 10 de Dezembro de 2011

 

Origem: Azurara (Vila do Conde)

 

Era apenas uma fábrica de produção regional quando foi comprada pelo grupo RAR. Hoje, os chocolates que produz estão no mundo.

 

As máquinas estão paradas porque é dia de testar um novo produto, mas o cheiro a chocolate é intenso. A temperatura acompanha as fases de produção: de um lado quente, do outro frio. Os computadores estão ligados à mais alta tecnologia, adquirida recentemente pela empresa. Basta seleccionar a receita pretendida e o processo avança. Esta é a casa onde nasceram as famosas Bom-Bokas, já fora do mercado, e muitos outros chocolates cheios de cor. Quem não se lembra das Fantasias de Natal ou das Pintarolas, quem nunca provou Jubileu ou cozinhou com Pantagruel?

 

A história da Imperial começa em 1932, em Vila do Conde, e muda-se para muito perto, em Azurara, em 1968. Era apenas uma empresa regional quando, cinco anos mais tarde, foi descoberta pelo grupo RAR. Na sala de reuniões onde os produtos da Imperial estão expostos, lado a lado, sobre o aparador, Manuela Tavares de Sousa conta como, numa década, a Imperial ficou a ser conhecida em todo o País. "A empresa fez um investimento ao nível de equipamentos de produção, decidiu uma estratégia de marketing e começou a lançar marcas emblemáticas, como as Bom-Bokas, as Fantasias de Natal, Pintarolas, Pantagruel e Allegro". Quem não se lembra dos anúncios das Bom-Bokas e das Fantasias de Natal?

 

Para comemorar os 50 anos da Imperial, em 1982, a empresa lançou a marca Jubileu, que rapidamente passou a líder do mercado. Enquanto a Imperial crescia, em Lisboa os chocolates Regina atingiam o seu apogeu para acabarem por recuar nas vendas com a entrada de Portugal na então Comunidade Económica Europeia. A presença de multinacionais no País e a concorrência cada vez mais feroz derrubou os chocolates Regina. "Em 2000, a Imperial adquiriu a Regina e fez um estudo de mercado. Concluiu que a marca tinha uma notoriedade superior a 90%." Dois anos bastaram para a relançar no mercado, à marca e a todos os seus produtos históricos, como o chocolate com sabores a frutos tão variados como a laranja.

 

A estratégia para o sucesso do projecto, refere Manuela Tavares de Sousa sem medos, passa pela "inovação de produtos e diversificação de mercados". Para isso, explica, é necessário que todos estes mercados sejam analisados. Sabia que os japoneses gostam do chocolate mais amargo e de caixas mais pequenas? Ou que, no Brasil, consome-se tabletes de chocolate mais leves e cremosas? A Imperial já lhes fez a vontade. "Criámos uma caixa mais pequena para os japoneses e o Jubileu Air para o Brasil."

 

Todos os anos, a empresa lança mais de dez produtos. As últimas novidades são o chocolate com sabor a maracujá e os bombons em forma de coração. Manuela Tavares de Sousa começou a trabalhar na Imperial recém-licenciada em Engenharia Química. Acabou por se especializar em chocolates na Alemanha e ainda fazer uma licenciatura em Farmácia. Assegura que o chocolate não faz mal à saúde, desde que com moderação. E faz um ar enigmático quando lhe perguntam se as Bom-Bokas vão voltar.

 

(retirado de DEZEMBRO:MÊS DAS MARCAS - "Regina ou Jubileu, todos no império dos chocolates" no Diário de Notícias) 

 

http://imperial.rar.pt/pt/a_empresa_imperial/

 

 

Depois do seu relançamento em 2002, a Regina tornou-se líder nacional no segmento de amêndoas e avelãs cobertas com chocolate e detém a 2ª posição na categoria de fantasias de chocolate. Está hoje presente em mais de 20 países, entre eles EUA, Canadá, Brasil, Venezuela e Itália.

 

(retirado da reportagem 1000 Motivos do nosso Orgulho publicada na 1000ª edição da revista Notícias Magazine)

 

 

 

 

Além de terem sido as primeiras tabletes luxuosas em Portugal, são um sucesso em Angola e no Brasil. O Jubileu Carré e o Jubileu Minitabletes fazem muito sucesso no Brasil.

 

(retirado da reportagem 1000 Motivos do nosso Orgulho publicada na 1000ª edição da revista Notícias Magazine)

 

 

 

 

 

 

Doces recordações...! : )

 

 

 

 
 


publicado por Alma Lusa às 22:13

"Florbela", realizado por Vicente Alves do Ó e protagonizado por Dalila Carmo, retrata a vida da poetisa Florbela Espanca. A estreia está prevista para Março de 2012.

 

 



publicado por Alma Lusa às 18:13
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